Hugo Shimura

Hugo Shimura

Psicanalista, Psicólogo

Competência em: Psicanalise Contemporânea, Psicanálise com Adultos, Psicoterapia Individual, Lacaniana, Freudiana, Psicanálise, Psicologia Clínica, Psicoterapia

Número de Identificação Profissional: 06/127790

Marcação de consultas

Endereço do consultório

R. Domingo de Morais, 2187 - cj. 308 (a 350m do metrô Santa Cruz; a 700m do metrô Vila Mariana) 04035-000 Vila Mariana São Paulo

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O melhor: "Procurei tratamento para tentar lidar melhor com a minha ansiedade e com os momentos de tristeza/depressão. Agradeço a atenção cuidadosa e o tato para tocar em assuntos que eram difíceis. Conversar me ajudou e tem ajudado bastante."

Poderia melhorar: "Nada"

Motivo da visita: Depressão

L. H. marcou consulta com Hugo Shimura em R. Domingo de Morais, 2187 - cj. 308 (a 350m do metrô Santa Cruz; a 700m do metrô Vila Mariana)

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Experiência

Formação

  • Graduação em PsicologiaInstituto de Psicologia da USP2014
  • PesquisadorUSP - PSI (Laboratório de Psicanálise, Saúde e Instituição)2014
  • Curso de Formação em Psicopatologia Psicanalítica e Clínica ContemporâneaInstituto Sedes Sapientiae2016

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 06/127790

Realizo atendimento psicanalítico, em consultório particular, voltado a adolescentes e adultos.

O trabalho em psicanálise é indicado para o tratamento de patologias, sofrimentos e dores, sejam eles de ordem emocional, mental ou corporal. Conflitos internos ou relacionais, decorrentes da maneira particular como a pessoa vive seus impasses, desejos e limites, são articulados à sua história e ao contexto singular e social de onde fala. É a partir dessa fala que se investigam as origens, os motivos e as funções desses problemas, seja para transformá-los, aceitá-los ou seja para deles se desfazer.  

Primeira consulta e Contato
Para combinar uma primeira consulta e esclarecer eventuais dúvidas, entre em contato por telefone, e-mail ou pelo site www.hugoshimura-psi.com.

Formação

  • Graduação em Psicologia, pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP). 
  • Membro-pesquisador do Laboratório de Psicanálise, Saúde e Instituição (LabPSI-USP). 
  • Pós-graduação em curso de especialização em Psicopatologia Psicanalítica e Clínica Contemporânea, pelo Instituto Sedes Sapientiae.

Atividade Clínica

A partir de 2010, realização de trabalho clínico em diferentes serviços e contextos:

  • Atendimento psicanalítico, em consultório particular, de adolescentes e adultos;
  • Atendimento e acompanhamento psicanalítico na Clínica-Escola do Instituto de Psicologia (CE-IPUSP);
  • Atendimento em plantão psicológico pelo Laboratório de Estudos em Fenomenologia Existencial e Prática em Psicologia (LEFE-IPUSP);
  • Atendimento e acompanhamento psicanalítico de crianças e familiares no serviço de Psicologia do Hospital Infantil Sabará;
  • Atendimento psicológico e atividades psicossociais, juntamente a outras áreas da saúde, em municípios vulneráveis do Brasil, pelo Projeto Bandeira Científica (FMUSP); 
  • Acolhimento e acompanhamento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, em trabalho com psicólogos e psiquiatras, pelo Projeto Quixote.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Hugo Shimura

Psicanálise

A psicanálise é um programa de pesquisa da subjetividade, um método de leitura da cultura e uma forma de tratamento da alma. As patologias e sofrimentos do sujeito são articulados à sua maneira singular de viver os conflitos e impasses diante de seus desejos e limites.
Isso se dá num trabalho em que a pessoa fala o mais livremente possível, favorecendo o encontro, em si mesma, com aquilo que ela mais estranha, que a incomoda, que não reconhece e que tanto rejeita.
A partir dessa fala, investigam-se as origens, os motivos e as funções desses problemas, para transformá-los ou deles se desfazer, visando à uma relação mais autêntica da pessoa consigo mesma, com sua história e com os outros.

Transtorno da Ansiedade

Fisicamente, a ansiedade se assemelha ao medo (agitação, estado de alerta, pulso acelerado etc), mas se caracteriza por combinar estas sensações a certos estados mentais. Observam-se apreensão e expectativa desagradáveis que parecem não ter causa evidente. Ou, por vezes, sabe-se o que desperta o mal-estar (separações, medos sociais etc), mas não por que de repente isso se tornou um problema.
A ansiedade comumente surge junto à depressão e é hoje um dos quadros que mais cresce e mais afasta pessoas do trabalho no país.
Por tratar-se de uma condição marcada pela cobrança por alto desempenho, a ansiedade se desenvolve na ausência da fala, daí a importância, no tratamento, de sua redescoberta.

Respostas de Hugo Shimura

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Olá. A ocorrência desses tipos de pensamentos aponta, por um lado, para a atividade de fantasiar, algo absolutamente fundamental para a saúde mental. Sem ela, dificilmente a vida sexual e afetiva poderá se dar de forma estimulante e produtiva, seja sozinha ou a dois. No entanto, muitas vezes a paixão também serve para esconder inseguranças e medos, como quando a pessoa idealiza um relacionamento ou um(a) parceiro(a), na esperança de que isso lhe trará a tranquilidade, segurança e felicidade que tanto parecem faltar. Assim, talvez o importante não seja perguntar apenas se a insistência após uma rejeição é ou não aceitável, mas também o que torna tão sofrida a ideia de abrir mão desse sonho, e o que exatamente significa estar só. O processo psicanalítico é um meio para se investigar isso tudo que não compreendemos em nós mesmos. Abraço.

Hugo Shimura

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Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

Olá. Em primeiro lugar, procurar ajuda quando diante de experiências de angústia é um ato de coragem e responsabilidade. É sinal de cuidado com si mesmo(a) e de desejo de mudança, coisas imprescindíveis para o sucesso de um tratamento. A avaliação psiquiátrica pode sim ajudar, mas é muito importante ter em mente que, quando se fala em sofrimento psicológico, apesar dos diagnósticos que se pode utilizar para nomeá-lo, o modo como cada pessoa o vive é algo bastante singular. Sendo assim, nesses casos, o tratamento precisa ir até as profundidades dessas dores, para além dos sintomas superficiais, isso é, deve trazer à tona as histórias da pessoa que sofre, seus conflitos, medos, desejos. Afinal, muitas vezes é a ausência ou a privação de espaços para a fala que levam a pessoa a buscar substâncias que aliviem sua dor. Assim, o tratamento psicanalítico também é recomendável, por ser um bom meio para se investigar os sentidos por trás desses problemas e, só assim, de fato tratá-los. Abraço.

Hugo Shimura

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São Paulo

Buscar ajuda neste site é um bom começo, mas é muito importante dar continuidade a esse movimento. É nítido que esse é um momento de grande angústia e dor para você e por isso a primeira providência a tomar, e muitas vezes a mais difícil, é pedir apoio às pessoas em seu entorno. Tanto a tristeza que você relata conhecer de perto, quanto as dificuldades no casamento, muitas vezes levam a um fechamento, coisa que dificilmente melhora essas situações.
Procure um(a) psicoterapeuta para tratar desses sofrimentos e converse com um(a) psiquiatra também, para uma avaliação médica.
Quando as coisas se acalmarem um pouco, ainda que lentamente, tente retomar a conversa com seu marido, pois isso também é parte significativa do tratamento dessas dores que você tem vivido. Conversar é uma forma de reconhecer que as dores são reais e merecem ser cuidadas, por você mesma, mas pelo casal também.
Abraço.

Hugo Shimura

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