Dra. Déborah Oliveira Carvalho

Número de registro: CRFa 2 143

Experiência

 Estagiária em Fonoaudiologia
* Posto de Saúde Dr. Irineu Sodré
Fonoaudióloga supervisora: Bernadete Cirino de Assumpção
Novembro de 2011 á Dezembro de 2012 / 22 3852 0272
Foram realizadas orientações e atuação supervisionada visando avaliação e reabilitação nas áreas de voz, linguagem oral e escrita, Motricidade Orofacial, dicção e oratória.
Estagiária em Fonoaudiologia
* Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna - CACI
Fevereiro de 2011 á Julho de 2013
Foram realizadas orientações e atuação supervisionada visando avaliação, prevenção e reabilitação nas áreas de voz, linguagem oral e escrita, Motricidade Orofacial.
Apresentação no II Congresso de Ciência, Tecnologia e Inovação do Norte E Noroeste Fluminense e do V Congresso de Iniciação Científica
* Faculdade Redentor
24 á 27 de Outubro de 2012 / 22 3811 0111
Apresentação do trabalho de conclusão de curso: Arteterapia e Brinquedoteca hospitalar: Uma proposta para a intervenção Fonoaudiológica na leucemia infantil.
Fonoaudióloga
* Clínica Fisio Vida
Agosto de 2013 á Agosto de 2014 / 22 3852 0859 (Gleiser)
Atuação em prevenção, diagnóstico, avaliação, habilitação e/ou reabilitação nas áreas de voz, linguagem, motricidade orofacial e aprendizagem; além de fitness mental, orientações familiares, orientações pedagógicas no ambiente educacional, palestras, e, encaminhamentos.
mais Sobre mim

Serviços

Sem informação sobre serviços e preços

Este especialista ainda não adicionou nenhuma informação sobre serviços

Consultório

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Opiniões em breve

Envie a primeira opinião

Você já passou por consulta com Dra. Déborah Oliveira Carvalho? Conte aqui como foi. Outros pacientes vão te agradecer por ajudá-los a escolher o melhor especialista.

Enviar opinião

Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Minha filha tem 8 anos, esta com dificuldades na escola (2º) e ao fazer o exame PAC deu alteração,

Minha filha tem 8 anos, esta com dificuldades na escola (2º) e ao fazer o exame PAC deu alteração, esse tratamento resolve somente com a fonoaudiologa que trabalha com isso ou tem que ser feito o tratamento em cabine.
Esse problema tem cura? ou o tratamento é muito longo ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Déborah Oliveira Carvalho

O Distúrbio no processamento auditivo Central ocorre quando a pessoa ouve porém não compreende, porque ao ser conduzida ao cérebro a informação se dissipa, chegando apenas parte dela.
Neste caso seria necessária a realização da Anamnese, análise do exame realizado (PAC). se preciso algumas avaliações para avaliar o cognitivo e realização de Avaliação audiológica.
DPAC não é uma doença, mas um distúrbio e segundo alguns Neuropsicólogos não há argumentos para se falar em cura, mais é possível afirma que iniciando o tratamento são notáveis as mudanças. O tratamento depende do grau de DPAC em que a criança encontra-se, sendo realizado pelo fonoaudiólogo, porém é importante o envolvimento da equipe multidisciplinar, composta por: Fonoaudiólogo, neurologista, psicólogo, professor, pediatra e pelos pais. É necessário também pesquisar se o distúrbio foi causado ou está associado á alguma patologia.
A disposição.
Atenciosamente,
Déborah Oliveira


Minha mae usa traqueostomia pois a corda vocal esta paralisada. Ja fez 3 broncoscopia mas o medico disse

Minha mae usa traqueostomia pois a corda vocal esta paralisada. Ja fez 3 broncoscopia mas o medico disse q continua paralisada. O que pode ser feito? Ela esta no final de tratamento de um tumor no pulmao .

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Déborah Oliveira Carvalho

Concordo que é necessária maiores informações do médico que realizou o procedimento cirúrgico sobre o caso de sua mãe, contudo é necessário após que sua mãe inicie o tratamento com Fonoaudiólogo, pois este profissional realizará procedimentos necessário para avaliar se a paralisia foi bilateral ou unilateral, realizar orientações e iniciar a fonoterapia para que a paciente consiga utilizar novamente sua voz ou instrua sobre o uso da voz esofagiana (devido a traqueostomia).
É processo que pode demandar tempo, mas que acarreta grandes resultados.
Á disposição.
Atenciosamente,

Déborah Oliveira


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.