Bom dia, minha filha tem 32 anos é autista nível 3 e faz uso de neuleptil 4% 20 gts e quetiapina de

Bom dia, minha filha tem 32 anos é autista nível 3 e faz uso de neuleptil 4% 20 gts e quetiapina de 50 mg, mas aindavtem dificuldade de dormir. É comum?

8 respostas


Sim. Precisaria ajustar a medicação. Testar outras opções ou aumentar doses. Veja com seu médico qual melhor caminho agora

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Bom dia. Sim, isso pode acontecer. Em pessoas com TEA nível 3, mesmo com uso de medicamentos como neuleptil (periciazina) e quetiapina, a dificuldade para dormir pode persistir porque o sono nesses casos costuma ser influenciado por vários fatores ao mesmo tempo: hiperatividade cerebral, rigidez de rotina, ansiedade, sensibilidade sensorial e alterações do ritmo circadiano. Ou seja, nem sempre apenas um ou dois medicamentos conseguem regular completamente o sono. A quetiapina em dose baixa (como 50 mg) geralmente ajuda mais na sedação leve, mas nem sempre é suficiente para manter o sono ao longo da noite. Já o neuleptil pode ajudar na impulsividade e agitação, mas também não é um hipnótico específico. Outro ponto importante é que, em alguns casos, pode haver tolerância parcial ao efeito sedativo, ou o sono pode estar sendo prejudicado por fatores externos (rotina irregular, luz, barulho, ansiedade antecipatória de dormir, ou até refluxo e desconfortos físicos não percebidos com facilidade). Em resumo: sim, é relativamente comum ainda haver insônia mesmo com essa combinação, especialmente em TEA nível 3, e isso não significa necessariamente que o tratamento está inadequado, mas que pode precisar de ajuste de estratégia de sono, não apenas de medicação. O ideal é que o psiquiatra reavalie: padrão do sono (início vs manutenção) horário das medicações possíveis ajustes de dose ou troca de estratégia e intervenções não farmacológicas estruturadas (rotina de sono muito consistente, redução de estímulos, etc.)


Sim, é relativamente comum que pessoas com TEA nível 3 ainda apresentem dificuldade de sono, mesmo em uso de medicação como neuleptil e quetiapina. O sono nesses casos pode ser mais sensível a fatores comportamentais, sensoriais e de rotina. Se a insônia persiste, é importante reavaliar com o psiquiatra para ajustar o tratamento e investigar outros fatores associados.


Pode ocorrer, talvez melhor aumentar a dose de algum deles


Olá! Sim, isso pode acontecer. Pessoas com autismo podem apresentar alterações do sono mesmo usando medicações como Neuleptil e quetiapina. O ideal é conversar com o médico responsável pelo seu acompanhamento para reavaliar o tratamento e investigar outras possíveis causas da dificuldade para dormir.

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Generalista

São Bernardo do Campo

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Sim, é possível que mesmo utilizando Neuleptil (periciazina) e quetiapina ainda exista dificuldade para dormir, especialmente em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3. Alterações do sono são frequentes no autismo e podem estar relacionadas a fatores como ritmo circadiano, ansiedade, sensibilidades sensoriais, rotina, desconfortos físicos ou necessidade de ajuste das medicações. A quetiapina e o Neuleptil podem ter efeito sedativo, mas a resposta varia bastante entre os pacientes. Algumas pessoas necessitam de ajustes de dose, mudança de horário ou investigação de outros fatores que estejam prejudicando o sono. É importante não aumentar ou modificar as medicações por conta própria. O ideal é conversar com o psiquiatra que acompanha sua filha para avaliar a qualidade do sono, possíveis causas associadas e a melhor estratégia terapêutica. Um manejo individualizado, incluindo organização da rotina e intervenções comportamentais, costuma ser importante para melhorar o sono e a qualidade de vida.


Em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente nível 3, alterações do sono são relativamente frequentes e podem persistir mesmo com o uso de medicações como Neuleptil (periciazina) e quetiapina. Embora essas medicações possam auxiliar em alguns sintomas comportamentais, ansiedade, irritabilidade e organização do sono, a resposta varia bastante entre os pacientes. A dificuldade para dormir pode estar relacionada a diversos fatores, como alterações do ritmo circadiano, sensibilidades sensoriais, ansiedade, rotina inadequada de sono, desconfortos físicos ou características próprias do autismo. Também é importante avaliar o horário das medicações, pois em algumas pessoas o efeito sedativo pode não ser suficiente ou pode haver necessidade de ajuste individualizado. O ideal é conversar com o psiquiatra que acompanha sua filha para avaliar a qualidade do sono, a dose e o horário das medicações, além de investigar outros fatores que possam estar interferindo. Não é recomendado aumentar ou modificar as doses por conta própria. Um acompanhamento especializado permite melhorar sintomas associados como irritabilidade, ansiedade, alterações do sono e dificuldades comportamentais, buscando mais qualidade de vida e bem-estar.


Em pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3, dificuldades relacionadas ao sono são relativamente frequentes, mesmo com o uso de medicamentos como Neuleptil (periciazina) e quetiapina. Alterações do ritmo circadiano, ansiedade, hipersensibilidade sensorial, dificuldades de regulação emocional e características próprias do autismo podem contribuir para insônia ou sono não reparador. A quetiapina e o Neuleptil podem auxiliar em alguns sintomas comportamentais e, em alguns pacientes, favorecer o sono, porém a resposta varia bastante. O fato de ainda haver dificuldade para dormir não significa necessariamente que o tratamento esteja inadequado, mas pode indicar a necessidade de uma reavaliação médica. É importante que o psiquiatra avalie fatores como horário das medicações, qualidade do sono, rotina noturna, possíveis despertares, ansiedade, agitação, efeitos colaterais ou outras causas associadas. Ajustes de dose ou mudanças na estratégia terapêutica devem ser feitos somente pelo médico que acompanha o caso. O acompanhamento psiquiátrico individualizado é essencial no TEA, especialmente quando existem alterações de sono, irritabilidade, agitação ou dificuldades comportamentais, buscando melhorar o funcionamento diário e a qualidade de vida da paciente.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.