Anderson Dos Santos
Psicólogo
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sobre as especializações
Neves Paulista 1 endereço
Número de registro: CRP 06/180995
Experiência
Também tem experiência em treinamento e integração curricular, recrutamento e seleção, diagnóstico de saúde organizacional, planejamento e instalação de Marca Forte e estratégias de otimizar clima organizacional.
Principais doenças tratadas
- Ansiedade da Separação
- Conflitos de relacionamento
- Transtornos de ansiedade
- Depressão
- Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)
- +25 a11y_sr_more_diseases
Serviços e preços
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Consulta Psicologia
R$ 123 -
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Orientação Escolar
R$ 79 -
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Tratamento da ansiedade
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Terapia Familiar
R$ 299 -
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Terapia de Família
R$ 178 -
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Consultório
Rua David de Mello, 541, Neves Paulista 15120-000
Disponibilidade
Este especialista não oferece agendamento online neste endereço
Planos de saúde não aceitos
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
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3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Porque as pessoas que são abusadas , sentem nervosismo de fala oq aconteceu?
Essa é uma pergunta muito importante, e carrega uma dor que muitas pessoas enfrentam em silêncio.
Vamos tratar disso com cuidado e a clareza que minha pratica clinica permite: Por que quem sofre abuso sente dificuldade ou nervosismo ao falar sobre o que aconteceu?
Primeiramente porque o abuso não é só um ato físico ou verbal, é também uma violência emocional e psicológica severa. Fere a integridade do sujeito, mexe com a identidade, com a autoestima, com a percepção da realidade. A pessoa abusada muitas vezes sente vergonha ou culpa (mesmo sem ter culpa nenhuma), pois muitas vítimas foram manipuladas a acreditar que provocaram o abuso, que “permitiram”, ou que ninguém acreditaria nelas. Isso gera o medo do julgamento, especialmente em ambientes onde o assunto é tratado com tabus ou desconfiança.
Outras tem medo das consequências, imbuídas de medo de ser desacreditada, do medo de retaliação por parte do agressor, ou ainda o medo de causar conflitos na família, no trabalho ou no círculo social.
O corpo guarda a memoria do trauma e simplesmente falar sobre o abuso, pode reativar memórias dolorosas, sensações físicas, tremores, bloqueios. Isso se chama "resposta traumática". O cérebro tenta proteger a pessoa evitando que ela reviva a dor. É como um mecanismo de defesa que se transforma em silêncio, outras vezes, a pessoa nem sabe que viveu um abuso, e isso é comum quando o abuso foi emocional, psicológico ou sexual em contextos familiares ou de confiança, ela pode ter internalizado a ideia de que “foi normal” ou “não foi tão grave assim”.
Por isso a escuta terapêutica é tão necessária: Na terapia, a pessoa encontra um espaço livre de julgamento, onde pode ir colocando para fora aos poucos, no seu tempo, com segurança.
A fala que hoje vem com medo, vergonha e tremor, pode se transformar em força, consciência e liberdade.
Se você — ou alguém próximo — passou por isso e ainda sente esse bloqueio, saiba: é possível ressignificar, curar e seguir com dignidade e amor-próprio.
Se quiser conversar mais sobre isso ou buscar esse apoio, estou aqui para acolher com todo respeito que você merece.
Tenho uma filha de 9 anos, nunca me relacionei com ninguem depois do relacionamento com o pai dela porque nunca achei ninguem importante ao ponto de trazer essa pessoa pra vida dela. há algum tempo encontrei alguem que a trata muito bem , mas ela nao quer nem saber de aceitar ele na minha vida. É grossa, mal educada muitas das vezes e nao ve, mesmo que eu converse com ela , que ele quer ser alguem importante na vida dela principalmente. EM TUDO nos tentamos inclui-la pra que ela nao se sinta sozinha ou excluida. O convivio dela com ele longe de mim é excepcional, carinhosa e amorosa, mas quando eu chego a festa acaba. Como lidar?
Compartilhar sua história com tanta sinceridade e sensibilidade é acolhedor, obrigado. O que você está vivendo é mais comum do que parece e exige, sim, muito tato emocional. Há caminhos possíveis, e quero te mostrar isso com todo o acolhimento que você merece.
Sobre sua filha: o que pode estar acontecendo?
Aos 9 anos, as crianças já têm uma percepção emocional aguçada, porém ainda não sabem nomear ou lidar bem com o que sentem. Muitas vezes, comportamentos como grosseria ou resistência não são falta de respeito, são tentativas de expressar medos, ciúmes ou inseguranças que ela mesma não entende.
Mesmo que a convivência com ele "sem você por perto" seja boa, a presença dos dois juntos pode ativar nela uma sensação de “ameaça”: medo de perder sua atenção, medo de “troca”, ou até confusão por ver carinho entre você e outra pessoa que não o pai dela, ou ainda ativar memorias reprimidas, entre outros fatores.
O que você pode fazer (com cuidado e paciência):
1. Valide os sentimentos dela, sem reforçar o comportamento agressivo. frases como “Eu percebo que você fica diferente quando estamos todos juntos. Imagino que seja difícil ver alguém dividindo a mamãe com você. Mas eu te amo do mesmo jeito, e nada vai mudar isso.”
2. Evite forçar aproximações afetivas. Deixe que o vínculo cresça no tempo dela. Talvez o que hoje é birra se transforme, com o tempo, em afeto real, mas só se ela se sentir segura.
3. Crie momentos só de vocês duas. Reforce a relação mãe e filha. Faça com que ela veja que sua atenção e amor por ela continuam inteiros.
4. Converse com ele também. Ele parece estar disposto e isso é maravilhoso. Mas é importante que ele entenda que ela precisa de tempo e acolhimento, não de “esforços” para ser convencida.
5. Terapia infantil pode ajudar muito. Um espaço seguro onde ela possa expressar o que sente, entender suas emoções e elaborar esse momento de transição.
E você? Também merece cuidado. Você tem sido mãe, parceira, ponte emocional, e tudo isso pode ser exaustivo. Ter um espaço só seu para conversar, refletir e ser ouvida também pode fazer muita diferença. Se quiser conversar mais a fundo ou buscar esse acompanhamento emocional, estou aqui. Tenho horários disponíveis a partir de terça-feira às 14h. Seria uma alegria te acolher nesse momento tão delicado e importante
Você está fazendo o seu melhor. E isso já é lindo.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
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Quais são as principais especialidades de Anderson Dos Santos?Anderson Dos Santos é psicólogo. Te mostramos alguns dos serviços oferecidos pelo especialista graças à sua trajetória e vasta experiência: Acompanhamento Terapêutico (AT), Avaliação psicológica, Anamnese psicológica, Psicoterapia breve, Consulta psicológica do adulto, Orientação aos pais, Terapia Familiar, Psicoterapia de Grupo, Orientação Vocacional, Retorno de consulta psicologia.
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Onde fica o consultório de Anderson Dos Santos?Anderson Dos Santos atende em:
- Rua David de Mello, 541 Neves Paulista
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Posso passar por atendimento online com Anderson Dos Santos, sem ter que ir até o consultório?Não, no momento Anderson Dos Santos não oferece atendimento online.
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Quais métodos de pagamento são aceitos por Anderson Dos Santos?Anderson Dos Santos aceita os seguintes métodos de pagamento: Dinheiro, Cartão de Crédito, Cartão de Débito, Depósito Bancário, Transferência Bancária, Boleto.
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Como posso marcar uma consulta com Anderson Dos Santos?Anderson Dos Santos ainda não indicou os horários que tem disponíveis neste endereço. Recomendamos que entre em contato diretamente com o especialista para conhecer sua disponibilidade.
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Quais são os convênios aceitos por Anderson Dos Santos?Anderson Dos Santos não aceita convênios, apenas pacientes particulares. Recomendamos que caso tenha alguma dúvida, entre em contato com o especialista.