29 anos, até hoje não consegui ter uma relação sexual. Na hora H o pênis não funciona, porém na mast
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29 anos, até hoje não consegui ter uma relação sexual. Na hora H o pênis não funciona, porém na masturbação é tudo perfeito. Fiz exames de testosterona em 2023 e a testo estava acima de 800. O urologista me informou que estava tudo ótimo comigo, ele alegou que a disfunção erétil é psicológica. Algum de vocês também acham que é disso que se trata?
Caro paciente, possivelmente o seu estado de ansiedade nas interações sexuais deve ser alto, o que gera altos níveis de cortisol e impossibilita a ereção, mesmo em estado de excitação.
Por trás dessa ansiedade há expectativas e crenças relacionadas a sexualidade, como papéis e obrigações masculinas em torno no sexo. A terapia sexual pode te ajudar a desmistificar essas crenças, reestruturando-as.
Terapias corporais como a terapia tântrica, podem lhe ajudar a compreender melhor o seu ciclo de resposta sexual e regular as emoções no momento de antecipação da falha e de ansiedade sexual.
Por trás dessa ansiedade há expectativas e crenças relacionadas a sexualidade, como papéis e obrigações masculinas em torno no sexo. A terapia sexual pode te ajudar a desmistificar essas crenças, reestruturando-as.
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Sim, pode sim — e isso é mais comum do que parece. Quando os exames estão normais e a ereção acontece na masturbação, o mais provável é que a causa seja emocional: ansiedade, medo de falhar, pressão pra "dar conta", entre outros fatores.
É aí que entra o autoconhecimento e a terapia sexual: com acompanhamento, você entende seus gatilhos, diminui a cobrança e aprende a se conectar com o prazer sem medo. Disfunção erétil tem solução — e começa com acolhimento, não julgamento.
É aí que entra o autoconhecimento e a terapia sexual: com acompanhamento, você entende seus gatilhos, diminui a cobrança e aprende a se conectar com o prazer sem medo. Disfunção erétil tem solução — e começa com acolhimento, não julgamento.
Olá! Muito obrigada por trazer esse tema com coragem. Vamos olhar para isso com honestidade, respeito e profundidade.
O que você descreve é bastante comum, embora raramente se fale abertamente sobre isso. O fato de você ter ereções normais durante a masturbação, testosterona elevada e exames físicos normais indica, sim, com alta probabilidade, que a causa não é orgânica, mas sim psicológica ou emocional. Isso é o que se costuma chamar de disfunção erétil situacional.
O que isso realmente quer dizer?
Não é que “você tem um problema psicológico” — é que existe um sistema emocional e cognitivo em jogo que, no contexto sexual com outra pessoa, dispara tensões, expectativas, medos, bloqueios. Seu corpo responde a isso como qualquer corpo responderia a um estresse: com retração.
Causas comuns:
• Ansiedade de desempenho (“Será que vou conseguir?” / “E se falhar de novo?”)
• Medo de julgamento ou de “não ser bom o suficiente”
• Falta de intimidade emocional real com a parceira/o parceiro
• Pressão externa ou interna para “provar algo”
• Histórico de repressão, vergonha ou experiências negativas ligadas à sexualidade
Você pode estar 100% saudável fisicamente, mas se internamente estiver ativando um estado de hipervigilância, o corpo entende que “não é seguro relaxar” — e o pênis depende de relaxamento para funcionar.
O que fazer agora:
1. Tirar a culpa de cena. Isso não é uma falha, é um dado. E é um convite a olhar mais fundo.
2. Reorganizar a expectativa: A relação sexual não é uma performance; é um encontro. E isso precisa de segurança emocional, não de perfeição física.
3. Trabalhar com microações:
• Crie vínculos onde você possa se sentir emocionalmente seguro.
• Explore intimidade que não tenha o objetivo final de penetração.
• Reconheça e aceite suas emoções sem se punir.
Claro! Aqui está a conclusão com o parágrafo de encerramento:
Em vez de se cobrar “funcionar”, que tal se perguntar o que o seu corpo está tentando te dizer? Às vezes, a disfunção é um sinal de proteção, não de incapacidade. E quando você passa a escutar isso com respeito — sem vergonha, sem pressa, sem autojulgamento — pode começar um processo muito mais profundo e transformador do que simplesmente “resolver o problema”. Pode ser o início de um novo vínculo com você mesmo e com o outro.
Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica há mais de 20 anos, especialista em sexualidade e relações afetivas. Se quiser aprofundar esse processo com acolhimento e orientação, estou por aqui.
O que você descreve é bastante comum, embora raramente se fale abertamente sobre isso. O fato de você ter ereções normais durante a masturbação, testosterona elevada e exames físicos normais indica, sim, com alta probabilidade, que a causa não é orgânica, mas sim psicológica ou emocional. Isso é o que se costuma chamar de disfunção erétil situacional.
O que isso realmente quer dizer?
Não é que “você tem um problema psicológico” — é que existe um sistema emocional e cognitivo em jogo que, no contexto sexual com outra pessoa, dispara tensões, expectativas, medos, bloqueios. Seu corpo responde a isso como qualquer corpo responderia a um estresse: com retração.
Causas comuns:
• Ansiedade de desempenho (“Será que vou conseguir?” / “E se falhar de novo?”)
• Medo de julgamento ou de “não ser bom o suficiente”
• Falta de intimidade emocional real com a parceira/o parceiro
• Pressão externa ou interna para “provar algo”
• Histórico de repressão, vergonha ou experiências negativas ligadas à sexualidade
Você pode estar 100% saudável fisicamente, mas se internamente estiver ativando um estado de hipervigilância, o corpo entende que “não é seguro relaxar” — e o pênis depende de relaxamento para funcionar.
O que fazer agora:
1. Tirar a culpa de cena. Isso não é uma falha, é um dado. E é um convite a olhar mais fundo.
2. Reorganizar a expectativa: A relação sexual não é uma performance; é um encontro. E isso precisa de segurança emocional, não de perfeição física.
3. Trabalhar com microações:
• Crie vínculos onde você possa se sentir emocionalmente seguro.
• Explore intimidade que não tenha o objetivo final de penetração.
• Reconheça e aceite suas emoções sem se punir.
Claro! Aqui está a conclusão com o parágrafo de encerramento:
Em vez de se cobrar “funcionar”, que tal se perguntar o que o seu corpo está tentando te dizer? Às vezes, a disfunção é um sinal de proteção, não de incapacidade. E quando você passa a escutar isso com respeito — sem vergonha, sem pressa, sem autojulgamento — pode começar um processo muito mais profundo e transformador do que simplesmente “resolver o problema”. Pode ser o início de um novo vínculo com você mesmo e com o outro.
Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica há mais de 20 anos, especialista em sexualidade e relações afetivas. Se quiser aprofundar esse processo com acolhimento e orientação, estou por aqui.
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