Médico do posto de saúde receitou desvenfalaxina 50mg pra mim tomar tenho depressão eu comprei mas t
Médico do posto de saúde receitou desvenfalaxina 50mg pra mim tomar tenho depressão eu comprei mas tô com medo de tomar dizem que ela difícil de parar de tomar não sei é verdade deve ser mesma coisa sertralina que já tomei mas ainda tô com medo começar ele também falou se caso ela não fazer efeito trocar por outro não sei essa troca abrupta também causa abstinência?
10 respostas
Olá, efeitos de retirada são comuns em varias medicações, mas retirando conforme a orientação médica os efeitos podem ser minimizados.
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As medicações antidepressivas (como sertralina, desvenlafaxina, etc) não causam abstinência, pois elas não tem capacidade de criar dependência. O que ocorre na desvenlafaxina, caso você interrompa o uso dela abruptamente, são os sintomas de descontinuação, no qual o indivíduo pode ficar alguns dias ou semanas com sintomas como tontura, desequilíbrio, dor de cabeça, enjoo, alterações gastrointestinais, etc. Porém com o auxílio de um profissional para fazer o desmame da forma adequada no momento certo de interromper a medicação, você muito provavelmente não sentirá sintomas adversos. É muito mais indicado realizar o tratamento para ter menos sintomas e uma melhor qualidade de vida, continuar o acompanhamento com o profissional, e no momento adequado, caso o profissional avalie a necessário da interrupção da medicação, que essa seja realizada por ele.
A desvenlafaxina pode causar sintomas de retirada se for interrompida de forma abrupta, como tontura, náusea, dor de cabeça, irritabilidade, ansiedade, diarreia, sonhos vívidos, cansaço e sudorese. Isso não significa que seja um remédio “impossível de parar”, mas sim que, se houver necessidade de suspender ou trocar, o ideal é fazer isso com orientação médica e de forma planejada. Ela não é exatamente igual à sertralina, pois pertence a outra classe de antidepressivos, mas também é uma medicação usada para depressão. Se você está com medo de começar, vale retornar ao médico ou à UBS para tirar essas dúvidas antes, em vez de iniciar insegura ou interromper sozinha depois.
É compreensível ter essa preocupação, mas o medo da dificuldade para interromper a desvenlafaxina não deve ser, por si só, um motivo para deixar de tratar a depressão. A desvenlafaxina é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN). Como acontece com outros antidepressivos, incluindo a sertralina, sua interrupção pode causar sintomas de descontinuação (abstinência), especialmente se a retirada for feita de forma abrupta. Esses sintomas costumam ser evitados ou minimizados quando a redução da dose é planejada e gradual. Caso a desvenlafaxina não apresente o efeito esperado, a troca para outro antidepressivo geralmente é feita de maneira programada. Dependendo da medicação de destino, o psiquiatra pode realizar uma substituição direta, uma redução gradual ou um período de transição entre os medicamentos. A estratégia é individualizada justamente para reduzir o risco de sintomas de descontinuação e de efeitos adversos. Na prática, o benefício de tratar adequadamente a depressão costuma ser muito maior do que o risco de uma futura retirada da medicação, que pode ser conduzida de forma segura quando houver indicação. Converse com o psiquiatra que acompanhará seu tratamento para esclarecer suas dúvidas e definir a melhor estratégia terapêutica. Não deixe de iniciar ou interrompa a medicação por conta própria apenas por receio da retirada futura. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva
A desvenlafaxina 50 mg é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), utilizado principalmente no tratamento da depressão, podendo também ajudar em sintomas associados de ansiedade. É uma medicação com eficácia comprovada, mas como qualquer antidepressivo, a resposta e a tolerância variam de pessoa para pessoa. Sobre a dificuldade de parar de tomar: a desvenlafaxina pode, sim, causar sintomas de descontinuação se for interrompida de forma abrupta, principalmente após uso prolongado ou em doses maiores. Esses sintomas podem incluir tontura, sensação de choques ou “formigamentos”, irritabilidade, ansiedade, alteração do sono e mal-estar. Por isso, quando é necessário suspender, geralmente o médico faz uma redução gradual ou uma estratégia de troca. A troca para outro antidepressivo também deve ser planejada. Em alguns casos é possível fazer uma substituição direta, mas isso depende do medicamento que será iniciado, da dose, do tempo de uso e da resposta individual. O ideal é não trocar ou parar por conta própria. É compreensível ter receio, principalmente após uma experiência anterior com sertralina. A desvenlafaxina não é exatamente igual à sertralina, embora ambas atuem na serotonina; a desvenlafaxina também atua na noradrenalina, podendo ter efeitos diferentes em cada paciente. Nas primeiras semanas podem ocorrer efeitos de adaptação, como náusea, dor de cabeça, alteração do sono, ansiedade transitória ou inquietação, que muitas vezes melhoram com a continuidade do tratamento. A resposta antidepressiva costuma ser avaliada após algumas semanas de uso adequado. Converse com seu médico caso a insegurança esteja grande antes de iniciar. O acompanhamento deve observar a evolução de sintomas como depressão, ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda e falta de motivação, ajustando o tratamento conforme sua resposta.
A desvenlafaxina 50 mg é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), indicado principalmente para o tratamento da depressão, podendo também ajudar em sintomas associados de ansiedade. É uma medicação com boa evidência científica, mas é natural ter receio ao iniciar um novo tratamento. Sobre a dificuldade de parar: a desvenlafaxina pode causar sintomas de descontinuação quando retirada de forma abrupta, principalmente após uso prolongado. Esses sintomas podem incluir tontura, sensação de choque ou formigamento, ansiedade, irritabilidade, alterações do sono e mal-estar. Por isso, quando há necessidade de suspender, geralmente o médico orienta uma redução gradual ou uma estratégia de troca. Caso a medicação não apresente resposta adequada e seja necessário trocar por outro antidepressivo, essa mudança não deve ser feita de forma aleatória ou sem planejamento. Dependendo do medicamento escolhido, do tempo de uso e da dose, o médico pode optar por uma troca direta ou por uma redução progressiva para minimizar sintomas de descontinuação. A desvenlafaxina não é exatamente igual à sertralina. Ambas atuam na serotonina, mas a desvenlafaxina também atua na noradrenalina, podendo ter efeitos diferentes em cada pessoa. Nas primeiras semanas podem ocorrer efeitos de adaptação, como náusea, dor de cabeça, alteração do sono, ansiedade transitória ou inquietação, que em muitos casos melhoram com a continuidade do tratamento. O ideal é iniciar conforme a prescrição e manter acompanhamento médico, observando a evolução de sintomas como depressão, ansiedade, crise de ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda e falta de motivação. Se surgir algum efeito intenso ou dúvida durante o uso, converse com o médico antes de interromper. O tratamento da depressão costuma exigir ajustes individualizados até encontrar a medicação e a dose mais adequadas para cada pessoa.
A desvenlafaxina 50 mg é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), utilizado no tratamento da depressão, podendo também auxiliar em sintomas associados como ansiedade, falta de motivação, alterações do sono e sofrimento emocional. É compreensível ter receio de iniciar um medicamento, principalmente após ouvir relatos sobre dificuldade de interrupção. A desvenlafaxina pode causar sintomas de descontinuação se for retirada de forma abrupta após uso contínuo, como tontura, sensação de choque elétrico, irritabilidade, ansiedade, alterações do sono ou mal-estar. Porém, isso não significa que a pessoa ficará “presa” ao remédio; quando há indicação e a retirada é feita de maneira planejada pelo médico, geralmente é possível suspender com segurança. A desvenlafaxina tem algumas semelhanças com a sertralina por atuar na serotonina, mas possui um mecanismo adicional envolvendo a noradrenalina, o que pode ser útil para alguns pacientes. Caso o tratamento precise ser trocado, o médico normalmente avalia a melhor estratégia, pois algumas trocas podem exigir redução gradual ou uma transição programada para evitar sintomas de descontinuação ou efeitos adversos. O efeito antidepressivo costuma aparecer de forma progressiva, com melhora inicial de alguns sintomas em algumas semanas e avaliação mais completa geralmente após 4 a 8 semanas de uso adequado. O acompanhamento com psiquiatra é importante para tratar depressão, transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, insônia, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, transtorno depressivo e transtornos de humor, ajustando a medicação de forma individualizada e acompanhando sua evolução com segurança.
Entendo seu receio: pelo que você contou, o medo não é só começar a desvenlafaxina, mas perder o controle sobre o que acontece depois. Ela pode causar desconfortos quando retirada abruptamente, mas isso não é o mesmo que dependência e não significa que você ficará presa ao medicamento. O mais importante antes de iniciar é saber por que ela foi escolhida no seu caso, o que se espera melhorar e como será conduzido se você não se adaptar. Sua experiência anterior com a sertralina também ajuda nessa decisão. Você não precisa começar um tratamento no escuro; ele precisa fazer sentido para você desde a primeira dose.
A desvenlafaxina pode causar sintomas de descontinuação quando é interrompida abruptamente, especialmente após uso regular, mas isso não significa que seja um medicamento que você ficará “preso” tomando para sempre. Quando chega o momento de suspender, o médico pode planejar redução ou estratégia de transição conforme dose, tempo de tratamento e resposta individual. O mesmo princípio vale para vários antidepressivos, embora a intensidade da descontinuação varie entre eles. Se ela não funcionar, a troca por outro medicamento também pode ser planejada de forma gradual ou com uma estratégia específica, e não necessariamente de maneira abrupta. Portanto, o receio da retirada, isoladamente, não deveria impedir um tratamento potencialmente útil para a depressão. O mais importante é ter acompanhamento para avaliar resposta, efeitos adversos e eventualmente planejar a retirada corretamente, em vez de iniciar e interromper antidepressivos por conta própria.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
