É normal sentir o coração mais acelerado nos primeiros dias de uso da sibutramina?

É normal sentir o coração mais acelerado nos primeiros dias de uso da sibutramina?

10 respostas


A sibutramina pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial em algumas pessoas, especialmente no início do tratamento. Porém, palpitações ou taquicardia persistente não devem ser consideradas normais e precisam de avaliação médica. O acompanhamento é importante para monitorar pressão, frequência cardíaca e resposta ao tratamento para emagrecimento e obesidade. Se houver dor no peito, falta de ar, tontura ou desmaio, procure atendimento imediatamente. Uma avaliação com endocrinologista permite individualizar o tratamento com segurança.

Dr. Pablo Leal

Dr. Pablo Leal

Endocrinologista

São Paulo

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A sibutramina pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial, especialmente no início do tratamento, por isso algumas pessoas percebem o coração mais acelerado. Entretanto, taquicardia persistente, palpitações importantes ou aumento significativo da pressão não devem ser ignorados. Recomenda-se medir a pressão e a frequência cardíaca e comunicar o médico que prescreveu o medicamento. Em casos de dor no peito, falta de ar, desmaio ou palpitações intensas, procure atendimento imediatamente. O acompanhamento com endocrinologista é importante durante o tratamento para emagrecimento e obesidade.

Dr. Filipe Teles Tomaz

Dr. Filipe Teles Tomaz

Endocrinologista

São Paulo

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A sibutramina pode provocar aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, especialmente no início do tratamento. Portanto, uma discreta aceleração pode ocorrer, mas não deve ser ignorada, principalmente se for persistente. É importante acompanhar pressão e frequência cardíaca e comunicar o médico que prescreveu a medicação. Palpitações intensas, dor no peito, falta de ar, tontura ou desmaio exigem avaliação imediata. O acompanhamento com endocrinologista é fundamental para garantir segurança durante o tratamento de emagrecimento e obesidade.

Dr. Igor Bernardes

Dr. Igor Bernardes

Endocrinologista

São Paulo

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Olá! Um dos efeitos colaterais da sibutramina é taquicardia (coração com batimentos acelerados). Sempre importante comunicar seu médico sobre alterações que esteja sentindo para definir sobre a continuidade ou não do tratamento. A sibutramina é uma medicação que pode ser indicada em situações específicas, mas idade, outros problemas e histórico de saúde tem que ser sempre avaliados antes da sua prescrição.


Sim, a sibutramina pode aumentar a frequência cardíaca e causar palpitações, inclusive no início do tratamento. Por isso, esse sintoma deve ser acompanhado, com controle da frequência cardíaca e da pressão arterial. Se a aceleração for importante, persistente ou vier acompanhada de dor no peito, falta de ar, tontura ou desmaio, procure atendimento médico. Dr. Arthur Henrique Caixeta - Médico Endocrinologista Pediátrico/Adulto

Dr. Arthur Caixeta

Dr. Arthur Caixeta

Endocrinologista

São Paulo

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Pode acontecer em algumas pessoas.Necessário fazer boa avaliação cardiológica para poder usar com segurança


Sim. A sibutramina pode aumentar a frequência cardíaca e causar sensação de palpitação, inclusive no início do tratamento. Esse é um efeito conhecido do medicamento e, quando discreto, não significa necessariamente que seja preciso suspendê-lo. Por outro lado, não considero adequado simplesmente ignorar uma aceleração importante do coração. Vale medir a frequência cardíaca e a pressão arterial e informar ao médico que prescreveu a sibutramina, principalmente se o sintoma persistir. Dependendo da intensidade, pode ser necessário rever a dose ou até a escolha do medicamento. Se houver palpitação intensa ou persistente, dor no peito, falta de ar, tontura ou desmaio, é recomendável procurar avaliação médica prontamente. A sibutramina também exige maior cautela em pessoas com risco cardiovascular elevado ou doença cardiovascular conhecida.

Dr. Tiago Suassuna

Dr. Tiago Suassuna

Endocrinologista

Florianópolis

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Sim, é uma reação relativamente comum. A sibutramina age no sistema nervoso central aumentando a disponibilidade de noradrenalina e serotonina, e um dos efeitos colaterais mais característicos dela é o aumento da frequência cardíaca e, às vezes, da pressão arterial, principalmente nos primeiros dias ou quando a dose é aumentada. Na maioria das pessoas, esse efeito é leve e tende a diminuir com o tempo, mas é importante ficar de olho: se a frequência cardíaca estiver muito alta, ou vier acompanhada de palpitações fortes, dor no peito, falta de ar, tontura importante ou dor de cabeça intensa, isso não deve ser ignorado e é motivo para buscar atendimento médico. Por isso, quem usa sibutramina geralmente precisa de acompanhamento com aferição de pressão arterial e frequência cardíaca, principalmente no começo do tratamento. Não ajuste a dose por conta própria; se os sintomas persistirem ou incomodarem muito, o ideal é conversar com o médico que prescreveu para avaliar se vale a pena ajustar a dose ou até reconsiderar o uso. Dr. Rodrigo Bomeny | Endocrinologista

Dr. Rodrigo Bomeny

Dr. Rodrigo Bomeny

Endocrinologista

São Paulo

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bom dia. é um efeito colateral descrito/possível para essa medicação; é necessário reavaliação médica


A sibutramina pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial em algumas pessoas, especialmente no início do tratamento. Portanto, perceber o coração mais acelerado não deve ser simplesmente ignorado. É importante verificar a frequência cardíaca e a pressão arterial e comunicar o médico que prescreveu o medicamento, pois pode ser necessário avaliar a continuidade do tratamento. Pessoas com determinadas doenças cardiovasculares possuem contraindicações ao uso da sibutramina. Se houver palpitação intensa ou persistente, dor no peito, falta de ar, tontura importante ou desmaio, procure atendimento médico imediatamente. O tratamento da obesidade deve sempre considerar o risco cardiovascular individual.

Dra. Rubia Alcantara

Dra. Rubia Alcantara

Endocrinologista

Adamantina

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.