Prof. Elaine Cristina dos Santos

Psicopedagoga · Mais sobre as especializações

Número de registro: Certificado Apresentado

Experiência

Sou Psicopedagoga e Neuropsicopedagoga, com formação em Letras, Magistério e Atendimento Educacional Especializado (AEE) e mais de 25 anos de experiência na área da educação, atuando com diferentes perfis e necessidades de aprendizagem.

Meu trabalho é voltado à compreensão das dificuldades de aprendizagem e ao desenvolvimento de estratégias individualizadas, respeitando o ritmo, as potencialidades e as necessidades de cada pessoa.

Atuo com questões relacionadas à aprendizagem, alfabetização, leitura, escrita, atenção, memória, organização dos estudos e desenvolvimento de habilidades cognitivas, buscando contribuir para uma trajetória de aprendizagem mais segura e significativa.

Realizo atendimento psicopedagógico on-line, com escuta individualizada e orientação às famílias quando necessário.

Minha experiência na educação, aliada à formação em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia e AEE, permite uma atuação que integra educação, aprendizagem e desenvolvimento, sempre com acolhimento, ética e responsabilidade profissional.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicopedagogia clinica
  • Neuropsicopedagogia
  • Alfabetização
  • Acompanhamento escolar

Serviços

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está no

Meu filho autista vem regredindo na escola, a escola diz que ele está agressivo. Em casa ele está normal. A escola se recusa a apresentar as cameras que ele esteja agressivo, inclusive ele voltou machucado e eles alegam que foi ele em crise. Estão exigindo que eu contrate um profissional para acompanha-lo em sala de aula. Não tenho condições devido o custo que já tenho na escola, porém qual melhor profissional nesse caso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Elaine Cristina dos Santos

Entendo sua preocupação, principalmente porque existe uma diferença importante entre o comportamento apresentado em casa e o relatado pela escola. Nessa situação, antes de simplesmente contratar um acompanhante, é fundamental compreender o que está desencadeando essas mudanças no ambiente escolar.
O ideal é realizar uma avaliação neuropsicopedagógica/psicopedagógica, analisando aspectos pedagógicos, comportamentais, comunicação, interação social, possíveis dificuldades de adaptação e as situações em que os episódios acontecem. Também é importante estabelecer um diálogo formal com a escola e construir estratégias de acompanhamento e inclusão.
Quando há necessidade de apoio individualizado, pode ser indicado um profissional de apoio escolar, conforme as necessidades identificadas no estudo de caso. A legislação brasileira prevê esse suporte para estudantes com TEA quando comprovada a necessidade.
No entanto, se a criança está retornando machucada e a escola atribui os episódios exclusivamente a “crises”, sem esclarecer adequadamente o que ocorreu, considero importante investigar cuidadosamente a situação, registrar os acontecimentos e solicitar à escola informações formais sobre os episódios.
Meu primeiro passo seria, portanto, uma avaliação e uma reunião com a família e a escola para compreender o contexto antes de definir qual profissional e qual tipo de suporte são realmente necessários.


Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo r

Minha filha tem 10 anos, está numa nova escola, é bem inteligente, gosta de brincar mas está sendo rejeitada nos grupos da escola. O comportamento em casa continua o mesmo sempre brincando. Como posso ajudá- lá?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Elaine Cristina dos Santos

A mudança de escola pode ser um período de adaptação bastante desafiador, mesmo para uma criança inteligente, comunicativa e que mantém em casa seu jeito habitual de brincar. Quando existe rejeição pelos colegas, porém, é importante olhar para a situação com cuidado e não simplesmente atribuir o problema à criança.
Eu começaria investigando como estão acontecendo essas interações: em quais momentos ela é excluída, como tenta se aproximar dos grupos, como os colegas respondem e se existe alguma situação de bullying ou dificuldade de integração. A escola também precisa participar desse processo, favorecendo vínculos e criando oportunidades de interação positiva.
Em casa, procure acolher os sentimentos dela sem pressioná-la com perguntas como “por que ninguém quer brincar com você?”. Perguntas mais abertas, como “com quem você conseguiu brincar hoje?” ou “como foi o recreio?”, podem ajudar a compreender o que realmente está acontecendo.
Um acompanhamento neuropsicopedagógico/psicopedagógico pode ser muito útil para avaliar as habilidades sociais, emocionais e escolares, compreender as dificuldades de adaptação e desenvolver estratégias para fortalecer sua autoestima, comunicação e interação com os colegas.
O objetivo não deve ser fazer com que ela seja aceita por qualquer grupo, mas ajudá-la a construir relações saudáveis e encontrar espaços em que possa ser ela mesma, sentindo-se pertencente e respeitada.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.