Minha mãe foi diagnóstica como "portadora de cardiopatia grave secundaria a doença isquêmica, não
Minha mãe foi diagnóstica como "portadora de cardiopatia grave secundaria a doença isquêmica, não eletiva mais para procedimento intervencionista, apenas manutenção do tratamento clínico devido gravidade da doença, sua FE é de 33% e não apresenta sintomas, qual a sua expectativa de vida?
1 resposta
Olá... De modo geral, o fator mais importante prognóstico é qual a classe funcional do paciente com o tratamento clínico, ou seja, qual a capacidade do paciente em realizar atividades ou esforços sem sentir sintomas. O prognóstico também depende de idade, doenças associadas e a quantidade de músculo do coração em isquemia (circulação insuficiente). Apenas em um consulta, analisando todos esses fatores, pode-se ter uma ideia mais precisa da expectativa de vida e, ainda assim, ela é bastante variável.
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