Minha filha foi diagnosticada com autismo ,pela falta de interesse em brincar com outras crianças e

Minha filha foi diagnosticada com autismo ,pela falta de interesse em brincar com outras crianças e ainda naum fala( ela tem tres anos) o autismo dela e leve ,moderado, ou intenso?

9 respostas


O Autismo é atualmente chamado como Transtorno do Espectro Autista. Isso quer dizer que diferentes indivíduos com autismo podem apresentar uma manifestação muito específica de sintomas, por isso o termo "espectro". Assim, cada pessoa no espectro autista possui características muito particulares. A gravidade do autismo pode ser classificada de acordo com o grau de prejuízo identificado em cada caso. Ou seja, a pessoa com autismo pode precisar de pouco apoio, principalmente de ajuda básica para se comunicar de maneira apropriada e entender demandas sociais; ela pode precisar de um certo nível relevante de apoio, tendo muita dificuldade em iniciar interações sociais, por exemplo; ou ela pode precisar de muito apoio, em casos de graves déficits na comunicação social que interfiram na capacidade funcional dela. Para saber a gravidade, seria necessário fazer uma avaliação completa da sua filha, levando em consideração como os sintomas do Transtorno do Espectro Autista afetam ela.

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É muito complexo fechar diagnóstico infantil. Para isso são necessários acolhimentos interdisciplinares. O autismo na sua manifestação de acordo com os manuais de diagnóstico, apresentam uma faixa de intensidade denominada "espectro", contudo é de fundamental importância considerar sempre, que qualquer sujeito seja por si só mais interessante e potente que qualquer nome dado para algum estado considerado patológico.


O grau do Autismo é determinado pela quantidade de características que a criança apresenta do Transtorno do Espectro Autista e o grau de comprometimento da qualidade de vida. Isso é determinado pelo médico clínico que atua no diagnóstico, geralmente Neurologista com experiência em TEA. É importante o diagnóstico adequado e preciso. Qualquer coisa consulte o Neurologista para tirar suas dúvidas e o pergunte sobre os encaminhamentos para profissionais especializados, (Equipe Multidisciplinar) que atenderá sua filha.

Leticia Ohanna

Leticia Ohanna

Fonoaudiólogo

João Pessoa

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Olá! É difícil afirmar sem um contato contínuo com a criança. Oriento você a procurar um profissional com experiência afim de contribuir com o caso dela. Porém, te aconselho a não se prender ao grau, visto que tenho percebido em meu consultório que quando os pais se preocupam com o grau acabam se desgastando emocionalmente e o que contribui para um processo terapêutico eficaz é ter pais emocionalmente saudáveis. Um abraço

Marcela Ondei

Marcela Ondei

Psicólogo

São José dos Campos

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Prezada! Uma vez diagnosticada com Transtorno de Espectro Autista,é muito importante iniciar o tratamento o quanto antes, pois é um transtorno neurológico de desenvolvimento e se manifesta nos 3 primeiros anos de vida. É quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias. Quando ainda o diagnóstico ainda não é possível eu já sugiro para que a criança inicie o tratamento, pois é muito importante o início imediato. Sucesso!


Entendo que sua filha já recebeu um diagnóstico. As pessoas mais apropriadas para lhe responder esse questionamento são os profissionais que a acompanham . A comunicação é essencial nesse caso. Sua filha é pequena é pode ter um bom prognóstico, precisa estar numa equipe multiprofissional e nesse espaço existir uma escuta para suas dúvidas e procedimentos.


Olá.Todo o material que deveria ser informardo as considersções e o olhar clinico do profissional faz toda dierença.As suas informaçőe tem uma boa visão, mas a do profidsionsl ę mais completo. Há uma necessidade de maiores informaçoes e uma presencisl, seria imprescīdivel. Bos sorte


Para saber exatamente é preciso uma avaliação mais intensa e investigativa com uma analise para o comportamento em geral dela. Não interagir com outras crianças e não falar é muito comum em todos autistas, mas não indica o grau de intensidade.


Cada criança com autismo é única e tem suas próprias necessidades e habilidades, o que significa que o nível de suporte necessário pode variar bastante. No entanto, existem algumas estratégias gerais que podem ajudar a determinar o nível de suporte necessário para uma criança com autismo. Uma das primeiras coisas a fazer é avaliar as habilidades da criança em diferentes áreas, como comunicação, interação social, comportamento e autonomia. É importante também observar o comportamento da criança em diferentes contextos, como em casa, na escola e em atividades sociais. A partir dessas observações, é possível trabalhar com um profissional de saúde especializado em autismo para determinar quais habilidades precisam ser desenvolvidas e quais estratégias podem ser usadas para apoiar a criança em seu desenvolvimento. É importante lembrar que o nível de suporte necessário pode mudar ao longo do tempo, dependendo das necessidades e habilidades da criança. Em resumo, o nível de suporte necessário para uma criança com autismo pode variar bastante, e é importante avaliar as habilidades e necessidades da criança em diferentes áreas para determinar as melhores estratégias de apoio. O nível de suporte não se correlaciona necessariamente ao código do CID-10 e nem às queixas apresentadas ou às capacidades da criança. Trabalhar com profissionais especializados em autismo e oferecer um ambiente seguro e estruturado pode ajudar a criança a desenvolver suas habilidades e se sentir mais confiante e segura em sua interação com o mundo.

Dr. Gustavo Holanda

Dr. Gustavo Holanda

Neurologista pediátrico

Recife

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.