Oi boa noite, tudo bem ? Meu filho está tendo crise conversiva a 6 meses está fazendo acompanhament
Oi boa noite, tudo bem ? Meu filho está tendo crise conversiva a 6 meses está fazendo acompanhamento com psiquiatra e está tomando sertralina 100mg E revoc 100mg ,e até agora não deve melhora o q devo fazer
3 respostas
Entendo sua preocupação pois é muito difícil ver seu filho assim por tanto tempo. Crises conversivas (funcionais) costumam estar muito ligadas a fatores emocionais e, muitas vezes, a medicação isolada não é suficiente. O uso de Sertralina e Revoc pode ajudar na ansiedade, mas o tratamento geralmente precisa incluir psicoterapia estruturada e, em alguns casos, reavaliação do diagnóstico e da estratégia terapêutica. Após 6 meses sem melhora significativa, faz sentido reavaliar o caso: ajustar medicações, revisar o diagnóstico e reforçar abordagens terapêuticas específicas para esse tipo de quadro. Se quiser, posso te ajudar a avaliar melhor a situação do seu filho e orientar um plano mais adequado em consulta.
Obtenha respostas com a consulta online
Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.
Boa noite, Se já tem 6 meses de acompanhamento e não houve melhora, isso precisa ser revisto. Crises conversivas costumam responder melhor quando, além da medicação, há um trabalho terapêutico mais estruturado (principalmente psicológico). Só a medicação nem sempre resolve esse tipo de quadro. Na prática, vale reavaliar o tratamento como um todo e, se necessário, buscar uma segunda opinião para ajustar melhor a condução.
Quando falamos de crises conversivas, a resposta ao tratamento pode variar bastante de pessoa para pessoa e, em muitos casos, não depende apenas da medicação. O acompanhamento psicológico costuma ser uma parte muito importante do tratamento, junto com o seguimento com o psiquiatra. Mesmo com o uso de sertralina e fluvoxamina, pode levar algum tempo para observar melhora, e às vezes é necessário ajustar doses, rever a medicação ou associar outras abordagens. O mais importante agora é retornar ao médico que está acompanhando seu filho e relatar que não houve melhora até o momento. Ele é quem poderá reavaliar o caso com mais detalhes e definir a melhor conduta. Se ainda não houver acompanhamento psicológico regular, vale muito a pena incluir, pois costuma fazer bastante diferença nesses quadros.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
