Meu namorado está tomando Escitalopran e está diferente. Está frio, distante… é normal em quanto tem
Meu namorado está tomando Escitalopran e está diferente. Está frio, distante… é normal em quanto tempo tende a melhorar. Tem 5/6 semanas de uso
9 respostas
Namorado diferente desde que comeou o Escitalopram, frio, distante, menos presente emocionalmente. O que voce esta descrevendo tem nome clinico: embotamento afetivo induzido por ISRS. Nao e o relacionamento esfriando, nao e ele decidindo se afastar. E um efeito colateral real e documentado que acontece em parte das pessoas que usam fluoxetina ou escitalopram, onde o medicamento ao reduzir o sofrimento tambem reduz a amplitude emocional de forma mais ampla do que o esperado.
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Ele está no período típico de adaptação do escitalopram. A “frieza” ou distanciamento muitas vezes melhora com 1–2 semanas adicionais, mas é importante que ele mantenha acompanhamento médico e relate qualquer sintoma que pareça grave ou persistente.
Sim, isso pode acontecer. O escitalopram, como outros antidepressivos da classe dos ISRS, pode causar em alguns pacientes uma redução da intensidade emocional, o que chamamos de embotamento afetivo. A pessoa pode parecer mais fria, distante ou menos reativa emocionalmente. Com 5–6 semanas de uso, ele já está em fase de efeito terapêutico inicial. Em alguns casos, essa sensação melhora com o tempo; em outros, pode ser necessário ajuste de dose ou reavaliação da medicação. Também é importante considerar que a própria depressão pode causar isolamento e distanciamento emocional — nem sempre é apenas efeito do remédio. O ideal é que ele converse com o médico que acompanha o tratamento antes de qualquer mudança. Mudanças comportamentais durante o tratamento devem sempre ser avaliadas individualmente por um profissional.
Algumas pessoas podem apresentar redução da reatividade emocional com o escitalopram, descrita como “embotamento afetivo”, com sensação de estar mais frio ou distante. Isso pode surgir nas primeiras semanas e, quando ocorre, tende a estabilizar ou melhorar após 6 a 8 semanas de uso em dose estável. Também é importante considerar se a própria depressão ainda está parcialmente ativa, o que pode se manifestar como retraimento emocional. Caso a mudança esteja gerando prejuízo significativo ou não apresente melhora nas próximas semanas, é indicado reavaliar dose ou estratégia terapêutica com o médico. Não é um efeito universal, mas pode acontecer em parte dos pacientes. Caso deseje agendar uma consulta, estarei disponível para te ajudar. Atenciosamente, Dra. Daniele Lacerda
O escitalopram pode, em algumas pessoas, causar redução da intensidade emocional, o que às vezes é percebido como “frieza” ou distanciamento. Esse efeito é chamado de embotamento afetivo e pode ocorrer mesmo quando a ansiedade ou depressão melhoram. Com 5–6 semanas de uso, o medicamento já deveria estar mostrando seu perfil mais estável. Se ele está diferente de forma persistente, pode significar: Ajuste de dose necessário, Sensibilidade individual ao medicamento, Sintoma residual do próprio quadro depressivo, Embotamento emocional relacionado ao remédio. Nem sempre melhora espontaneamente sem ajuste.
Olá! Algumas pessoas podem apresentar redução de reatividade emocional nas primeiras semanas de uso do escitalopram, sentindo-se mais “neutras” ou menos expressivas. Isso pode ser transitório, mas quando persiste após 5–6 semanas, vale reavaliar dose e resposta global ao tratamento. Também é importante diferenciar se essa mudança é efeito da medicação ou ainda parte do próprio quadro depressivo. O ideal é que ele converse com o psiquiatra para ajustar a estratégia, se necessário. Se quiserem uma avaliação mais detalhada, fico à disposição para consulta psiquiátrica.
O escitalopram é um antidepressivo da classe dos ISRS, frequentemente utilizado para tratar ansiedade e depressão. Nas primeiras semanas de tratamento podem ocorrer algumas mudanças na forma como a pessoa percebe e expressa emoções, especialmente enquanto o organismo ainda está se adaptando à medicação. Em alguns casos, algumas pessoas podem apresentar uma sensação de maior distanciamento emocional ou diminuição da intensidade das emoções, algo que às vezes é descrito como “embotamento afetivo”. No entanto, isso não acontece com todos os pacientes, e nem sempre está relacionado diretamente à medicação — às vezes também pode fazer parte do próprio quadro emocional que está sendo tratado. Como seu namorado já está com cerca de 5–6 semanas de uso, pode ser um bom momento para avaliar com o médico que prescreveu a medicação como está a resposta ao tratamento, incluindo qualquer mudança percebida no comportamento ou nas emoções. Sempre que surgirem alterações importantes na forma de sentir, se relacionar ou reagir emocionalmente, vale levar essa observação para a consulta, pois isso pode ajudar o médico a avaliar se há necessidade de ajustar a dose ou reavaliar a estratégia de tratamento de forma individualizada
O escitalopram pode, em algumas pessoas, causar redução da intensidade emocional, apatia ou diminuição da libido, fazendo com que pareçam mais frias ou distantes. Porém, isso também pode ser consequência da própria depressão ou transtorno de ansiedade. Com 5–6 semanas de uso, já é adequado conversar com o psiquiatra sobre essa mudança, principalmente se ela persistir ou estiver afetando o relacionamento. Não é recomendado suspender ou modificar a dose por conta própria. Uma avaliação psiquiátrica pode diferenciar efeito do medicamento de sintomas do quadro tratado e ajustar a conduta, se necessário.
Algumas pessoas em tratamento com escitalopram relatam embotamento emocional, percebido como menor intensidade das emoções, dificuldade para chorar, redução do entusiasmo ou sensação de estar mais “frio” ou distante. Entretanto, sintomas semelhantes também podem fazer parte da própria depressão ou de outros aspectos emocionais e relacionais. Após 5 a 6 semanas, já é apropriado discutir essa mudança com o psiquiatra, principalmente se ela surgiu claramente após iniciar o medicamento. Não existe um prazo garantido para desaparecer espontaneamente. O médico pode diferenciar melhora da ansiedade de apatia ou embotamento emocional e avaliar se dose ou estratégia terapêutica precisam ser revistas.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


