Terapia Cognitivo-Comportamental - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

Informação sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

Nomes alternativos: Psicoterapia Cognitivo Comportamental, TCC.

 

Psicoterapia é baseada na vinculação de transtornos mentais e a conduta para identificar e mudar os padrões de comportamento do paciente. É uma terapia de curto prazo, porque se concentra no concreto conflito do afetado como acontece na depressão, ansiedade, pânico, fobias, vícios, distúrbios alimentares, sono, parceiros, entre outros.

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Os especialistas falam sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental

A terapia cognitivo-comportamental funciona tão bem porque é focada na resolução de problemas, na melhora da capacidade de entender como a pessoa pensa, como sente, como reage em cada situação e como isso afeta sua vida de forma geral. Rever crenças construídas ao longo da vida e aprender a modificá-las e a substituí-las por outras mais saudáveis e funcionais faz toda a diferença no processo. Venha conhecer e dar um novo rumo para sua história!!!!
Dra. Juliana Cristina Paim
Dra. Juliana Cristina Paim Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Brasília

A terapia cognitiva comportamental tem como base a resignificação de falsas crenças que produzem pensamentos automáticos os quais, por sua vez, produzem emoções que levam a comportamentos desadaptados e ineficientes. O objetivo central da terapia cognitiva é o ajuste das percepções que o indivíduo tem sobre si mesmo e o mundo onde se insere. São os processos cognitivos atuando em favor da compreensão das emoções que derivam dos pensamentos automáticos, identificação das falsas crenças que funcionam como gatilho para o surgimento desses pensamentos e assim, modular emoções e adquirir repertório comportamental adequado, edicaz e eficiente na busca da administração das situações de vida.
Maria Cristina Delattre

Psicóloga

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Curitiba

Trabalha com um conjunto de técnicas e estratégias terapêuticas, buscando uma reestruturação cognitiva do paciente, a partir de uma conceituação cognitiva da pessoa e de seus problemas.
Claudia H Aguiar
Claudia H Aguiar Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Niterói

Tenho ampla experiencia clínica em Terapia Cognitiva Comportamental , a especialização em Psicopatologia foi um diferencial na minha carreira , que me auxiliou a tratar os mais diferentes tipos de comorbidades psíquicas. Através de técnicas bem estruturadas e uma abordagem teórica com fundamentação científica, é possível promover uma evolução significativa em casos como depressão , ansiedade e ataques de pânico. Te convido a conhecer o meu trabalho.
Thiago Caltabiano
Thiago Caltabiano Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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São Paulo

A terapia cognitiva comportamental tem como base o trabalho no contexto dos pensamentos, sentimentos e seus comportamentos. Cada pessoa pode interpretar de diferentes formas o mesmo acontecimento e isso será o diferencial para cada resposta ao comportamento e emoções diferentes. Nossas interpretações se determinam pela forma com que reagimos diante do que acreditamos, ou seja, nossas crenças, que muitas vezes não estão adaptadas de maneira mais realista e funcional. Estes pensamentos e crenças disfuncionais em que não ajudam em nossa melhora interferem na forma como nos comportamos, seja deprimindo, ficando ansioso, cada um reage de uma forma diante de seus pensamentos.
Cleunice Paez Borges

Psicóloga

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São Paulo

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Nossos especialistas responderam 61 perguntas sobre Terapia Cognitivo-Comportamental.

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Estas são as mais populares:

Em função de estudos (controversos) nos EUA que mencionavam a necessidade de, em média, 12 sessões para resolução de problemas psicológicos, esse passou a ser um número adotado por planos de saúde em geral. Atualmente se questiona muito esse número predeterminado para um trabalho de psicoterapia, em especial em abordagens bem estruturadas como as terapias comportamentais. Cada caso exige uma frequência e duração diferentes, levando em conta as demandas clínicas e também as capacidades e perfil do cliente ao trabalhar essas demandas dentro e fora de psicoterapia. Os números são bastante flexíveis e pode ser que uma pessoa possa ter melhora efetiva em três ou quatro sessões. Já outros casos demandam algumas dezenas de atendimentos para se concluir a alta clínica. Há ainda casos bem específicos que exigem acompanhamento contínuo.

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Rodrigo Puppi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

Curitiba

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Olá! Independente da abordagem escolhida, é importante ter em mente que não é ela que vai controlar o sintoma, seja ele qual for. O que seria mais adequado é estar disposto a encarar esse ciúme, buscar compreender o que o origina e o motiva. Talvez buscar olhar para si e para seu relacionamento, tentar compreendê-lo de forma mais completa e identificar os pontos que podem estar sendo compensados por esse ciúme excessivo. Isso pode ser feito tanto por um psicólogo que segue a linha da TCC quanto por um que trabalhe com qualquer outra abordagem. O fator determinante aqui é a disposição e a energia do indivíduo para lidar com suas questões. Espero ter esclarecido! Um abraço!

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Alana Zanlorenzi

Psicóloga

Campo Largo

Olá!Não existe abordagem específica para problemas específicos. O ideal é que vc busque um profissional com o qual você estabeleça um vínculo de confiança e que se sinta atendido na sua demanda. Dessa forma, tanto abordagem Cognitivo-Comportamental, quanto abordagens Humanistas ou Psicanalíticas podem ser úteis. O importante é você procurar ajuda e se identificar com o profissional. Boa Sorte!

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Alessandra Costa Barbosa Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Goiânia

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Profissionais da área de psicologia de diferentes abordagens e que tratem adultos podem atendê-lo. O importante é que ele vá e se sinta acolhido por quem o tratar. No meu trabalho com violência doméstica buscávamos sensibilizar os profissionais de saúde mental para o seu papel que deve ser diferenciado do judiciário. Não nos cabe julgar, mas acolher e tratar. O tratamento só vai realmente acontecer se houver vínculo de confiança e que permita o paciente falar sem ser corrigido ou culpado a priori. É a qualidade deste vínculo que vai possibilitar ao paciente a reflexão sobre seus atos, enfim vai levá-lo a se perguntar o por quê de recorrer a agressão. Outro fator importante a considerar é que tal vínculo só vai acontecer se ele de fato quiser se tratar e se tal situação lhe trouxer sofrimento. O tratamento irá na direção de abordar o que acontece nos momentos de conflito e da possibilidade de elaboração da agressividade no domínio do pensamento e da fala e não mais da ação.

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Guilherme Henrique Lima Barati Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

São Paulo

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