É normal de acontecer de se sentir extremamente mal até umas 4 horas após tomar o latuda? Me dá uma
É normal de acontecer de se sentir extremamente mal até umas 4 horas após tomar o latuda? Me dá uma sensação muito estranha, sinto uma sonolência em que não consigo fazer nada, só ficar deitada com o olho fechado e ao mesmo tempo uma sensação de angústia intensa, com preocupações sobre coisas ruins que podem acontecer no futuro e uma sensação como de depressão, só que após esse efeito de umas 4 horas ela ajuda a sentir mais disposição e ânimo pra fazer as coisas, algo que não consegui com nenhuma outra medicação, mas esse efeito durante essas 4 horas é insuportável, será que ingerindo ela todos os dias com o tempo isso melhora???
6 respostas
Sonolência é um tipo de efeito que pode ocorrer logo após a tomada de alguma medicação e melhorar nas horas que se seguem. Já os outros sintomas que você cita não costumam ser provocados agudamente por uso de medicações e podem nem estar relacionados à medicação. Uma correlação frequente, por exemplo, é com horário do dia que, em algumas pessoas, está correlacionado a mais sintomas depressivos. Converse com seu psiquiatra.
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Boa tarde, Essa reação pode acontecer com essa medicação em algumas pessoas. A lurasidona pode causar, logo após a tomada, sonolência intensa, sensação de lentificação e também um tipo de inquietação interna ou angústia, que pode lembrar ansiedade ou mal-estar emocional, especialmente nas primeiras semanas de uso. Isso acontece porque o medicamento está atingindo o pico de ação nesse período, e o organismo ainda está se adaptando aos efeitos nos neurotransmissores. Na prática, esses sintomas podem melhorar com o tempo em parte dos casos, conforme o corpo se ajusta, mas quando são muito intensos ou limitantes, podem indicar necessidade de ajuste de dose, horário ou estratégia. Como você descreve um benefício após esse período, isso é um ponto positivo, mas esse desconforto inicial não deve ser ignorado. Se esse padrão estiver difícil de tolerar, uma avaliação mais próxima pode ajudar a ajustar a condução de forma mais confortável e direcionada.
O que você descreve pode acontecer com a lurasidona (Latuda®). Nas primeiras horas após a tomada, algumas pessoas apresentam: Sonolência intensa, Sensação de angústia/inquietação interna, Piora transitória do humor ou pensamentos negativos E depois, com o passar das horas, sentem melhora de energia e disposição, como você relatou. Isso pode ocorrer por pico de ação da medicação nas primeiras horas, Sensibilidade individual à dose; Forma/horário de administração (a lurasidona deve ser tomada com alimento); Em muitos casos, esses efeitos melhoram com o tempo, mas não devem ser ignorados se estão intensos ou insuportáveis, como você descreveu. Não é recomendado manter sofrimento intenso esperando melhorar sozinho; Não ajuste dose ou horário por conta própria; Informe seu psiquiatra — pode ser necessário ajustar a dose; Mudar o horário (ex.: tomar à noite); Associar medicação para reduzir essa inquietação; Ou reavaliar a estratégia. Procure avaliação mais rápida se houver: Angústia muito intensa ou sensação de não conseguir ficar parada; Ideias negativas importantes ou piora do humor
A latuda (lurasidona) pode causar alguns efeitos adversos principalmente no período após a tomada, especialmente nas primeiras semanas de uso. A sensação de sonolência intensa, redução da energia, inquietação interna, angústia e piora transitória da ansiedade pode ocorrer em algumas pessoas durante a adaptação ao medicamento. Em alguns casos, esse desconforto pode estar relacionado à sedação, à acatisia (sensação de inquietação ou sofrimento interno difícil de explicar) ou à forma como o organismo está respondendo à medicação. É possível que esses efeitos diminuam com o uso contínuo, conforme o cérebro se adapta, mas uma reação descrita como “insuportável” merece ser discutida com o psiquiatra, pois pode ser necessário ajustar dose, horário ou estratégia de introdução. A lurasidona é uma medicação utilizada em condições como transtorno bipolar e outros transtornos do humor, podendo trazer melhora importante do ânimo e da funcionalidade, como você percebeu, mas o tratamento precisa equilibrar benefícios e tolerabilidade. Uma avaliação psiquiátrica individualizada é fundamental para acompanhar sintomas como ansiedade, depressão, insônia, angústia intensa e alterações do humor com segurança.
A lurasidona (Latuda) pode causar sonolência, tontura, náusea, inquietação ou sensação de desconforto em algumas pessoas, especialmente no início do tratamento. Entretanto, uma reação intensa durante aproximadamente quatro horas, seguida de melhora significativa da disposição, merece ser discutida com o psiquiatra. A forma de administração também é importante, pois a lurasidona deve ser tomada com alimento em quantidade adequada para favorecer sua absorção. O médico pode avaliar horário, dose, alimentação e possibilidade de que a intensidade do efeito diminua conforme o organismo se adapta. Não altere a dose ou horário sozinho. Se houver desmaio, reação alérgica, movimentos involuntários importantes, agitação extrema ou outros sintomas graves, procure atendimento. Uma avaliação especializada pode verificar se é possível preservar o benefício antidepressivo e, ao mesmo tempo, reduzir esse período de desconforto.
Latuda (lurasidona) pode causar sonolência, inquietação e acatisia, que é uma sensação interna de agitação ou angústia acompanhada, muitas vezes, de dificuldade para permanecer parado. Algumas pessoas descrevem essa sensação de maneira diferente da ansiedade habitual. Como você relata um período previsível e muito intenso após cada dose, isso merece ser discutido com seu psiquiatra, mesmo que posteriormente perceba melhora do ânimo e da disposição. Alguns efeitos adversos podem diminuir com adaptação, mas não é adequado simplesmente suportar um sintoma descrito como “insuportável” esperando que desapareça. Horário, dose, alimentação, outros medicamentos e possibilidade de acatisia precisam ser avaliados.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

