Por que no tratamento cirurgico de hidrocefalia é mais comum DVP do que DVE?
Por que no tratamento cirurgico de hidrocefalia é mais comum DVP do que DVE?
2 respostas
A DVP (derivação ventrículo-peritoneal ) é uma derivação permanente, salvo apresentar disfunção ou mais raramente infecção. A DVE é uma derivação externa, usar em caráter excepcional pelo menor tempo possível. Como é externa, o seu grande problema é o enorme risco de infecção. Nós usamos , em geral quando o paciente tem hidrocefalia mas o líquor está muito alterado com infecção ou sangue por exemplo e em outras situações mas sempre na expectativa de retirar o mais rápido possível .
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A derivação ventricular perperial é o método mais simples e mais fácil de se tratar uma hidrocefalia. A derivação ventricular externa usamos só pros casos agudos, porque ela não pode ficar exteriorizada sobre risco de infecção. Existe também a modernidade da derivação ventricular atrial, que colocamos no átrio do coração. Como a gente coloca um corpo estranho, como a derivação que é estranho para o organismo e que pode ter o risco de infecção, então evitamos colocar a atrial, somente usamos em casos extremos ou em casos especiais, normalmente coloca no peritônio que se tiver algum risco de infecção, o risco para o paciente é menor.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


