Acho que minha mãe tem depressão, começou alguns anos depois da cirurgia bariátrica. Está muito sens
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Acho que minha mãe tem depressão, começou alguns anos depois da cirurgia bariátrica. Está muito sensível, desanimada e com um cansaço mental claro. Não sei o que fazer, já falei com ela para ir no psiquiatra mas ela não vai, como proceder? Fora que ela se automedica( sei que é errado mas ela não me ouve)
Procure um(a) psiquiatra e faça uma consulta. Muitas vezes, é possível orientar a família sobre como a pessoa aceitar ir ao psiquiatra. Caso nao consiga, veja se consegue um(a) psiquiatra que faça visitas domiciliares. Se depende de SUS, converse com a assistente social do posto de saúde mais próximo - postos de saúde, muitas vezes, conseguem providenciar visitas domiciliares de profissionais de saúde (enfermeiros, assistentes sociais).
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Lidar com um ente querido que parece estar sofrendo de depressão e se recusa a procurar ajuda profissional pode ser desafiador. No entanto, existem algumas etapas que você pode seguir para oferecer apoio e incentivar sua mãe a buscar tratamento adequado:
1. Comunique-se com empatia: Converse com sua mãe de maneira empática e não julgadora. Expresse sua preocupação com seu bem-estar emocional e físico. Ouça atentamente suas preocupações e sentimentos.
2. Ofereça informações: Explique que a depressão é uma condição médica real e tratável. Forneça informações sobre os sintomas da depressão, o impacto em sua vida e como o tratamento pode ser eficaz.
3. Sugira acompanhamento médico: Sugira que ela consulte um médico ou psiquiatra. Explique que os profissionais de saúde mental estão treinados para diagnosticar e tratar a depressão de maneira adequada.
4. Ofereça apoio prático: Ajude-a a encontrar um médico e a marcar uma consulta, se necessário. Acompanhá-la nas consultas médicas pode ser reconfortante e encorajador.
5. Comunique-se com outros familiares: Se possível, envolva outros membros da família para oferecer apoio e compreensão. Às vezes, o apoio de várias pessoas pode ser mais persuasivo.
6. Evite criticar a automedicação: Embora a automedicação não seja recomendada, é importante abordar essa questão com sensibilidade. Explique os riscos associados à automedicação e ofereça alternativas mais seguras.
7. Esteja preparado para enfrentar a resistência: Lembre-se de que sua mãe pode resistir inicialmente à ideia de buscar ajuda. Isso é comum em casos de depressão. Seja paciente e continue a oferecer apoio.
8. Incentive a terapia: Além do tratamento medicamentoso, sugira que ela considere a terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que é uma abordagem eficaz para a depressão.
9. Esteja disponível: Mostre à sua mãe que você está lá para apoiá-la emocionalmente. A depressão pode fazer com que as pessoas se sintam isoladas, e seu apoio pode ser fundamental.
10. Acompanhe o progresso: Caso sua mãe concorde em procurar ajuda, continue a acompanhá-la e oferecer apoio durante o tratamento. Lembre-se de que a recuperação da depressão pode levar tempo.
Se sua mãe continuar a resistir a procurar ajuda ou se a situação dela piorar, considere a possibilidade de buscar orientação de um profissional de saúde mental para discutir opções adicionais. Em última análise, a decisão de buscar tratamento é dela, mas você pode desempenhar um papel importante ao oferecer apoio e informação.
1. Comunique-se com empatia: Converse com sua mãe de maneira empática e não julgadora. Expresse sua preocupação com seu bem-estar emocional e físico. Ouça atentamente suas preocupações e sentimentos.
2. Ofereça informações: Explique que a depressão é uma condição médica real e tratável. Forneça informações sobre os sintomas da depressão, o impacto em sua vida e como o tratamento pode ser eficaz.
3. Sugira acompanhamento médico: Sugira que ela consulte um médico ou psiquiatra. Explique que os profissionais de saúde mental estão treinados para diagnosticar e tratar a depressão de maneira adequada.
4. Ofereça apoio prático: Ajude-a a encontrar um médico e a marcar uma consulta, se necessário. Acompanhá-la nas consultas médicas pode ser reconfortante e encorajador.
5. Comunique-se com outros familiares: Se possível, envolva outros membros da família para oferecer apoio e compreensão. Às vezes, o apoio de várias pessoas pode ser mais persuasivo.
6. Evite criticar a automedicação: Embora a automedicação não seja recomendada, é importante abordar essa questão com sensibilidade. Explique os riscos associados à automedicação e ofereça alternativas mais seguras.
7. Esteja preparado para enfrentar a resistência: Lembre-se de que sua mãe pode resistir inicialmente à ideia de buscar ajuda. Isso é comum em casos de depressão. Seja paciente e continue a oferecer apoio.
8. Incentive a terapia: Além do tratamento medicamentoso, sugira que ela considere a terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que é uma abordagem eficaz para a depressão.
9. Esteja disponível: Mostre à sua mãe que você está lá para apoiá-la emocionalmente. A depressão pode fazer com que as pessoas se sintam isoladas, e seu apoio pode ser fundamental.
10. Acompanhe o progresso: Caso sua mãe concorde em procurar ajuda, continue a acompanhá-la e oferecer apoio durante o tratamento. Lembre-se de que a recuperação da depressão pode levar tempo.
Se sua mãe continuar a resistir a procurar ajuda ou se a situação dela piorar, considere a possibilidade de buscar orientação de um profissional de saúde mental para discutir opções adicionais. Em última análise, a decisão de buscar tratamento é dela, mas você pode desempenhar um papel importante ao oferecer apoio e informação.
Olá
Seria importante ela passar também por uma avaliação clínica, pois não é raro acontecerem carências nutricionais pós cirurgia bariátrica, que podem mimetizar um quadro depressivo.
Sobre isso ao psiquiatra, muitas pessoas ainda têm muito preconceito. Um caminho que acho válido seria tentar levá-la a um psicólogo inicialmente. E este, se julgar necessário, poderia ir trabalhando com ela a ideia de passar por uma avaliação psiquiátrica.
Seria importante ela passar também por uma avaliação clínica, pois não é raro acontecerem carências nutricionais pós cirurgia bariátrica, que podem mimetizar um quadro depressivo.
Sobre isso ao psiquiatra, muitas pessoas ainda têm muito preconceito. Um caminho que acho válido seria tentar levá-la a um psicólogo inicialmente. E este, se julgar necessário, poderia ir trabalhando com ela a ideia de passar por uma avaliação psiquiátrica.
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