Tratamento Adicção - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Tratamento Adicção

Os especialistas falam sobre a Tratamento Adicção

Abordagem ampla com individualização de cada caso, uso de técnicas de entrevista motivacional, e prevenção de recaídas. Tratamento de dependência de álcool, dependência múltiplas drogas, tabagismo e comórbidos associados como depressão, ansiedade, transtornos psicóticos e transtorno de controle de impulsos.
Dr. Marcelo Alves Carriello
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Psiquiatra

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Curitiba

Já escutou o termo inglês “Workaholic”? Em tradução livre, significa viciado em trabalho. Você conhece alguém que seja um trabalhador compulsivo ou dependente do emprego? No atual cenário que estamos é muito comum identificarmos pessoas com essa dependência. Fatores como competitividade, o medo de fracassar, vaidade, necessidade de sobrevivência em garantir seu trabalho, influenciam o surgimento dessa compulsividade. O indivíduo geralmente não consegue desligar do trabalho, mesmo em casa ou em convivência com amigos e familiares, em alguns casos, esse workaholic vive recluso, sempre pensando no que pode fazer diferente em seu trabalho.
Dr. Valdir Campos
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Psiquiatra

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Belo Horizonte

Os tratamentos mais bem sucedidos das adicções costumam envolver diversos profissionais (psicólogos, médicos, terapeutas ocupacionais, entre outros). A respeito da dimensão psicológica desse tratamento, sua intenção é a de compreender o espaço que a adicção ocupa na vida do sujeito, investigando os significados subjacentes a esse comportamento para aquele indivíduo especificamente. A ideia é que essa compreensão possa modificar a relação que o sujeito mantém com o objeto de sua adicção.
Rafael Barreto Campos
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Psicólogo

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São Paulo

O tratamento para a Dependência Química é realizado de acordo com os objetivos do cliente, seja ele redução de danos ou abstinência. Para tanto, utilizamos técnicas de avaliação do uso e ofereço devolutiva informativa a respeito para definir os objetivos do tratamento; em seguida, ofereço terapia cognitiva comportamental à fim de identificar ganhos e perdas do uso; traçar metas e estratégias; desenvolver estratégias de enfrentamento para situações gatilho; motivação para mudança; prevenção de recaída; manejo da fissura; e as dificuldades de mudar (pensamentos, crenças e estratégias). Esse tratamento é contínuo. O objetivo é que o cliente sinta-se acolhido e compreendido sobre seu problema.
Ana Paula Gonçalves Donate
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Psicóloga

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São Paulo

O tratamento do Transtorno do uso de substâncias deve sempre considerar a a avaliação de existência de comorbidades, tais como: ansiedade, depressão, transtorno bipolar, TDAH e transtorno borderline. O tratamento da comorbidade é fundamental para o objetivo terapêutico, que é remissão, isto é, atingir a abstinência e manutenção da mesma. O tratamento específico varia conforme a substância. A nicotina e opióides possuem psicotrópicos específicos, bem como no caso do alcoolismo, o que aumenta a chance de sucesso terapêutico. A cocaína (ou crack) e maconha possuem abordagens atuais que aumentam a chance de evitar recaída no uso. O trabalho multidisciplinar e apoio familiar são fundamentais.
Dr. Demétrius de Luna Lopes Benevides
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Psiquiatra

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São João del Rei

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Nossos especialistas responderam 7 perguntas sobre Tratamento Adicção.

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Estas são as mais populares:

Prezada: O tratamento de transtorno de uso de álcool é demorado e deve haver persistência. Não existe nenhuma psicoterapia preferencial, apesar de que a maioria dos estudos foi feita com terapia comportamental-cognitiva, que mostrou ser eficaz. Existem alguns remédios específicos para o alcoolismo, a saber - naltrexona, dissulfiram e acamprosato (este último não tem, no Brasil). Internação é indicada em situações de intoxicação aguda ou para interromper o hábito e planejar o que fazer quando se volta à vida normal. Internações prolongadas (mais que 3 a 4 semanas) não são cientificamente justificáveis e provavelmente não são úteis porque a pessoa fica protegida artificialmente justamente daqueles estímulos que desencadeiam o uso. A pessoa deve evitar os gatilhos que desencadeiam o uso e, se necessário, aprender a lidar com estas situações em seu contexto natural. No transtorno bipolar, importante a estabilização, pois a depressão ou a mania aumentam os riscos de recaídas.

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Ivan Mario Braun Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

São Paulo

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Olá, o uso de álcool não necessariamente desperta o interesse e curiosidade pelas drogas. O momento de vida, o ambiente social ,a estrutura de personslidade e de família são fatores determinantes na busca por experiências com drogas. O jovem é mais suscetível as influências do grupo ao qual pertence, mas seu envolvimento pode acontecer apenas superficialmente ou conforme os fatores citados acima levá-lo ao uso constante e até ao vício .

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Deborah Mantovani Machado Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicanalista, Psicólogo

Belo Horizonte

A compulsão, seja ela qual for, é sempre uma "fuga", mas causa sofrimento, pois se torna um ciclo vicioso de anestesia e sofrimento por não ter controle do consumo, gerando dívidas e conflitos por conta disso. Acho importante procurar ajuda de um profissional como um psicólogo, para descobrir quais são os vazios existenciais que a compulsão está entrando, onde isso começou, como lidar com esse vazio, ou até mesmo fechando esse vazio se auto conhecendo. Outra forma de aliviar é ter o hábito de meditar diariamente, estudos comprovam o como a meditação vem ajudando nas compulsões e inclusive vem sendo uma forma de prevenção de recaída, ela baixa a ansiedade, com isso diminui o impulso de buscar algo externo para saciar o interno e com o tempo isso vai melhorando. Existe o grupo Devedores Anônimos, onde todos passam pelo mesmo problema e se auto ajudam com as partilhas. Espero ter ajudado. BJs

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Laissa Sobrinho Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Rio de Janeiro

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Toda compulsão de certa forma tem uma raiz comum. Busca -se algo para preencher um vazio que é estrutural, uma falta que é de todos nós e que a maioria de nos usa positivamente para conseguir nossos objetivos. Não é caso de medicação, eu acho, pois não se trata de uma dependência de substâncias, embora vá gerar crise de abstinência. Procure um Psicólogo Clínico e inicie um tratamento sério. Aos poucos, você vai entender porque não consegue lidar com a vida como ela é e precisa colocar essa espécie de tempero adicional, esse gozo que só traz prejuízos e problemas. Então, você vai começar a sair dessa posição de submissão ao jogo e tornar-se sujeito de sua própria vida.

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Paulo Renato Oliveira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicanalista, Psicólogo

Rio de Janeiro

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