quais as dificuldades do dia a dia?

quais as dificuldades do dia a dia?

4 respostas


Quando chega à família uma criança com Síndrome de Down é muito importante que desde muito cedo a família procure instituições especializadas como APAE, entre outras, pois nela há profissionais que irão orientar não só a família, como estimular precocemente a criança para que ela tenha uma maior autonomia, normalmente com equipe multidisciplinar, (psicólogo, fono, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta,pedagogo) , além da própria equipe médica, visando para o seu futuro a independência, tratá-la normalmente em sua educação e criação, o diferencial é a estimulação .

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A Síndrome de Down não se manifesta da mesma forma em todos os indivíduos. Para os que têm um comprometimento maior, as dificuldades geralmente se referem à autonomia, podendo apresentar dificuldades em se alimentar sozinho, se vestir, tomar banho etc. Outros, não apresentam dificuldades desta natureza, e conseguem levar uma vida cotidiana normal, trabalhando, estudando e praticando esportes. Estas diferenças se devem à dois fatores: 1) a constituição genética do indivíduo; 2) ao tipo de tratamento que recebe. Mesmo os mais comprometidos, podem desenvolver algumas habilidades, vencendo algumas dificuldades, desde que seja corretamente avaliado e atendimento por equipe multidisciplinar.


As pessoas com Síndrome de Down são diferentes no que se relaciona a dificuldades. Cada pessoa pode ter diferentes dificuldades, destacando que estas podem ser facilitadas. Pode haver dificuldade na fala, no entendimento de determinados assuntos, nos limites, no raciocínio, e expressão de sentimentos dentre outros(tudo isso, embora estejamos falando de praspada com Síndrome de Down, é inerente ao ser humano). Contudo, como disse, essas dificuldades podem ser facilitadas com ajuda de fonoaudiologos, técnicas que estimulem a criatividade, dentre outros, mas principalmente, com muita paciência e amor.


Logo ao nascer, é necessário realizar exames para descartar alterações como cardiopatias, malformações intestinais, alterações auditivas, visuais e da função da tireóide. Também é necessário realizar alguns desses exames anualmente. O Ministério da Saúde lançou recentemente o manual "cuidados da saúde da pessoa com síndrome de down" que tem infos interessantes. Além disso, como as colegas já disseram, cada pessoa é única, mas a chegada de um bebê com alguma deficiência exige cuidados especiais de preferência com equipe interdisciplinar (com psicólogo, fono, terapeuta ocupacional, médicos, entre outros). É possível contratar esses profissionais independentemente ou ter acesso a eles via instituição especializada, como a já referida APAE. O diferencial das instituições, além da experiência acumulada, é a possibilidade dos profissionais conversarem entre si e desenvolverem um projeto terapêutico singular. A família receberá orientações e também poderá contar com o apoio da equipe.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.