Terapia Cognitivo-Comportamental - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

Informação sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

Nomes alternativos: Psicoterapia Cognitivo Comportamental, TCC.

 

Psicoterapia é baseada na vinculação de transtornos mentais e a conduta para identificar e mudar os padrões de comportamento do paciente. É uma terapia de curto prazo, porque se concentra no concreto conflito do afetado como acontece na depressão, ansiedade, pânico, fobias, vícios, distúrbios alimentares, sono, parceiros, entre outros.

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Os especialistas falam sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental

Pensamento --> sentimento --> comportamento. Esta tríade funciona todo o tempo em nós, em constante interação e quando conseguimos identificar as distorções que estão em alguns pensamentos e confronta-las, podemos reduzir a intensidade dos sentimentos que incomodam e modificar consequentemente nossas respostas (comportamentos). Temos ainda a possibilidade de conhecer nossas crenças disfuncionais e substitui-las por outras mais funcionais para nós. É um trabalho lindo.
Creuza M Salvaterra
Creuza M Salvaterra Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Ipatinga

A Terapia Cognitivo-Comportamental oferece um grande diferencial na maioria dos casos, pois pauta-se pela raiz do problema de maneira assertiva. Dessa forma, podemos identificar exatamente quais as motivações para tal sentimento e comportamento. Pensamento, emoção e comportamento estão conectados e é justamente nesses pontos que a Terapia Cognitivo-Comportamental irá focar, trazendo resultados significativos para sua vida. Minha experiência com esta abordagem faz com que eu acredite cada vez mais em sua eficácia e direcione sempre meus atendimentos a fim de atingir esses objetivos. Buscar resultados e entregar valor aos meus pacientes é o meu foco e é o que me inspira.
Luísa Negrão de Moura
Luísa Negrão de Moura Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Curitiba

Todo atendimento na abordagem da TCC é focado no objetivo em que o paciente busca e não consegue conquistar sozinho. Por exemplo: se ele tem fobia de andar de avião, o terapeuta não vai em busca de informações do passado da pessoa (infância). Ele começa o tratamendo do momento atual do paciente, com sinais e sintomas prensente nele. E o tratamento só finaliza quando o mesmo conseguiu vencer essa fobia. O objetivo principal dessa abordagem é fazer com que o paciente se transforme no seu próprio terapeuta, afim de não criar dependências com algum profissinal, praticando habilidades e pontos fortes que estão adormecidos na pessoa.
Dra. Karime Pinto Rocha Marconcini
Dra. Karime Pinto Rocha Marconcini Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Vitoria

Trata-se de modelo psicoterápico estruturado, voltado para o presente e para a solução de problemas atuais através da modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais. O tratamento está baseado em uma formulação cognitiva, crenças e estratégias comportamentais que caracterizam um transtorno especifico, objetivando uma mudança duradoura dos padrões emocionais e comportamentais. Método amplamente testado e com eficácia comprovada no tratamento de diversos transtornos mentais.
Dr. Rafael Vaz
Dr. Rafael Vaz Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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Belo Horizonte

A terapia cognitiva comportamental tem como base o trabalho no contexto dos pensamentos, sentimentos e seus comportamentos. Cada pessoa pode interpretar de diferentes formas o mesmo acontecimento e isso será o diferencial para cada resposta ao comportamento e emoções diferentes. Nossas interpretações se determinam pela forma com que reagimos diante do que acreditamos, ou seja, nossas crenças, que muitas vezes não estão adaptadas de maneira mais realista e funcional. Estes pensamentos e crenças disfuncionais em que não ajudam em nossa melhora interferem na forma como nos comportamos, seja deprimindo, ficando ansioso, cada um reage de uma forma diante de seus pensamentos.
Cleunice Paez Borges
Cleunice Paez Borges Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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São Paulo

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Estas são as mais populares:

Em função de estudos (controversos) nos EUA que mencionavam a necessidade de, em média, 12 sessões para resolução de problemas psicológicos, esse passou a ser um número adotado por planos de saúde em geral. Atualmente se questiona muito esse número predeterminado para um trabalho de psicoterapia, em especial em abordagens bem estruturadas como as terapias comportamentais. Cada caso exige uma frequência e duração diferentes, levando em conta as demandas clínicas e também as capacidades e perfil do cliente ao trabalhar essas demandas dentro e fora de psicoterapia. Os números são bastante flexíveis e pode ser que uma pessoa possa ter melhora efetiva em três ou quatro sessões. Já outros casos demandam algumas dezenas de atendimentos para se concluir a alta clínica. Há ainda casos bem específicos que exigem acompanhamento contínuo.

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Rodrigo Puppi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

Curitiba

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Olá! Independente da abordagem escolhida, é importante ter em mente que não é ela que vai controlar o sintoma, seja ele qual for. O que seria mais adequado é estar disposto a encarar esse ciúme, buscar compreender o que o origina e o motiva. Talvez buscar olhar para si e para seu relacionamento, tentar compreendê-lo de forma mais completa e identificar os pontos que podem estar sendo compensados por esse ciúme excessivo. Isso pode ser feito tanto por um psicólogo que segue a linha da TCC quanto por um que trabalhe com qualquer outra abordagem. O fator determinante aqui é a disposição e a energia do indivíduo para lidar com suas questões. Espero ter esclarecido! Um abraço!

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Alana Zanlorenzi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Campo Largo

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Parte das pessoas que sofrem com TOC não apresentam resposta satisfatória aos tratamentos mais comumente utilizados. Para ter certeza que este é o caso de seu filho é preciso considerar as seguintes questões: 1 O diagnóstico está correto? Não há comorbidade com outros transtornos mentais (como esquizofrenia)? 2 A modalidade da psicoterapia foi terapia cognitivo comportamental (a que possui maior evidência de eficácia para tratamento do TOC)? Houve bom vínculo entre seu filho e o terapeuta? Foi realizada com intensidade e duração suficiente para dar resultado? 3 Foram prescritas medicações indicadas para tratamento de TOC? Elas foram utilizadas em dose adequada (até a máxima ou mesmo doses supra máximas?) com boa adesão e com tempo suficiente para haver resposta clinica (pelo menos 3 meses)? 4 Foram utilizadas associação de medicamentos (como ISRS + antipsicótico, fluvoxamina + clomipramina)? 5 Após todos esses passos podem ser considerado tratamento cirúrgico.

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Tomás Rotelli de Olivieira Ferreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Uberaba

É indicada e melhora a previsão de eficácia do tratamento, mas certamente não é infalível

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Dr. Thiago Reis Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Teresina

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