1 mês após colocar o Mirena, fiz US que mostrou mal posicionamento (na cavidade cervical). Vale a pe

1 mês após colocar o Mirena, fiz US que mostrou mal posicionamento (na cavidade cervical). Vale a pena tentar colocar mirena novamente ou devo tentar outro método (implanon)? Há risco de colocar novo mirena e ele sair do lugar novamente no primeiro mês?

3 respostas


Bom dia. O mal posicionamento do DIU é uma complicação não muito rara, por isso o controle ecográfico e não quer dizer que ele foi expulso e sim mal posicionado na inserção. Se você não teve sangramento e cólicas intensas após a inserção, provavelmente não foi expulsão e sim uma dificuldade de posicionamento pelo médico. Converse com seu médico assistente e veja com ele se a inserção foi difícil e se há possibilidade de fazer uma nova tentativa com anestesia geral.

Dr. Antônio Barbato

Dr. Antônio Barbato

Ginecologista

Porto Alegre

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A identificação do Mirena na cavidade cervical indica posicionamento inadequado, podendo comprometer a eficácia contraceptiva e aumentar o risco de expulsão. Nessa situação, é importante utilizar um método adicional até a avaliação e correção do problema. A possibilidade de inserir um novo Mirena depende de fatores como anatomia uterina, presença de miomas, características da cavidade e possíveis dificuldades durante a inserção anterior. Ter apresentado deslocamento uma vez não significa necessariamente que ocorrerá novamente, mas exige investigação. O implante contraceptivo é uma alternativa altamente eficaz, que não depende do posicionamento intrauterino, embora apresente perfil de sangramento diferente. Recomendo avaliação ginecológica para investigar a causa do mau posicionamento e comparar os benefícios e limitações de cada método.


Quando o Mirena se encontra no canal cervical, considera-se que houve deslocamento ou expulsão parcial do dispositivo, situação que pode comprometer sua eficácia contraceptiva e geralmente exige remoção. A possibilidade de inserir um novo Mirena depende da avaliação da cavidade uterina, do posicionamento anterior, da técnica de inserção e de fatores anatômicos que possam favorecer novos deslocamentos. Ter apresentado uma expulsão parcial não significa necessariamente que o problema ocorrerá novamente, embora o risco de recorrência possa ser maior. O Implanon representa uma alternativa eficaz que não depende do posicionamento intrauterino, mas apresenta características próprias, especialmente quanto ao padrão de sangramento. Recomendo avaliação ginecológica para comparar os métodos conforme sua anatomia, histórico menstrual e preferências. Até a definição da conduta, utilize proteção adicional e avalie a necessidade de excluir gravidez.

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