Salpingectomia videolaparoscopica - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Salpingectomia videolaparoscopica

Informação sobre Salpingectomia videolaparoscopica

A salpingectomia (salpingo+ectomia) é a extirpação da trompa de Falópio (uni ou bilateral). A salpingectomia é raramente feito por iniciativa própria a não ser no caso de gravidez tubária, ou quando uma certa quantidade de líquidos retidos ou pus acha-se dentro de uma trompa. A salpingectomia é indicada nas pacientes com ectópica rota, prole constituída, gravidez ectópica anterior, lesão tubária extensa, e quando a salpingostomia é realizada e persiste sangramento incontrolável. A remoção completa da tuba é um procedimento tecnicamente simples e de fácil execução por via laparoscópica. A videolaparoscopia é uma intervenção minimamente invasiva feita em Hospital sob anestesia geral. Através de uma microcâmera de vídeo introduzida no abdome por uma incisão mínima na região do umbigo, visualizam-se os órgãos genitais internos: útero, ovários e órgãos vizinhos. Com esse aparelho permeabilidade tubária, aderências e endometriose são diagnosticadas e podem ser tratadas cirurgicamente sem a necessidade de cortar o abdome. Na salpingectomia videolaparoscopica fazem-se uma punção umbilical e duas punções auxiliares que permitem um acesso adequado para a tesoura e o cautério bipolar, iniciando a remoção da tuba a partir da porção ístmica. A salpingectomia é a cirurgia mais radical duma gravidez ectópica, porque limita a capacidade de fertilidade da mulher. A remoção das trompas leva à eliminação do canal de ligação entre os ovários e o útero e à esterilização da mulher.

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Os especialistas falam sobre a Salpingectomia videolaparoscopica

A hidrossalpinge, que é líquido acumulado na trompa, devido a um processo infeccioso prévio, é a principal indicação de salpingectomia videolaparoscópica. Nessa cirurgia, a trompa doente é totalmente retirada, com a utilização de pinças longas, que cortam e cauterizam, e que entram por 2 ou 3 pequenas incisões de 0,5cm, próximas da marca do biquini. Como na videolaparoscopia temos que insuflar gás carbônico no abdome para visualizar os órgãos, a anestesia tem que ser GERAL. A recuperação pós operatória é ótima, com pouca dor, diferentemente das cirurgias convencionais, que tem grandes cicatrizes. Normalmente, a paciente recebe alta no dia seguinte da cirurgia.
Dra. Michelly Azevedo Da Motta
Dra. Michelly Azevedo Da Motta Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Rio de Janeiro

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Estas são as mais populares:

Vc tem duas coisas distintas. Uma é a endometriose profunda, que é uma doença importante e que merece ser tratada com toda atenção que essa doença merece. A outra, é um atraso menstual que tem que ser investigado pois existem diversos fatores. Em uma consulta poderei te orientar melhor.

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Dra. Marisabel Boere de Moraes Reis Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Salvador

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A salpingectomia é a retirada cirúrgica das tubas uterinas, realizada através de vídeo-laparoscopia.

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Ola. A taxa de sucesso da reversão da laqueadura pode ser tão baixo quanto 20%. Os procedimentos de reprodução assistida podem ter uma taxa de sucesso maior. Se você tiver 2 ou mais cesáreas, a reversão da laqueadura não deverá ser realizada. Se você tem um problema de saúde que possa ser agravado por uma gravidez, a reversão não deverá ser realizada. Não existe idade limite para reversão. No entanto, após os 35 anos, a mulher apresenta uma redução da fertilidade, aumento do risco de malformações e aumento do risco de abortos. Se tiver mais de 35 anos, a reversão da laqueadura não é uma garantia de gravidez. Se você fez a laqueadura por corte ou durante a cesárea, existe chance de reversão da laqueadura. Se você fez por laparoscopia, a chance de reversão é pequena. Converse com o seu médico. Esclareça suas dúvidas. Agende a sua consulta.

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Dr. Heitor Leandro Paiva Rodrigues Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

Ribeirão Preto

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Olá. Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A sua avaliação clínica através da história clínica, suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. O exame de ultrassom pode ser necessário. Será que a dor pélvica é devido a sua cirurgia? Na avaliação da dor pélvica todos os órgãos da pelve devem ser avaliados: útero, trompa, ovário, intestino, bexiga, ureter, reto, cicatrizes, aderências, etc. Por exemplo, aproximadamente 60% das dores pélvicas são de origem intestinal. Existe tratamento para essas dores: fisioterapia, medicações moduladoras de dor, bloqueio anestésico, anticoncepcionais, etc. Qual foi a indicação da sua retirada de trompa? Gravidez ectópica? Hidrossalpinge? Endometriose? O seu médico consegue fazer a avaliação inicial, solicitar os exames necessários e iniciar o tratamento. Agende a sua consulta. Converse com o seu médico.

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