Dra. Adriana Almeida Mendes Barroso

Generalista · Mais sobre as especializações

Três Rios 2 endereços

Número de registro: CRM: 647241-RJ

Experiência

Médica alergista e imunologista capacitada no atendimento de pacientes com doenças de alérgicas e imunológicas utilizando para isso uma história clínica bem fundamentada e exame físico minucioso. Contribuição importante para o delineamento dos sistemas de atendimento local e proporcionar o atendimento necessário a pacientes com doenças alérgicas como asma, tosse, urticária e angioedema, alergia a alimentos e medicamentos, conjuntivite alérgica, imunodeficiências, doenças alérgicas ocupacionais, dermatite atópica, dermatite de contato, bronquite, rinoconjuntivite e demais doenças alérgicas.
Solicitação e interpretação de exames de laboratório relacionados com alergia e imunologia. 
Realização e avaliação de teste cutâneo (prick test) e teste de contato (patch test) no consultório. 
Imunoterapia específica para alergias a picadas de insetos, aeroalérgenos e alergia a picada de abelhas e formigas.
Educação de pacientes, familiares e cuidadores de pacientes alérgicos atavés de prevenção primária adicionando estratégias de modificação ambiental para reduzir a exposição a alérgenos.
Tratamento medicamentoso aos transtornos alérgicos e doenças relacionadas.
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Artigos

Urticária

Urticária é uma erupção cutânea, pruriginosa, caracterizada por placas salientes, que se assemelham às produzidas pela urtiga que pode aparecer subitamente pelo contato direto com substâncias alérgicas, como resposta do sistema imunológico à ingestão de algumas comidas ou pelo estresse. A urticária também é comum em pessoas imunodeprimidas. A urticária pode ser aguda quando persiste por até 6 semanas ou crônica quando dura mais de 6 semanas. O tratamento adequado advêm após criteriosa anamnese e investigação diagnóstica através de exames laboratoriais, testes cutâneos. A avaliação dos exames irá nortear o melhor tratamento para cada caso individualmente.


Imunoterapia para alergias respiratorias

A imunoterapia com alérgenos, também chamada de vacina para alergia, é uma forma de tratamento utilizada há mais de 50 anos. O tratamento consiste na aplicação de alérgeno ao qual o paciente é sensível em doses crescentes por um período de tempo que é variável (1 a 5 anos). A imunoterapia reduz o grau de sensibilização do paciente e minimiza reações alérgicas imediatas graves (anafilaxia) além de diminuir e até suspender os sintomas da rinite alérgica e asma brônquica. Indicada para pessoas sensíveis aos ácaros da poeira doméstica, pólens, fungos e venenos de insetos. Lembrando que não há indicação de imunoterapia para alergia a alimentos e para os quadros de dermatite de contato.


Dermatite de contato

A dermatite de contato é uma reação inflamatória na pele decorrente da exposição a um agente capaz de causar irritação ou alergia. Existem dois tipos de dermatite de contato a irritativa e a alérgica. As lesões da pele acometem o local de contato com a pele, podendo se estender à distância. O tratamento consiste no uso de antialérgicos, cremes ou pomadas de corticosteroides ou também imunomoduladores tópicos. Emolientes e hidratantes ajudam a manter a pele úmida e também auxiliam em sua reparação e proteção. Deve-se identificar o agente irritante ou alergênico que desencadeou a dermatite para evitá-lo. O exame padrão-ouro para diagnóstico da Dermatite de Contato é o Patch test.


Asma

A asma brônquica é uma inflamação crônica nos pulmões. Quando as vias aéreas são expostas a estímulos ou fatores desencadeantes tornam-se hiperreativas e obstruídas, limitando o fluxo de ar através de broncoconstrição, uma produção de muco aumentada causada pela inflamação. Entre os sintomas comuns estão a chieira recorrente, tosse com agravamento noturno, sensação de aperto no peito e dificuldade respiratória recorrente. O diagnóstico é geralmente realizado com base no padrão dos sintomas, na reversibilidade dos sintomas com broncodilatador, nos resultados da espirometria. Os testes cutâneos alérgicos são também importantes para avaliar asma com componente alérgico e nortear o tratamento.


Teste alérgico (Patch test)

O patch test ou teste de contato é considerado o exame padrão-ouro no diagnóstico da dermatite de contato alérgica. O teste de contato só pode ser feito por um alergologista e é realizado diretamente na pele do paciente sendo considerado uma prova biológica "in vivo". Consiste em colocar as substancias específicas em contato com a pele do paciente, provocando uma exposição do paciente ao alérgeno e produzindo áreas de dermatite. É realizado em três etapas: num primeiro momento, 48 horas depois e 96 horas depois. Ao término das 96 horas é possível fornecer um laudo. A bateria de testes de contato padrão brasileira é composta por 30 substâncias padronizadas.


Rinite

O nariz é a porta de entrada para o ar e substâncias carregadas por ele e tem a função de filtrar as impurezas, além de umidificar e aquecer o ar que vai chegar aos pulmões. O indivíduo alérgico tem uma reação exagerada aos alérgenos. Seu sistema imunológico reage de forma intensa a estas substâncias estranhas na tentativa de defesa do organismo. Os sintomas da rinite são obstrução nasal, coriza, espirros e coceira no nariz. Uma investigação diagnóstica realizada por testes com aeroalérgicos específicos deve ser realizada para diferenciar a rinite alérgica da não alérgica. Esse passo é muito importante pois determina o tempo e qual o melhor tratamento para cada paciente individualmente.

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Dúvidas respondidas

12 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu filho de 9 anos tem asma induzida por esforço e faz uso desde set/2017 de duas doses inaladas diárias

Meu filho de 9 anos tem asma induzida por esforço e faz uso desde set/2017 de duas doses inaladas diárias de Busonid Caps 200mcg. Tb tem rinite alérgica e está tomando há dois dias Prednisolona e Allegra Pediatr (ambos) 5ml duas vezes ao dia. Ele pode tomar a vacina da febre amarela?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Adriana Almeida Mendes Barroso

A vacina é feita do vírus vivo e cultivado em clara de ovo. No entanto ele é atenuado, ou seja não é virulento e não tem a capacidade de produzir a doença. Em pessoas saudáveis e com sistema imunológico estabelecido, não há riscos.
Porém há grupos considerados de risco nos quais mesmo o vírus sendo atenuado pode ocasionar efeitos colaterais e até mesmo produzir a doença, como gestantes, bebês menores de 6 meses, idosos, portadores de doenças que reduzem a imunidade como AIDS, câncer, anemia importante, lúpus e diabetes quando não controlada, alérgicos a ovo e pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como CORTICÓIDES (uso prolongado superior a 30 dias), inibidores da calcineurina, inibidores da síntese de nucleotídeos, anticorpos policlonais, gamaglobulina IV, inibidor da C5 e inibidor da protease.
O quadro clínico do seu filho não se enquadra em nenhum dos grupos considerados de risco. Devendo apenas administrar a vacina após término do uso do medicamento PREDNISOLONA.


Como é utilizada a autotolerância para o tratamento de doenças alérgicas?

Como é utilizada a autotolerância para o tratamento de doenças alérgicas?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Adriana Almeida Mendes Barroso

A autotolerância é a perda da capacidade do sistema imunológico do indivíduo de distinguir o que é próprio (self) daquilo que não é próprio (non-self). Ou seja, o sistema imunológico passa a não reconhecer células do próprio organismo como células estranhas ou invasores e passam a atacá-las.
a perda da autotolerânica óde ser intrínseca (dependente de características do próprio indivíduo) ou extrínsecas (ocasionados por fatores ambientais como infecções bacterianas e virais, exposição a agentes físicos e químicos como UV, pesticidas e drogas).
A princípio não há agentes biológicos específicos para atuarem nos mecanismos de controle da auto-imunidade. Mas pesquisas atuais com o uso de imunoglobulina intravenosa humana, proteína de fusão CTLA4-Ig, anticorpos anti-CD5, anti-CD7, anti-CD-40L tem avançado muito para tratamento de pacientes com Lúpus e Psoríase.


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