Perguntas sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

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Perguntas sobre Terapia Cognitivo-Comportamental

56Perguntas

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517Pacientes agradecidos

Em função de estudos (controversos) nos EUA que mencionavam a necessidade de, em média, 12 sessões para resolução de problemas psicológicos, esse passou a ser um número adotado por planos de saúde em geral. Atualmente se questiona muito esse número predeterminado para um trabalho de psicoterapia, em especial em abordagens bem estruturadas como as terapias comportamentais. Cada caso exige uma frequência e duração diferentes, levando em conta as demandas clínicas e também as capacidades e perfil do cliente ao trabalhar essas demandas dentro e fora de psicoterapia. Os números são bastante flexíveis e pode ser que uma pessoa possa ter melhora efetiva em três ou quatro sessões. Já outros casos demandam algumas dezenas de atendimentos para se concluir a alta clínica. Há ainda casos bem específicos que exigem acompanhamento contínuo.

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Rodrigo Puppi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

Curitiba

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Olá! Independente da abordagem escolhida, é importante ter em mente que não é ela que vai controlar o sintoma, seja ele qual for. O que seria mais adequado é estar disposto a encarar esse ciúme, buscar compreender o que o origina e o motiva. Talvez buscar olhar para si e para seu relacionamento, tentar compreendê-lo de forma mais completa e identificar os pontos que podem estar sendo compensados por esse ciúme excessivo. Isso pode ser feito tanto por um psicólogo que segue a linha da TCC quanto por um que trabalhe com qualquer outra abordagem. O fator determinante aqui é a disposição e a energia do indivíduo para lidar com suas questões. Espero ter esclarecido! Um abraço!

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Alana Zanlorenzi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Campo Largo

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Olá, um bom começo seria a psicoterapia, procure em sua cidade! Ele poderá te ajudar com tarefas, direcionamento, dicas e principalmente no acolhimento diante de seu sofrimento.

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Elciane Lipski Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga, Psicopedagoga

Curitiba

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Olá! Sim, o Autista pode ser tratado por esse tipo de terapia, no entanto por apresentar uma configuração mais delicada é provável que os resultados venham a se apresentar de maneira mais vagarosa. É aconselhado que o Autista mantenha um leque de profissionais voltados para ele, como psiquiatras, terapeutas ocupacionais e que a família possa propiciar um ambiente de compreensão e de estímulos. Desejo Sorte

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Tibério Régis Mendonça Gurgel

Psicólogo

Fortaleza

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Olá!!!! Independente da abordagem terapêutica, o importante é que você procure um psicólogo o quanto antes para trabalhar as questões que mencionou...pois abuso na infância deixa marcas por toda a sua vida. Com a psicoterapia você vai aos poucos fechando essas feridas e se empoderando o da sua vida. Procure um psicólogo e não deixe que as circunstâncias decidam que caminho você vai seguir.

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Juliana Marinho Vettoraci

Psicóloga

Piúma

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Venho da Alemanha, e, por lá, estas queixas que você colocou são bastante comuns em pessoas que sofrem angústia de solidão (que existe muito lá). Claro que, com algumas linhas pela internet não existe hipótese diagnóstica séria. Mas me interessaria saber: como andam as amizades íntimas? O contato com a família (sente cumplicidade com alguém da familia)? E como anda a vida amorosa? Você descreveu o que você FAZ. Como anda sua noção de identidade (quem vc É)? Bem... só alguns "cutucões" para pensar mais um pouco :-) Quanto à linha (psicanálise, comportamental....), minha humilde opinião é que não deixe o método entrar no caminho da cura - um profissional de peso saberá usar da técnica para alcançar a alma, e não vice e versa. Em qualquer metié existe a vaidade. Conhecendo, vc ele saberá se pode atender à sua demanda com o conhecimento que tem, ou não. Seria como dizer que um cardiologista é melhor que um neurologista. Como dizem muito aqui no Brasil: Cada um é cada um:-)

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Dra. Ananda Gauzzi Pilozof Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Belo Horizonte

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É indicada e melhora a previsão de eficácia do tratamento, mas certamente não é infalível

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Dr. Thiago Reis Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Teresina

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Olá! Eu sugiro sessões de terapia cognitiva comportamental. Pois é a abordagem que trata com mais rapidez e eficiência tais sintomas de transtornos de ansiedade. Espero ter ajudado. Melhoras p vc!

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Beatriz Sá Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Rio de Janeiro

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Um bom psicólogo pode auxiliá-lo, sim. Independente da abordagem teórico-técnica utilizada por ele. Um psicólogo que utilize a TCC, bem como alguma outra das diversas abordagens em Psicologia, pode ser um parceiro nas mudanças que você deseja implementar. O vínculo terapêutico é também importante nesse processo. Cuidar bem da saúde emocional levará você mais longe! Boa sorte!

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Lorena de Queiroz Furlani Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Fortaleza

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Parte das pessoas que sofrem com TOC não apresentam resposta satisfatória aos tratamentos mais comumente utilizados. Para ter certeza que este é o caso de seu filho é preciso considerar as seguintes questões: 1 O diagnóstico está correto? Não há comorbidade com outros transtornos mentais (como esquizofrenia)? 2 A modalidade da psicoterapia foi terapia cognitivo comportamental (a que possui maior evidência de eficácia para tratamento do TOC)? Houve bom vínculo entre seu filho e o terapeuta? Foi realizada com intensidade e duração suficiente para dar resultado? 3 Foram prescritas medicações indicadas para tratamento de TOC? Elas foram utilizadas em dose adequada (até a máxima ou mesmo doses supra máximas?) com boa adesão e com tempo suficiente para haver resposta clinica (pelo menos 3 meses)? 4 Foram utilizadas associação de medicamentos (como ISRS + antipsicótico, fluvoxamina + clomipramina)? 5 Após todos esses passos podem ser considerado tratamento cirúrgico.

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Tomás Rotelli de Olivieira Ferreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Uberaba

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