Juliana Luizetto de Lucca
Psicólogo
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Número de registro: CFP SC 12/21084
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Atendimento em Palhoça e Florianópolis.
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3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como lidar com a interação de uma criança com autismo em relação a outras crianças típicas?
Como lidar com a interação de uma criança com autismo em relação a outras crianças típicas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autismo é uma forma de funcionamento que tarata especificamente do modo de ralação que essa criança tem com o mundo a sua volta e com outras pessoas. Na interação de outras crianças com um autista é importante saber se o autista em questão está em tratamento ou não, e como ele está interagindo com com o mundo e pessoas. É importante ressaltar que o autista interage com o seu meio de uma forma peculiar conforme aquilo que ele consegue traduzir do significado das interações para sua linguagem diferenciada. Conhecendo o nível de interação da criança com o seu mundo e semelhantes é importante respeitar. Acredito que os pais e o psicólogx que acompanha o autista possam dar maiores orientações a respeito. E sempre válido levar em consideração qual é o ambiente onde ocorrerá essa interação.
Borderline é doença? Transtornos de personalidade podem ser considerados doença?
Borderline é doença? Transtornos de personalidade podem ser considerados doença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é visto como uma doença para nós e sim como um mode de funcionar do sujeito. Porém para se falar de um diagnóstico de bipolaridade ou borderline, ou qualquer outro diagnóstico são necessárias sessões de análise. Muitas vezes o paciente chega até o consultório do psicólogo com um diagnóstico psiquiátrico de algum tipo de transtorno. A psiquiatria tem uma outra forma de avaliação, portanto, é necessário para os psicólogos uma maior visão da história de vida do paciente e o que é exatamente para ele a bipolaridade ou borderline, no sentido de entender o sofrimento, em quais momentos as características que ele descreve pioram ou melhoram, inicio das características, quais experiências de vida se relacionam aoquadro, para poder avaliar se se trata realmente de um modo de funcionamento da pessoas, borderline ou bipolar. E assim proporcionar ao paciente a melhora.
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