Dra. Nádia Loureiro Oliboni Cavalcanti

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: 06/155270

Experiência

Trabalho com a Terapia Cognitivo Comportamental. Trabalho em clínica a mais de três anos. Possuo experiência em atendimento a adolescentes, adultos, idosos e casais.
Curso de Terapia Cognitivo Comportamental - IPED Instituto Politécnico.
Curso: Diagnóstico e Tratamento em Transtornos de Ansiedade.
Curso em Terapia ABA para Pais e Aplicadores - Academia do Autismo.
Seguindo a linha da Terapia Cognitivo Comportamental, atende casos que envolvam conflitos nos relacionamentos amorosos e familiares, além de acompanhar questões relacionadas à autoestima, bem como demandas associadas a ansiedade, depressão, entre outras Psicopatologias. Treinamento Parental - ABA.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Terapia individual

Experiência em:

  • Transtornos de ansiedade
  • Traumas psicológicos

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 100

  • Primeira consulta psicologia

    A partir de R$ 90

  • Acompanhamento Terapêutico (AT)

    A partir de R$ 150

  • Aconselhamento Psicológico

    A partir de R$ 100

  • Consulta de psicologia online

    A partir de R$ 130

Consultório

Nádia Loureiro Oliboni Cavalcanti
Espaço Terapêutico Meu Eu

Rua Jair de Godoy 36, Santo Amaro, Poá 08550-100

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Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

1 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Transtorno depressivo

Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

Ouvir e acolher é um gesto lindo, mas não é sua responsabilidade tratar ou resolver os problemas dela, isso é papel de profissionais de saúde mental e da rede de apoio dela (família, escola, psicólogo, psiquiatra). Você pode estar confundindo “ajudar” com “assumir a dor do outro”. Fala pra ela buscar ajuda com algum familiar que ela confie e não se responsabilize.

Dra. Nádia Loureiro Oliboni Cavalcanti

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Perguntas frequentes