Estou fazendo a transição de paroxetina por duloxetina Estou sem apetite e com insônia boca amarga c

Estou fazendo a transição de paroxetina por duloxetina Estou sem apetite e com insônia boca amarga cabeça ruim pode ser efeito colateral?

8 respostas


Efeitos colaterais da duloxetina e paroxetina podem ocorrer em períodos de desprescrição gradual de um e introdução gradual do outro. Costumam cessar espontaneamente com a continuidade da substituição de um pelo outro e quando ocorrem são de baixa gravidade e atenuados com hidratação adequada e alimentação prévia à tomada dos medicamentos. Caso assim não ocorra e persistam, volte ao médico que está acompanhando você nessa transição de medicamentos.

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Uma boa anamnese, exame físico, talvez exames complementares, podem te ajudar muito.

Dr. Lucas Defanti

Dr. Lucas Defanti

Gastroenterologista

Rio Das Ostras

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Sim, isso pode estar relacionado à troca da medicação. Quando se faz a transição da paroxetina para a duloxetina, o corpo passa por um período de adaptação. Nessa fase, é relativamente comum aparecer falta de apetite, insônia, gosto amargo na boca e essa sensação de “cabeça ruim”, como se não estivesse bem. Além disso, pode haver também sintomas de retirada da paroxetina, que é uma medicação conhecida por dar mais efeitos quando reduz ou suspende. Isso pode intensificar desconfortos nos primeiros dias ou semanas. O mais importante é observar a intensidade e a evolução. Se os sintomas são leves e estão começando agora, muitas vezes melhoram com o tempo. Mas se estão te incomodando bastante, atrapalhando o sono ou a alimentação, não vale a pena insistir sozinho. Converse com o médico que está conduzindo essa troca. Às vezes pequenos ajustes na dose, no ritmo da transição ou até no horário de uso já fazem muita diferença. Essa fase pode ser desconfortável, mas não precisa ser sofrida. Ajuste faz parte do cuidado.

Dr. Bruno Oliveira Rocha

Dr. Bruno Oliveira Rocha

Especialista em Clínica Médica

Goiânia

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A transição de um antidepressivo para outro é um processo que necessita de acompanhamento mais de perto, pois pode estar relacionado à sindrome de descontinuação do medicamento que está sendo cessado, assim como novos efeitos colaterais do medicamento a ser introduzido. Assim sendo, os sintomas relatados podem ser sim efeitos colaterais da nova medicação e que podem melhorar com o tempo e com o uso, dentro de poucas semanas

Dr. Geraldo Maróstica

Dr. Geraldo Maróstica

Especialista em Clínica Médica

Jaú

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Pode sim. Esses efeitos colaterais tendem a se amenizar / passar nas primeiras semanas. Se persistirem ou se tornarem muito importantes, contacte o médico que te prescreveu a medicação.

Dra. Karen Santos Lima

Dra. Karen Santos Lima

Reumatologista

Belo Horizonte

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Sim — na transição de paroxetina para duloxetina, insônia e “cabeça ruim”/cefaleia podem ocorrer tanto pela síndrome de descontinuação da paroxetina quanto pelos efeitos adversos iniciais da duloxetina. A redução do apetite e a boca amarga/seca também podem estar relacionadas à duloxetina. A paroxetina apresenta maior risco de sintomas de descontinuação. Oriento que agende um retorno com o médico que está acompanhando a transição para avaliar a intensidade dos sintomas e, se necessário, ajustar o esquema de troca. Não interrompa ou altere as doses por conta própria. Se surgirem agitação intensa, confusão, febre, tremores importantes, rigidez muscular ou palpitações, procure atendimento médico imediatamente.

Dra. Paula Viana

Dra. Paula Viana

Especialista em Clínica Médica

Belo Horizonte

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Sim, esses sintomas podem estar ligados à troca. A duloxetina costuma causar, principalmente nas primeiras semanas, náusea, perda de apetite, boca seca ou gosto ruim, insônia e tontura. Ao mesmo tempo, a redução da paroxetina pode dar sintomas de retirada, como tontura, sensação de choque na cabeça, irritabilidade, alteração do sono e mal-estar, e ela é um dos antidepressivos em que isso mais acontece. Em geral esses efeitos diminuem em uma a duas semanas, mas avise o médico que está conduzindo a troca, porque às vezes vale ajustar o ritmo ou a dose. Não pare nenhum dos dois por conta própria. Procure atendimento de urgência se tiver agitação intensa, tremores, febre, suor excessivo, diarreia forte, rigidez muscular ou coração acelerado, que podem indicar excesso de serotonina durante a transição. Se houver piora importante do humor ou pensamentos de se machucar, procure ajuda imediatamente: o CVV atende gratuitamente pelo telefone 188, 24 horas. Dr. Anderson Contaifer, médico, CRM-SC 24.484, especialista em Clínica Médica (RQE 18.790).

Dr. Anderson Contaifer

Dr. Anderson Contaifer

Especialista em Clínica Médica

Florianópolis

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Sim. Esses sintomas podem estar relacionados à transição da paroxetina para a duloxetina. A duloxetina pode causar **diminuição do apetite, insônia, dor de cabeça, boca seca e alteração do paladar**, principalmente nas primeiras semanas de tratamento. A própria retirada da paroxetina também pode causar sintomas durante a adaptação. Como você está apresentando vários sintomas ao mesmo tempo, é importante informar o médico que fez a troca para avaliar se o esquema de transição e as doses estão adequados. **Não interrompa nem altere a paroxetina ou a duloxetina por conta própria.** Se apresentar agitação intensa, tremores, suor excessivo, febre, confusão, batimentos muito acelerados ou rigidez muscular, procure atendimento imediatamente. Agende uma consulta para esclarecimentos.

Dra. Maria Jose Campos Neta

Dra. Maria Jose Campos Neta

Especialista em Clínica Médica

São Paulo

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.