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Bom dia. A paroxetina e o aripiprazol estão em sim entre as medicações indicadas para o tratamento do TOC.

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Sim, o Aripiprazol pode potencializar o efeito do ansiolítico (Paroxetina), portanto excelentes opções para TOC.


Associado a medicação é importante um acompanhamento psicológico para que você possa ter um lugar de fala, acolhimento, escuta. Procure um psicólogo.


A paroxetina pertence aos inibidores seletivos da recaptação de serotonina, classe com evidência estabelecida para tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo. O aripiprazol não costuma ser a primeira medicação utilizada isoladamente para TOC, mas pode ser empregado como estratégia de potencialização em situações específicas, principalmente quando a resposta ao tratamento serotoninérgico é insuficiente. A escolha depende da intensidade dos sintomas, tratamentos anteriores, comorbidades e perfil de efeitos adversos. Além disso, a terapia cognitivo-comportamental com exposição e prevenção de resposta é uma das intervenções mais importantes para TOC, inclusive quando predominam obsessões e rituais mentais. Portanto, a combinação pode ter indicação clínica, mas somente seu psiquiatra conhece os motivos específicos da prescrição. Não modifique as doses por conta própria e utilize as consultas de acompanhamento para avaliar resposta e tolerabilidade.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Sim, esses medicamentos podem fazer parte do tratamento do TOC, mas exercem funções diferentes. A paroxetina pertence aos ISRS, classe de antidepressivos amplamente utilizada no tratamento farmacológico do transtorno obsessivo-compulsivo. O aripiprazol não costuma ser o tratamento inicial isolado do TOC, mas pode ser utilizado como estratégia de potencialização em determinados pacientes, principalmente quando a resposta ao tratamento serotoninérgico é insuficiente. A indicação depende da intensidade dos sintomas, tratamentos anteriores e presença de outros transtornos. Além da medicação, a psicoterapia cognitivo-comportamental com Exposição e Prevenção de Resposta (EPR) é uma das intervenções fundamentais para TOC. Portanto, a combinação prescrita pode ter justificativa clínica, mas somente o psiquiatra que avaliou seu quadro pode explicar por que escolheu especificamente esse esquema.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.