Escitalipran usado a mais de 2 anos pode dar zumbido no ouvido?
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7 respostas
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Bom dia, Como você já passou da fase de adaptação - que costuma durar 2 meses- o ideal é investigar esse sintoma. Oriento uma consulta integrativa. Coloco-me à disposição. Um abraço. Dra Gabriela Varela - CRM 38574 SC.
O zumbido no ouvido (tinnitus) pode ocorrer como efeito adverso do escitalopram, mas é considerado incomum. Quando relacionado à medicação, costuma surgir mais frequentemente no início do tratamento ou após ajustes de dose. Após mais de dois anos de uso estável, torna-se menos provável que um zumbido de início recente seja causado diretamente pelo escitalopram, embora essa possibilidade não possa ser totalmente descartada. Existem diversas outras causas mais frequentes para zumbido, incluindo perda auditiva relacionada à idade, exposição a ruídos intensos, alterações da articulação temporomandibular (ATM), hipertensão arterial, problemas otológicos, alterações vasculares, estresse, ansiedade e uso de outros medicamentos. Além disso, pacientes com ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, insônia, transtorno de ansiedade, transtornos de humor e transtorno depressivo podem apresentar maior percepção e incômodo com sons corporais, incluindo o zumbido. Caso o sintoma seja persistente, unilateral, esteja associado à perda auditiva, tontura ou venha apresentando piora progressiva, é recomendada avaliação médica, preferencialmente com otorrinolaringologista. Uma investigação adequada permite identificar a causa e definir a melhor estratégia de tratamento, sem interromper o escitalopram por conta própria.
O escitalopram pode, em algumas pessoas, estar associado a zumbido (tinnitus), embora não seja um efeito adverso dos mais frequentes. Após mais de dois anos de uso, é menos provável que um zumbido novo seja causado exclusivamente pelo medicamento, especialmente se a dose permanece estável, mas não é impossível. Outras causas, como exposição a ruído, alterações auditivas, cerume, problemas otológicos, ansiedade ou outros medicamentos, também devem ser investigadas. O ideal é conversar com o psiquiatra antes de reduzir ou suspender o escitalopram e considerar avaliação com otorrinolaringologista, principalmente se o zumbido for persistente, unilateral ou acompanhado de perda auditiva ou tontura.
Sim. O escitalopram pode estar associado a zumbido (tinnitus), embora seja um efeito adverso incomum. Após mais de dois anos de uso contínuo, porém, é menos provável que um zumbido que surgiu recentemente seja causado exclusivamente pelo medicamento, principalmente se a dose está estável. É importante considerar outras causas, como exposição a ruídos, alterações auditivas, cerúmen, problemas do ouvido, ansiedade, hipertensão ou outros medicamentos. Não suspenda o escitalopram abruptamente, pois isso pode provocar sintomas de retirada e piora do quadro. Converse com o psiquiatra e, se o zumbido persistir, uma avaliação com otorrinolaringologista pode ser adequada. Se for súbito, unilateral ou acompanhado de perda auditiva, tontura intensa ou sintomas neurológicos, procure avaliação médica mais rapidamente.
O zumbido não é um efeito adverso comum do escitalopram, mas sintomas auditivos podem ocorrer em algumas pessoas durante o uso de medicamentos serotoninérgicos. Após mais de dois anos de tratamento, entretanto, é importante considerar outras causas, como exposição a ruído, alterações otológicas, perda auditiva, problemas temporomandibulares, ansiedade, outros medicamentos e condições metabólicas. Se o zumbido começou recentemente, especialmente se for unilateral, pulsátil, acompanhado de perda auditiva, tontura intensa ou alterações neurológicas, é recomendável avaliação médica e, conforme o caso, otorrinolaringológica. Não suspenda o escitalopram abruptamente. O psiquiatra pode avaliar a relação temporal com a medicação e possíveis alternativas.
O escitalopram pode, raramente, estar associado a zumbido, tanto durante o uso quanto em situações de alteração de dose ou retirada, mas esse sintoma possui muitas outras causas. Problemas auditivos, exposição a ruído, alterações de pressão, disfunções da articulação temporomandibular, medicamentos diversos e outras condições podem provocar tinnitus. Como você utiliza o medicamento há mais de dois anos, se o zumbido surgiu recentemente não é adequado assumir automaticamente que seja causado pelo escitalopram. Vale informar ao psiquiatra e, se persistir, fazer avaliação clínica ou otorrinolaringológica, principalmente se for unilateral, pulsátil ou acompanhado de perda auditiva ou tontura.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

