Oi.tomei escitalopram de 10mg por um mês, daí houve uma piora. A médica aumentou para 20mg. Fiquei s

Oi.tomei escitalopram de 10mg por um mês, daí houve uma piora. A médica aumentou para 20mg. Fiquei super bem. Agora depois de 1 mês ,estou me sentindo um pouco ansiosa novamente. Não tão forte qto antes. Porém não estou tão bem mais. É normal isso? Estou esperando a consulta com a psiquiatra.

9 respostas


Se você fosse minha paciente, eu iria avaliar todos os outros fatores que ainda lhe causam ansiedade antes de concluir que a medicação deixou de funcionar ou que seria necessário fazer algum ajuste. A resposta aos antidepressivos nem sempre é linear, e oscilações dos sintomas podem acontecer ao longo do tratamento. Também é importante lembrar que o remédio é apenas uma parte do tratamento. Qualidade do sono, estresse, preocupações do dia a dia, autocobrança, relacionamentos, atividade física e psicoterapia podem influenciar significativamente como você está se sentindo. O fato de a ansiedade ter retornado, mesmo que de forma mais leve do que antes, é uma informação relevante. Vale a pena você conversar sobre isso com a sua psiquiatra na próxima consulta, para que ela possa fazer uma avaliação mais ampla e individualizada do seu caso.

Dr. Davson Coimbra

Dr. Davson Coimbra

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Sim, pode acontecer alguma oscilação mesmo depois de uma boa melhora inicial com o aumento do escitalopram. O efeito do medicamento costuma se consolidar ao longo de algumas semanas, e a evolução nem sempre é totalmente linear: pode haver dias melhores e outros com um pouco mais de ansiedade, especialmente diante de estresse, sono ruim, preocupações ou medo de recaída. Como você melhorou com 20mg, mas voltou a sentir ansiedade em menor intensidade, vale relatar isso na consulta para sua psiquiatra avaliar se é uma oscilação esperada, sintoma residual ou necessidade de algum ajuste no plano terapêutico.


Podem ser varios fatores diferentes atuando com flutuação na resposta, é necessário consulta.


Olá! Sim, isso pode acontecer. Durante o tratamento, é possível haver oscilações dos sintomas, mesmo após uma melhora inicial. Isso não significa, necessariamente, que a medicação deixou de fazer efeito. Como a ansiedade voltou de forma mais leve e você já tem uma consulta agendada, o ideal é aguardar a reavaliação com o médico responsável pelo seu acompanhamento. Se os sintomas se intensificarem ou passarem a causar grande prejuízo no dia a dia, procure atendimento antes da consulta. Não faça alterações na medicação por conta própria.

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Generalista

São Bernardo do Campo

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Sim. Isso pode acontecer e não significa, necessariamente, que o escitalopram tenha deixado de fazer efeito. O escitalopram é um antidepressivo da classe dos ISRS e sua resposta pode oscilar ao longo do tratamento. É relativamente comum haver uma melhora inicial importante, seguida por um período de sintomas residuais ou pequenas oscilações da ansiedade, especialmente diante de situações de estresse ou durante a consolidação da resposta terapêutica. O fato de você ainda estar melhor do que antes do aumento da dose é um dado importante. Essa sensação de estar "um pouco ansiosa", mas sem a intensidade anterior, pode indicar uma resposta parcial, e não uma falha do tratamento. Na prática, após um mês na dose de 20 mg, ainda é possível ocorrerem oscilações. O mais importante é avaliar a tendência global da evolução, a frequência dos sintomas e o impacto na sua rotina antes de concluir que será necessário mudar a medicação. Converse com a psiquiatra que acompanha seu tratamento para reavaliar sua evolução e decidir se a dose atual deve ser mantida ou se há necessidade de algum ajuste. Não altere a medicação por conta própria. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva


É possível que isso aconteça durante o tratamento com escitalopram. Nas primeiras semanas após o ajuste da dose, o organismo ainda está se adaptando ao medicamento, e a melhora dos sintomas de ansiedade e depressão pode apresentar oscilações. Algumas pessoas têm uma resposta inicial muito boa e depois percebem um retorno parcial de sintomas, como maior preocupação, inquietação ou sensação de ansiedade. Como você relata que não voltou ao quadro intenso anterior e está aguardando a consulta com a psiquiatra, é importante observar a evolução sem interromper ou alterar a dose por conta própria. O médico poderá avaliar se é necessário manter a dose por mais tempo, ajustar o tratamento ou investigar fatores que podem estar influenciando, como estresse, qualidade do sono, insônia, irritabilidade, crise de ansiedade ou outros sintomas emocionais. O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para avaliar a resposta ao antidepressivo e diferenciar uma oscilação esperada do tratamento de uma necessidade de mudança na estratégia terapêutica. Continue acompanhando seus sintomas e, se possível, anote quando a ansiedade aparece, intensidade, gatilhos e impacto no dia a dia para levar à consulta.


Sim, essa oscilação pode acontecer durante o tratamento com escitalopram, especialmente nos primeiros meses de ajuste da medicação. O fato de você ter apresentado uma melhora importante após o aumento de 10 mg para 20 mg é um sinal de que houve resposta ao tratamento, mas algumas pessoas podem perceber um retorno parcial de sintomas, como ansiedade leve, preocupação excessiva ou menor sensação de tranquilidade, mesmo após uma melhora inicial. O escitalopram costuma atingir seu efeito mais estável após algumas semanas em uma dose adequada, mas a evolução não é sempre linear. Fatores como estresse, alterações do sono, rotina, eventos emocionais e oscilações naturais do transtorno de ansiedade ou depressão podem influenciar os sintomas. Como você já está aguardando a consulta com a psiquiatra, o ideal é não alterar a dose por conta própria. Leve para a consulta informações como quando a ansiedade voltou, intensidade dos sintomas, horários em que piora e se houve mudanças recentes na rotina. A médica poderá avaliar se é apenas uma fase de adaptação, se a dose deve ser mantida por mais tempo ou se é necessário algum ajuste. Também é importante observar sintomas associados, como ansiedade, depressão, crise de ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda, falta de motivação e alterações do humor, pois ajudam a definir a melhor estratégia terapêutica. A associação com psicoterapia pode contribuir bastante para consolidar a melhora e reduzir o risco de recaídas.


Sim, essa oscilação pode acontecer durante o tratamento com escitalopram, principalmente nos primeiros meses após o ajuste da dose. O fato de você ter melhorado bastante após aumentar de 10 mg para 20 mg indica que houve uma resposta ao medicamento, mas algumas pessoas podem apresentar uma reaparição parcial dos sintomas ao longo do tratamento. O escitalopram costuma ter uma resposta mais consolidada após algumas semanas de uso contínuo em uma dose adequada. Mesmo após uma melhora inicial, fatores como estresse, alterações do sono, eventos emocionais, mudanças na rotina ou a própria evolução do transtorno podem causar períodos de maior ansiedade. Como você está há cerca de 1 mês com 20 mg, ainda é um período em que o psiquiatra pode avaliar melhor a evolução. É importante não aumentar, reduzir ou suspender a medicação por conta própria. Na consulta, leve informações sobre quando a ansiedade voltou, intensidade dos sintomas, qualidade do sono e se houve algum fator desencadeante. Também é importante observar sintomas associados, como ansiedade, depressão, crise de ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda, falta de motivação e alterações do humor, pois ajudam o médico a decidir se é necessário manter a dose, aguardar mais tempo ou realizar algum ajuste. A associação com psicoterapia pode ser muito útil para consolidar a melhora e desenvolver estratégias para lidar com pensamentos ansiosos e prevenir recaídas. O acompanhamento regular com a psiquiatra é o caminho mais seguro para ajustar o tratamento conforme sua resposta individual.


Pode acontecer. A resposta ao escitalopram não costuma ser perfeitamente linear: mesmo após uma melhora importante, podem ocorrer dias ou períodos de maior ansiedade sem que isso signifique necessariamente que o medicamento deixou de funcionar. Sono, estresse, cafeína, ciclo hormonal, acontecimentos recentes e a própria evolução do transtorno podem influenciar os sintomas. Como você está utilizando 20 mg há aproximadamente um mês, ainda é importante avaliar a evolução ao longo do tempo antes de concluir que houve perda de eficácia. Não aumente a dose ou associe outro medicamento por conta própria enquanto aguarda a consulta. Uma informação muito útil para levar à psiquiatra é quanto da melhora inicial permaneceu e se houve alguma mudança recente na rotina. Se a ansiedade voltar a ficar intensa, houver agitação importante, alteração marcante do sono ou prejuízo funcional relevante, vale antecipar o retorno.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.