Oi boa noite, tudo bem ? Meu filho está tendo crise conversiva a 6 meses está fazendo acompanhament

3 respostas
Oi boa noite, tudo bem ?
Meu filho está tendo crise conversiva a 6 meses está fazendo acompanhamento com psiquiatra e está tomando sertralina 100mg
E revoc 100mg ,e até agora não deve melhora o q devo fazer
Dr. Eder Rodrigues Nazário
Psiquiatra, Psicanalista
São Paulo
Entendo sua preocupação pois é muito difícil ver seu filho assim por tanto tempo.
Crises conversivas (funcionais) costumam estar muito ligadas a fatores emocionais e, muitas vezes, a medicação isolada não é suficiente. O uso de Sertralina e Revoc pode ajudar na ansiedade, mas o tratamento geralmente precisa incluir psicoterapia estruturada e, em alguns casos, reavaliação do diagnóstico e da estratégia terapêutica.
Após 6 meses sem melhora significativa, faz sentido reavaliar o caso: ajustar medicações, revisar o diagnóstico e reforçar abordagens terapêuticas específicas para esse tipo de quadro.
Se quiser, posso te ajudar a avaliar melhor a situação do seu filho e orientar um plano mais adequado em consulta.

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Dra. Ilana  Souza
Psiquiatra
Rio de Janeiro
Boa noite,
Se já tem 6 meses de acompanhamento e não houve melhora, isso precisa ser revisto.
Crises conversivas costumam responder melhor quando, além da medicação, há um trabalho terapêutico mais estruturado (principalmente psicológico).
Só a medicação nem sempre resolve esse tipo de quadro.
Na prática, vale reavaliar o tratamento como um todo e, se necessário, buscar uma segunda opinião para ajustar melhor a condução.
Quando falamos de crises conversivas, a resposta ao tratamento pode variar bastante de pessoa para pessoa e, em muitos casos, não depende apenas da medicação. O acompanhamento psicológico costuma ser uma parte muito importante do tratamento, junto com o seguimento com o psiquiatra.

Mesmo com o uso de sertralina e fluvoxamina, pode levar algum tempo para observar melhora, e às vezes é necessário ajustar doses, rever a medicação ou associar outras abordagens.

O mais importante agora é retornar ao médico que está acompanhando seu filho e relatar que não houve melhora até o momento. Ele é quem poderá reavaliar o caso com mais detalhes e definir a melhor conduta.

Se ainda não houver acompanhamento psicológico regular, vale muito a pena incluir, pois costuma fazer bastante diferença nesses quadros.

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