Estou com um corrimento semelhante a pus, segunda vez que aparece após a relação sexual. Até então,
Estou com um corrimento semelhante a pus, segunda vez que aparece após a relação sexual. Até então, exames não constam nenhuma infecção sexualmente transmissível, o que fazer?
3 respostas
Um corrimento com aspecto de pus merece avaliação ginecológica, especialmente se está se repetindo após as relações sexuais. Mesmo com exames prévios normais para ISTs, existem outras causas possíveis, como alterações da flora vaginal, cervicite, inflamações do colo do útero ou infecções que podem não ter sido detectadas nos exames anteriores. O ideal é realizar um exame físico ginecológico durante o período em que o corrimento está presente para avaliar suas características e, se necessário, coletar novos exames. Se estiver apresentando dor pélvica, febre, sangramento fora do período menstrual ou dor durante as relações, procure atendimento mais rapidamente.
Obtenha respostas com a consulta online
Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.
Corrimento amarelado ou semelhante a pus após relações merece investigação, mesmo quando exames anteriores para infecções sexualmente transmissíveis foram negativos. Além das ISTs, existem outras causas, como vaginose bacteriana, cervicite, alterações da flora vaginal ou infecções que não foram contempladas nos exames realizados. O ideal é avaliação com ginecologista durante a presença do corrimento, permitindo exame físico e, quando indicado, coleta específica da secreção. Evite iniciar antibióticos ou antifúngicos por conta própria, pois isso pode mascarar o quadro e dificultar o diagnóstico. Se houver dor pélvica, febre, mau cheiro intenso ou sangramento após a relação, procure atendimento.
Um corrimento com aspecto de pus merece avaliação ginecológica, mesmo quando exames anteriores para infecções sexualmente transmissíveis foram negativos. Nem todo corrimento é causado por uma IST: vaginose, alterações da flora vaginal, cervicites por diferentes agentes, processos inflamatórios e outras condições também podem produzir secreção anormal. Além disso, o resultado depende de quais infecções foram efetivamente pesquisadas, do método utilizado e do momento em que o exame foi realizado. Como o episódio já ocorreu duas vezes após relações, é importante realizar exame ginecológico durante a presença da secreção e, quando indicado, coletar material vaginal/cervical para investigação direcionada. Evite utilizar antibióticos, antifúngicos ou duchas vaginais por conta própria antes da coleta. Dor pélvica, febre, sangramento após relação ou mau cheiro importante tornam a avaliação ainda mais necessária.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
