Ana Cláudia Silva

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Anápolis 1 endereço

Número de registro: CRP 09/014504

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  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 80

  • Primeira consulta psicologia

    A partir de R$ 80

  • Acompanhamento Terapêutico (AT)

    A partir de R$ 80

  • Aconselhamento Psicológico

    A partir de R$ 80

  • Anamnese psicológica

    A partir de R$ 80

Consultório

Ana Cláudia Silva
Clinica Cardioimagem

Setor central, N 1077, Maracanã, Anápolis 75043-060

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

“Quais são os correlatos neuropsicológicos e afetivo-cognitivos do Transtorno de Personalidade Borde

“Quais são os correlatos neuropsicológicos e afetivo-cognitivos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando regulação emocional, funções executivas e cognição social?”

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Ana Cláudia Silva

Regulação Emocional: O cérebro emocional (amígdala) reage demais e o cérebro racional (córtex pré-frontal) não consegue frear. Resultado: Emoções extremas, dolorosas e difíceis de acalmar.
Funções Executivas: Sob estresse, a capacidade de planejar e ponderar falha. Resultado: Impulsividade severa e pensamento do tipo "tudo ou nada".
Cognição Social: O cérebro interpreta mal os sinais sociais. Resultado: Medo constante de abandono e tendência a enxergar rejeição em rostos ou comentários neutros.
O TPB em uma linha: Uma pane no freio racional que faz o paciente sentir tudo intensamente e interpretar as relações como ameaçadoras.


De que forma a busca por expressão autêntica influencia a aliança terapêutica na Terapia Cognitivo-C

De que forma a busca por expressão autêntica influencia a aliança terapêutica na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando a identificação e modificação de pensamentos automáticos, crenças centrais e esquemas desadaptativos, bem como a regulação emocional e os padrões comportamentais interpessoais?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Ana Cláudia Silva

O Desafio: O paciente com TPB confunde sua desregulação emocional e seus impulsos com sua "identidade autêntica". Se o terapeuta tenta mudar seus pensamentos rápido demais, o paciente se sente invalidado e rejeitado.
Aliança Terapêutica: A busca por autenticidade exige o equilíbrio entre aceitação e mudança. O terapeuta precisa validar a dor do paciente (aceitação) para ganhar o direito de flexibilizar seus comportamentos (mudança).
Crenças e Esquemas: O paciente teme que, se for autêntico, será abandonado por ser "defeitooso". A terapia funciona como uma experiência corretiva onde ele pode ser autêntico e aceito.
Regulação e Comportamento: Regular as emoções não é deixar de ser autêntico, mas sim libertar o paciente do "sequestro" da dor. Exprimir raiva ou medo em sessão sem que o terapeuta destrua a relação cura o padrão de relacionamento instável.


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Perguntas frequentes