Faço tratamento para Hipertensão desde 2005. Agora em maio/2025 a minha glicose está em 104. A dra q
Faço tratamento para Hipertensão desde 2005. Agora em maio/2025 a minha glicose está em 104. A dra que me acompanha no tratamento, prescreveu Glifage 500. Mas ao ler a bula, vi que não é aconselhável para quem toma diurético, pois pode prejudicar os rins... então estou numa dieta sem tomar o remédio. Procuro outro profissional ou converso diretamente com a médica?
7 respostas
Boa tarde! Converse novamente com sua médica. Tire suas dúvidas, pergunte sobre possíveis efeitos colaterais e interações que possam ocorrer com os demais medicamentos que você usa e se mesmo assim ainda não se sentir segura, informe a médica que não vai continuar com o tratamento
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O Glifage (Metformina) pode ser utilizado de forma conjunta aos diuréticos. Essa é uma associação que encontramos com bastante frequência no dia a dia. A interação medicamentosa pode existir, mas é improvável. O monitoramento com consultas e exames de sangue de rotina permite identificar qualquer alteração de forma precoce, caso ela aconteça. Sempre que tiver dúvidas ou receios, procure o profissional que indicou o tratamento para esclarecer as dúvidas!
Olá, tudo bem? Primeiramente prazer em conhecer você, é uma grande satisfação te ter por aqui e poder te auxiliar! Vamos lá: sim é verdade existe algumas ressalvas entre glifage e diureticos, portanto sugiro não fazer nada por conta própria e buscar ajuda de um endocrinologista para te auxiliar com medicamento/doses específicas para o caso (se necessário), até mesmo por Teleconsulta. Espero ter ajudado, fico a disposição! Atenciosamente, Dr. André Mahmoud lnsta: @andremahmoud.endocrino
A glicemia de 104 mg/dL pode indicar uma alteração discreta, dependendo do contexto e dos demais exames, como hemoglobina glicada, perfil metabólico e fatores de risco. A metformina (Glifage®) é uma medicação frequentemente utilizada em situações como pré-diabetes, resistência à insulina e diabetes tipo 2, mas a decisão de iniciar o tratamento deve considerar principalmente a função dos rins. O uso de diuréticos não significa automaticamente que a metformina seja proibida; o ponto principal é avaliar exames como creatinina e taxa de filtração glomerular, além das condições clínicas individuais. O ideal é conversar com a médica que acompanha você antes de suspender ou iniciar o medicamento, levando suas dúvidas sobre a bula e o uso conjunto das medicações para hipertensão. Caso necessário, ela poderá ajustar a conduta ou encaminhar para avaliação com endocrinologista, garantindo um tratamento seguro e personalizado.
Uma glicemia de 104 mg/dL pode ser compatível com pré-diabetes, dependendo de ter sido coletada em jejum. Nessa situação, além da glicemia, é importante avaliar a hemoglobina glicada (HbA1c) e, em alguns casos, realizar outros exames antes de definir a necessidade de tratamento medicamentoso. Em relação ao Glifage (metformina), ele pode ser utilizado por muitos pacientes que fazem uso de diuréticos, desde que a função renal esteja preservada. A contraindicação não é pelo uso do diurético em si, mas por situações que aumentem o risco de desidratação ou quando existe insuficiência renal significativa. Antes de iniciar a medicação, o médico costuma avaliar a creatinina e a taxa de filtração glomerular (TFG). Por isso, não é recomendável interromper ou deixar de iniciar um medicamento apenas com base na bula. A melhor conduta é conversar diretamente com a médica que o acompanha, expor sua preocupação e esclarecer por que ela indicou a metformina no seu caso. Se ainda permanecer inseguro após essa conversa, buscar uma segunda opinião com um endocrinologista é uma alternativa válida. A metformina pode ser uma excelente opção para alguns pacientes com pré-diabetes, resistência à insulina, obesidade ou síndrome metabólica, mas a indicação deve ser individualizada. Em consulta, é possível avaliar seus exames, função renal, risco cardiovascular e definir se o tratamento será apenas com mudanças no estilo de vida ou se há benefício em associar medicação.
A metformina pode ser utilizada em muitas pessoas que fazem tratamento para hipertensão, inclusive quando existe uso de diuréticos, mas a segurança depende principalmente da função renal e das condições clínicas do paciente. A bula traz precauções porque situações que favorecem desidratação, queda da função renal ou alterações importantes do estado clínico podem aumentar o risco de complicações. Uma glicemia de 104 mg/dL, isoladamente, também não é suficiente para definir diabetes e deve ser interpretada junto com hemoglobina glicada e contexto clínico. Não é recomendável suspender a metformina apenas pela leitura da bula nem manter o medicamento sem esclarecer a indicação. O ideal é conversar com a médica que prescreveu ou buscar avaliação endocrinológica, levando os exames atuais e a lista completa dos medicamentos. A função renal deve ser conhecida antes e durante o tratamento.
Uma glicemia de jejum de 104 mg/dL pode estar na faixa de pré-diabetes, mas a decisão de iniciar metformina (Glifage) não deve ser baseada apenas nesse resultado. A metformina pode ser utilizada por muitos pacientes que também fazem uso de diuréticos, porém é fundamental avaliar função renal, hidratação e as demais condições clínicas. O risco renal está relacionado principalmente à presença de insuficiência renal e situações que favoreçam desidratação, e não simplesmente à combinação dos dois medicamentos. Não é recomendável suspender o tratamento por conta própria. Converse primeiro com a médica que acompanha sua hipertensão e metabolismo; se houver dúvida, uma avaliação com endocrinologista pode complementar a investigação.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


