Minha mãe bebe todos os finais de dias, em finais de semana ou feriado geralmente é durante o dia to
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Minha mãe bebe todos os finais de dias, em finais de semana ou feriado geralmente é durante o dia todo na verdade. Nunca apresentou sinais em relação a danos sociais ou no trabalho ou etc, cumpri com todas as obrigações dela e ainda faz exercícios físico. Porém, recentemente recebeu diagnostico de gordura no fígado mas mesmo assim não parou de beber. Ela pode ser considerada alcoolatra?
Boa noite! Usamos alguns parâmetros para classificar o alcoolismo, como alguns questionários. Seria importante que sua mãe passasse por avaliação com um médico.
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Entendo que quando fala que ela bebe, deva ser bebida alcoólica. Sendo assim precisa-se saber que bebida alcoólica bebe pois tem bebida alcoólica pois estas tem teor alcoólico bem diverso.
Este diagnóstico no fígado ocorre em todas as pessoas que usam alguma substância que agrida o orgão,
Este diagnóstico no fígado ocorre em todas as pessoas que usam alguma substância que agrida o orgão,
Essa é uma pergunta que acontece com frequência na prática clínica. Na clínica médica e na endocrinologia, o diagnóstico de “alcoolismo” ou “transtorno por uso de álcool” não é definido apenas pela quantidade ou frequência de consumo, mas principalmente pelo impacto comportamental, perda de controle e prejuízos na vida da pessoa.
Pelo que você descreve, sua mãe mantém funcionamento social, familiar e laboral preservados, o que é um ponto importante. Porém, o consumo diário ou em grandes quantidades nos fins de semana/feriados, especialmente com diagnóstico recente de esteatose hepática (gordura no fígado), já é um sinal de alerta clínico relevante. Isso porque, mesmo sem prejuízo social evidente, o álcool pode estar causando dano orgânico progressivo.
Em medicina, existe uma distinção entre “uso de risco” e “transtorno por uso de álcool”. Muitas pessoas ficam anos em padrão de uso de risco sem preencher critérios de dependência, mas ainda assim desenvolvem complicações como fígado gorduroso, alterações de colesterol, pressao alta, resistência à insulina, síndrome metabólica e piora do metabolismo. Essas condições também podem impactar o envelhecimento metabólico e, em alguns casos, associar-se a fadiga, ganho de peso e alterações hormonais.
Portanto, com as informações que você trouxe, não dá para afirmar automaticamente que ela é “alcoolista”, mas é possível dizer que ela está em consumo de risco com dano orgânico já instalado (esteatose hepática), o que clinicamente é tão importante quanto o diagnóstico de dependência, pois exige intervenção.
O ponto central não é o rótulo, mas sim o fato de que mesmo sem prejuízo social, já existe dano no fígado, e a continuidade do consumo aumenta risco de progressão para esteato-hepatite, fibrose e cirrose.
O ideal é abordagem médica com clínico geral ou hepatologia, com avaliação clínica completa, exames de rotina e orientação estruturada para redução ou suspensão do álcool, de forma progressiva e segura quando necessário.
Clínica médica clínico geral medicina preventiva avaliação clínica consulta médica completa cansaço fadiga falta de energia emagrecimento dificuldade para emagrecer metabolismo síndrome metabólica resistência à insulina ganho de peso alterações metabólicas check-up de saúde exames de rotina avaliação de exames investigação clínica consulta detalhada telemedicina consulta online atendimento remoto acompanhamento à distância medicina digital atencioso explicação clara consulta detalhada investigativo atendimento humanizado
Pelo que você descreve, sua mãe mantém funcionamento social, familiar e laboral preservados, o que é um ponto importante. Porém, o consumo diário ou em grandes quantidades nos fins de semana/feriados, especialmente com diagnóstico recente de esteatose hepática (gordura no fígado), já é um sinal de alerta clínico relevante. Isso porque, mesmo sem prejuízo social evidente, o álcool pode estar causando dano orgânico progressivo.
Em medicina, existe uma distinção entre “uso de risco” e “transtorno por uso de álcool”. Muitas pessoas ficam anos em padrão de uso de risco sem preencher critérios de dependência, mas ainda assim desenvolvem complicações como fígado gorduroso, alterações de colesterol, pressao alta, resistência à insulina, síndrome metabólica e piora do metabolismo. Essas condições também podem impactar o envelhecimento metabólico e, em alguns casos, associar-se a fadiga, ganho de peso e alterações hormonais.
Portanto, com as informações que você trouxe, não dá para afirmar automaticamente que ela é “alcoolista”, mas é possível dizer que ela está em consumo de risco com dano orgânico já instalado (esteatose hepática), o que clinicamente é tão importante quanto o diagnóstico de dependência, pois exige intervenção.
O ponto central não é o rótulo, mas sim o fato de que mesmo sem prejuízo social, já existe dano no fígado, e a continuidade do consumo aumenta risco de progressão para esteato-hepatite, fibrose e cirrose.
O ideal é abordagem médica com clínico geral ou hepatologia, com avaliação clínica completa, exames de rotina e orientação estruturada para redução ou suspensão do álcool, de forma progressiva e segura quando necessário.
Clínica médica clínico geral medicina preventiva avaliação clínica consulta médica completa cansaço fadiga falta de energia emagrecimento dificuldade para emagrecer metabolismo síndrome metabólica resistência à insulina ganho de peso alterações metabólicas check-up de saúde exames de rotina avaliação de exames investigação clínica consulta detalhada telemedicina consulta online atendimento remoto acompanhamento à distância medicina digital atencioso explicação clara consulta detalhada investigativo atendimento humanizado
Termos como "alcoólatra" ou "alcoolismo" têm sido substituídos na medicina por uma definição mais precisa e menos carregada de julgamento: o Transtorno por Uso de Álcool (TUA).
Para nós, médicos, não definimos o paciente pelo termo "alcoólatra", mas sim pelo impacto que a bebida tem na vida dele. O que define este Transtorno são os impactos sociais, presença de sintomas quando ocorre abstinencia e a compulsao pelo consumo.
A presença de gordura no figado pode ser consequencia do consumo cronico de alcool, no entanto requer uma historia clinica detalhada pois os habitos e medicamentos tambem podem causar esta condição.
Espero ter ajudado.
Para nós, médicos, não definimos o paciente pelo termo "alcoólatra", mas sim pelo impacto que a bebida tem na vida dele. O que define este Transtorno são os impactos sociais, presença de sintomas quando ocorre abstinencia e a compulsao pelo consumo.
A presença de gordura no figado pode ser consequencia do consumo cronico de alcool, no entanto requer uma historia clinica detalhada pois os habitos e medicamentos tambem podem causar esta condição.
Espero ter ajudado.
Sim, pode existir um quadro de alcoolismo mesmo quando a pessoa continua trabalhando, cuidando da rotina e mantendo a vida “funcionando”. Muitas pessoas conseguem manter suas obrigações por anos, mas o álcool já começa a trazer consequências silenciosas para a saúde.
O fato dela beber praticamente todos os dias e continuar mesmo após o diagnóstico de gordura no fígado já é um sinal de alerta importante. Mais do que quantidade, o que chama atenção é a dificuldade em reduzir ou interromper o consumo mesmo diante de um problema de saúde relacionado ao álcool.
O ideal é que ela seja acolhida e incentivada a procurar ajuda sem julgamentos, porque quanto antes isso for cuidado, menores os riscos futuros.
O fato dela beber praticamente todos os dias e continuar mesmo após o diagnóstico de gordura no fígado já é um sinal de alerta importante. Mais do que quantidade, o que chama atenção é a dificuldade em reduzir ou interromper o consumo mesmo diante de um problema de saúde relacionado ao álcool.
O ideal é que ela seja acolhida e incentivada a procurar ajuda sem julgamentos, porque quanto antes isso for cuidado, menores os riscos futuros.
Especialistas
Leane Dhara Dalle Laste
Médico clínico geral, Generalista, Médico de família
São Paulo
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