Leandro Winter

Leandro Winter

Psicanalista, Psicólogo

Competência em: Lacaniana, Freudiana, Transtornos de Ansiedade, Depressão

Número de Identificação Profissional: 08/19708

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Baseado em 2 opiniões

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O melhor: "Excelente lugar e excelente atendimento! Recomendo!"

Motivo da visita: Psicoterapia Psicanalítica

Paciente que marcou consulta com Leandro Winter em Rua Doutor Faivre, 750, (sala 105)

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Obrigado!

O melhor: "É um ótimo profissional, atencioso e sério. Me senti confortável em conversar com ele."

Motivo da visita: Depressão

Paciente que marcou consulta com Leandro Winter

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Experiência

Formação

  • PsicologoUniversidade Positivo2013
  • Especialista em Clínica PsicanalíticaPUC2016

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 08/19708

Experiência em

Idiomas

  • Português

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: novembro 2017
  • Primeira consulta Psicanálise R$ 50
  • Consulta domiciliar Psicanálise
  • Psicanálise
  • Psicoterapia Psicanalítica
  • Atendimento na Clínica Social A partir de R$ 50
  • Psicoterapia
  • Psicoterapia Adulto
  • Tratamento psicanalítico para adultos
  • Tratamento psicanalítico para crianças e adolescentes

Artigos escritos por Leandro Winter

Depressão

Primeiramente é importante reforçar que não se escolhe estar ou não depressivo, como se fosse um botão de "ligar" e "desligar".O que significa que dizer para o depressivo "Pare como! Sai dessa!" não ajuda em absolutamente nada quem passa por um quadro desses. Em segundo lugar, nem toda tristeza é sinal de depressão. Por isso se faz necessário a avaliação com um profissional da saúde (psicólogo e/ou psiquiatra) que possa avaliar como um todo aquilo que o indivíduo tem passado. A depressão, pelo viés da psicanálise, pode ser entendida como uma ocorrência de um luto mal sucedido.E o "Luto" não se trata apenas da morte de alguém, mas de objetos subjetivos diversos, como exemplo um ideal de vida.

Transtorno Da Personalidade Obsessivo-compulsiva

O Transtorno Obsessivo-compulsivo se caracteriza por uma perturbação constante no pensamento do individuo, que é revivido constantemente ao longo de semanas (e até anos) sobre determinado fato ou reflexão. É muitas vezes atribuído a uma fixação em um elemento que muitas vezes prejudica a pessoa no seu dia a dia, e que muitas vezes não necessariamente faça um sentido lógico de ocorrer. Por exemplo, ligar e desligar 3 vezes a luz da casa antes de sair para o trabalho, e caso esse ritual não seja completado, gera angústia. Mas claro que esse quadro não se limita a isso. Por exemplo, podendo ocorrer mais frequentemente apenas no campo das ideias fixas (pensar todos os dias em uma mesma coisa).

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Olá!

Hoje em dia é realmente necessário tomarmos um certo cuidado com os diagnósticos precipitados, uma vez que o acesso à informações do que caracteriza tal transtorno é facilmente explorado depois de algumas pesquisas pela internet (mas não recomendado numa autoavaliação), por exemplo, ou por profissionais que acabam por rotular alguns pacientes sem que exista um real aprofundamento do estudo de suas condições em particular. Nesse caso, é importante uma avaliação em conjunto com um psiquiatra e um psicólogo para analisar suas atitudes e ações, dentro do que define o que seria o TDAH, e como esse quadro tem prejudicado o seu dia a dia. Caso realmente seja diagnosticado com esse transtorno, uma psicoterapia em conjunto com uma medicação controlada poderá lhe ser de grande ajuda, mas, novamente, é importante avaliar se realmente seria o seu caso pelo processo avaliativo de profissionais qualificados.

Atenciosamente.

Leandro Winter

Leandro Winter

Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

Olá!

A dependência química tem relações fortemente orgânicas depois de um tempo de 15 anos de uso, como é o caso do seu filho, no sentido de haver algo além do psiquismo que o afeta. Uma dependência psíquica e orgânica.
Existem abordagens em psicologia que utilizam hipnose, e vem crescendo até em algumas cidades com um falso pretexto de "milagres", mas não acho que seja bem assim. Existem profissionais vendendo essa ideia no mercado sem qualificação para isso. Então vou falar apenas de uma perspectiva particular, mas respeito a prática de outros colegas que atuam com hipnose de forma correta, com ética e com qualidade.
Ao meu ver uma psicoterapia sem o uso de hipnose poderia ser mais interessante para ele, mas ainda assim não é uma garantia de ajuda. O desejo que ele destina para superar essa fase sim, mas em conjunto com um grande apoio multiprofissional. Psicoterapia, psiquiatria, nutricionista etc... É um processo lento.

Leandro Winter

Leandro Winter

Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

Olá!

Quando o profissional tem um percurso de clínica e compreende os elementos que envolvem a transferência (a teoria, por assim dizer), diria que sim. Ou pelo menos se supõe que ele minimamente reconheça ali algo da relação que possa estar além do respeito a si mesmo. Agora, compreender se se trata de "paixão" de fato, ao terapeuta, já seria outra questão, pois a transferência encobre certos elementos que pode deixar em dúvida esse sentimento. Dependendo de como isso transcorrer ao longo das sessões, a análise pode acaber sendo interrompida. Pode ser necessário o encaminhamento para outro profissional. Pode-se trabalhar o que o paciente está sentido e disso retirar algo na própria direção de tratamento das questões do mesmo... Enfim, são algumas possibilidades.

Grande abraço!

Leandro Winter

Leandro Winter

Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

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