Dr. Nelcivone Soares de Melo

Hematologista · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRM-GO 2726 - RQE Nº: 1871 - RQE Nº: 1558

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Experiência

- Médico graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG).
- Residência médica em Hematologia e Hemoterapia no Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcante (Hemorio).
- Ex-professor de Hematologia da Faculdade de Medicina da UFG.
- Ex-professor de Hematologia e Genética da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).
- Especialista em Patologia Clínica e Medicina Laboratorial pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML).
- Ex-Diretor Técnico do Laboratório Atalaia e Laboratório Hemolabor.
- Trabalhou como Hematologista e Hemoterapeuta nos seguintes hospitais: Hospital das Clínicas da UFG, Hospital Santa Helena, Hospital Araujo Jorge, Hospital Santa Mônca e Instituto de Neurologia de Goiânia.
- Trabalha atualmente no Cebrom/Oncoclínicas e no Laboratório Jarbas Doles.
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Doenças do sangue
  • Onco-hematologia
  • Hematologia adulto
  • Hematologia geral

Pacientes que trato

Adultos
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (2)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Consulta Hematologia e Hemoterapia

    A partir de R$ 800

  • Telemedicina - primeira consulta

    R$ 450

  • Tratamento de linfomas


  • Tratamento de leucemia cronica


  • Tratamento de anemias


Artigos

Mieloma Múltiplo

O mieloma múltiplo é um câncer de plasmócitos, que são glóbulos brancos responsáveis pela produção de anticorpos na medula óssea. Nessa doença, plasmócitos anormais se multiplicam descontroladamente e produzem uma proteína defeituosa (proteína monoclonal), que pode causar danos aos rins e outros órgãos. O acúmulo dessas células malignas na medula óssea provoca a destruição do tecido ósseo, levando a dores fortes e fraturas espontâneas. Os sintomas clássicos são resumidos pela sigla CRAB: cálcio alto, insuficiência renal, anemia e lesões ósseas. O diagnóstico envolve exames de sangue, urina e biópsia de medula. O tratamento evoluiu muito com imunoterapias e transplante. *


Leucemia Linfocítica Crônica

A leucemia linfocítica crônica (LLC) é um câncer de progressão lenta que afeta os linfócitos B, células de defesa do sistema imune. É a leucemia mais comum em adultos nos países ocidentais, sendo raramente diagnosticada em jovens. Na LLC, os linfócitos anormais se acumulam no sangue, medula óssea e linfonodos, mas não conseguem combater infecções de forma eficaz. Muitos pacientes são assintomáticos por anos, descobrindo a doença através de um aumento de leucócitos no hemograma de rotina. Sintomas como suores noturnos, perda de peso e gânglios inchados podem surgir com o tempo. O tratamento não é imediato para todos; muitos seguem em observação até que a doença mostre sinais de progressão. *


Leucemia Linfocítica Aguda

A leucemia linfocítica aguda (LLA) é um câncer de progressão rápida que afeta os linfócitos, células responsáveis pela defesa do organismo. É o tipo de câncer mais comum na infância, embora também ocorra em adultos. Na LLA, a medula óssea produz linfoblastos imaturos que se multiplicam descontroladamente, impedindo a fabricação de células saudáveis. Isso causa anemia, infecções frequentes, sangramentos e dores ósseas. O diagnóstico é urgente e envolve o mielograma e a imunofenotipagem para identificar o subtipo da doença. O tratamento principal é a quimioterapia, apresentando altas taxas de cura, especialmente em pacientes pediátricos. *


Leucemia Linfocítica

A leucemia linfocítica é um câncer que afeta os linfócitos, células de defesa do sistema imunológico. Ela surge quando a medula óssea produz essas células de forma anormal e descontrolada. Divide-se em aguda (LLA), comum em crianças e de evolução rápida, e crônica (LLC), mais frequente em idosos e de progressão lenta. Na forma aguda, o acúmulo de blastos impede a produção de células saudáveis, causando anemia, febre e manchas roxas. Na crônica, muitos pacientes são assintomáticos por anos, descobrindo a doença em exames de rotina. O diagnóstico é feito por hemograma, mielograma e imunofenotipagem. O tratamento varia de quimioterapia a terapias-alvo ou observação clínica. *


Leucemia Mielóide Crônica

A leucemia mieloide crônica (LMC) é um câncer de progressão lenta que se origina nas células-tronco da medula óssea. Ela é caracterizada pela produção excessiva de glóbulos brancos amadurecidos da linhagem mieloide. Em mais de 95% dos casos, a causa é uma alteração genética específica: a translocação entre os cromossomos 9 e 22, formando o cromossomo Philadelphia. Essa mutação cria o gene BCR-ABL, que sinaliza para as células se dividirem sem parar. Muitos pacientes são assintomáticos ao diagnóstico, descoberto em exames de rotina, mas podem apresentar cansaço e baço aumentado. O tratamento revolucionou-se com os inibidores de tirosina quinase, medicamentos orais altamente eficazes. *


Leucemia Mielóide

A leucemia mieloide é um câncer originado nas células precursoras da linhagem mieloide na medula óssea, responsáveis por formar glóbulos brancos (neutrófilos, monócitos), glóbulos vermelhos e plaquetas. Ela se divide em duas formas principais: a aguda (LMA), de progressão rápida e agressiva, exigindo tratamento imediato com quimioterapia; e a crônica (LMC), que evolui lentamente e está frequentemente associada à presença do cromossomo Philadelphia. Os sintomas incluem fadiga, infecções frequentes e sangramentos. O diagnóstico é feito por hemograma, mielograma e exames citogenéticos. O controle da LMC avançou muito com o uso de terapias-alvo orais. *

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13 opiniões

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  • I

    Excelente profissional, muito atencioso, amei como ele atendeu meu marido. Muito simpático, muito tempo não ficamos tão à vontade assim . Super recomendo.

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    Dr. Nelcivone Soares de Melo

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    dr maravilhoso muito educado explica de um modo que tira suas dúvidas muito atencioso

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Dúvidas respondidas

1659 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Anemia

Bom dia! Fiz exame agora pela manhã e foram retirados 15 tubos para 40 exames. Achei muito! Minha pressão abaixou e, por uns segundos, fiquei com as vistas brancas, recuperando-me pouco tempo depois apos as técnicas me colocarem em outra cadeira. Voltei pra casa, me alimentei, mas sinto q ainda estou meio fraco. Sempre me cuidei, malho e corro com boa frequência, iniciei uma dieta recente para ganho de massa, onde me alimento muito bem, por isso não imaginava que sentiria tanto, apesar q já fiz um exame 4 anos atrás, que retirou 7 tubos (só que maiores), e também fiquei fraco. É normal essa fraqueza após ou devo buscar um especialista?

Bom dia. É perfeitamente normal sentir fraqueza e ter uma queda de pressão após a coleta de uma quantidade maior de tubos, como os 15 que você mencionou. O que você sentiu no laboratório, as vistas brancas e a tontura, chama-se síncope vasovagal. Isso não acontece necessariamente pela perda de volume de sangue, que é muito pequena (15 tubos somam aproximadamente 60 a 90 ml, o que é menos de 20% de uma doação de sangue comum), mas sim por uma reação do sistema nervoso ao estímulo da agulha, ao jejum ou ao estresse da coleta.

Como você já teve uma reação parecida no passado, seu corpo parece ter uma sensibilidade maior a esse tipo de procedimento. Mesmo sendo um atleta que se alimenta bem, o jejum prolongado somado à reação emocional ou física do organismo pode causar esse mal-estar residual. A recomendação agora é manter o repouso hoje, evitar treinos pesados ou corridas nas próximas 24 horas e focar em uma hidratação muito generosa, além de manter sua dieta de ganho de massa normalmente.

Você não precisa buscar um especialista com urgência por causa desse episódio isolado, pois os sintomas descritos são típicos e passageiros. No entanto, na próxima vez que precisar colher sangue, avise antecipadamente que costuma passar mal; os laboratórios podem realizar a coleta com você deitado, o que previne a queda de pressão e a sensação de fraqueza. Se a fraqueza persistir por mais de dois dias ou se você sentir palpitações fortes mesmo em repouso, aí sim vale uma consulta com um clínico geral ou hematologista para avaliar se há alguma outra causa, como uma anemia leve que você ainda não saiba.
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Dr. Nelcivone Soares de Melo

Pergunta sobre Neutrofer

Olá! Posso fazer o exame Mutação BCR ABL qualitativa tomando Neutrofer?

Sim, você pode fazer o exame de mutação BCR-ABL qualitativo tomando Neutrofer. O Neutrofer é um suplemento de ferro (glicinato férrico) e não interfere na detecção do rearranjo genético BCR-ABL, que é realizado através de técnicas de biologia molecular, como o PCR, no sangue ou na medula óssea. Esse exame busca identificar a presença do cromossomo Filadélfia, comum em certas leucemias, e o uso de reposição de ferro não altera o material genético das células analisadas. Portanto, não é necessário interromper o uso do medicamento para a coleta, a menos que seu médico tenha dado uma orientação específica por outro motivo clínico.
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Dr. Nelcivone Soares de Melo
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Perguntas frequentes