associação de mirtazapina com ginkgo biloba,há algum problema?,pode-se fazer o uso?

associação de mirtazapina com ginkgo biloba,há algum problema?,pode-se fazer o uso?

6 respostas


De forma geral, a associação entre medicamentos psiquiátricos e suplementos fitoterápicos exige cautela, mesmo quando não há uma contraindicação formal conhecida. Produtos naturais também podem exercer efeitos no organismo e interferir na ação de outros tratamentos, além de potencialmente aumentar o risco de efeitos adversos em algumas situações. Por esse motivo, qualquer suplementação deve ser informada ao médico responsável pelo acompanhamento, para que seja avaliada a segurança da combinação de acordo com as características clínicas e os demais tratamentos em uso.

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não há problema, exceto o fato de ginko bilola não ter comporvação cientifica para uso.


Pode ser usado junto


Não é recomendável iniciar ginkgo biloba junto com mirtazapina sem orientação médica. Embora não exista uma interação direta obrigatoriamente grave em todos os pacientes, o ginkgo pode interferir na coagulação e possui potenciais interações com diferentes medicamentos. Além disso, suplementos não são necessariamente isentos de efeitos adversos. O psiquiatra pode verificar a indicação do ginkgo, os demais medicamentos utilizados e possíveis fatores de risco antes de autorizar a associação.


A associação de mirtazapina com ginkgo biloba merece cautela. Embora não exista uma contraindicação absoluta em todos os casos, o ginkgo pode apresentar efeitos sobre a coagulação e possui potencial de interação com diversos medicamentos. A mirtazapina, por sua vez, pode causar sonolência, aumento do apetite e alterações de peso. Como você está em tratamento psiquiátrico, o ideal é informar ao psiquiatra todos os suplementos utilizados, inclusive produtos naturais. Não é recomendável iniciar ginkgo biloba por conta própria durante o tratamento de depressão, ansiedade ou insônia sem avaliar possíveis riscos e benefícios.


Essa associação não deve ser considerada automaticamente segura apenas porque o Ginkgo biloba é um produto de origem vegetal. Fitoterápicos também possuem efeitos farmacológicos e podem apresentar interações com medicamentos. O Ginkgo pode aumentar a preocupação com sangramentos quando associado a determinadas medicações e existem outras possíveis interações que dependem do quadro clínico e dos demais medicamentos utilizados. A mirtazapina, por sua vez, é um antidepressivo cuja indicação e tolerabilidade devem ser acompanhadas pelo psiquiatra. Portanto, antes de iniciar o Ginkgo biloba, informe ao médico ou farmacêutico todos os medicamentos, fitoterápicos e suplementos que utiliza, especialmente se houver uso de anticoagulantes ou antiagregantes ou histórico de convulsões. Evite iniciar a associação por conta própria.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.