Alexsandro Rosa Honório

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Criciúma 2 endereços

Número de registro: CRP 12/15272

Experiência

Abordagem terapêutica

Regressão ericksoniana

Experiência em:

  • Terapia familiar

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia


  • Desenvolvimento a resiliência


  • Terapia Familiar


  • Terapia de Família


  • Terapia de Casal


Consultórios (2)

Alexsandro Rosa Honório
Consultório particular

Rua Lauro Muller 904, Criciúma 88801-430

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Dúvidas respondidas

17 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam

Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.

Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Alexsandro Rosa Honório

O que você está sentindo não significa necessariamente que deixou de amar. Depois de quase 3 anos, é natural que a intensidade e a euforia do início mudem e deem espaço para um amor mais tranquilo, baseado em carinho, companheirismo, intimidade e segurança.

Percebo que você ainda encontra prazer na companhia dele, gosta de conversar, reconhece o cuidado e não se sente presa ou desconfortável na relação. Por isso, talvez seja importante não tentar responder imediatamente “eu ainda amo ou não?”, mas compreender melhor o que está acontecendo com você.

Às vezes, a própria ansiedade faz com que a pessoa fique monitorando os sentimentos o tempo todo, tentando encontrar uma certeza que não vem. E quanto mais tentamos medir o amor, mais difícil fica senti-lo naturalmente.

Não precisamos forçar nada nem tomar uma decisão agora. Podemos observar seus sentimentos com calma e entender se o que está faltando é o amor ou se é a conexão, a novidade e a espontaneidade dentro da relação. E, se houver desejo dos dois, essa conexão pode ser reconstruída.


Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Alexsandro Rosa Honório

Olá! Pelo que você relata, existe uma evolução muito importante: algo que há 6 meses era extremamente difícil hoje está mais confortável. Isso mostra que você está desenvolvendo recursos para lidar com situações que antes geravam muita ansiedade.

E “se curar” da ansiedade social não significa necessariamente deixar de ser uma pessoa quieta, tímida ou mais reservada. Essas podem ser características suas. A questão é quando a ansiedade impede você de fazer o que gostaria.

Os comentários sobre você ser séria ou falar pouco podem incomodar, mas não precisam definir quem você é nem apagar a sua evolução. Você pode ser uma pessoa mais quieta e, ainda assim, se comunicar, criar vínculos e ocupar seu espaço.

Talvez o objetivo não seja fazer com que todos parem de perceber ou comentar sobre o seu jeito, mas fazer com que esses comentários tenham cada vez menos poder sobre você. E a sensação de não pertencimento também pode ser trabalhada, principalmente entendendo o quanto as experiências de bullying contribuíram para essa percepção.

Então, talvez “estar se curando” seja menos sobre deixar de sentir ansiedade e mais sobre perceber que ela não controla mais suas escolhas e sua vida como antes. E, pelo que você contou, você já começou esse processo.


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