Adolescente, 13 anos, alumínio em 10,4ug/L é preocupante?
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Adolescente, 13 anos, alumínio em 10,4ug/L é preocupante?
Ola!!! Algumas referências vão até 10! O ideal para todas as pessoas é sempre reduzir a exposição a metais pesados! O alumínio está muito presente em desodorantes, além de panelas! Tente usar panelas de cerâmica e desodorantes em cristal (pedra de hidróxido de potássio)! Espero ter ajudado!
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É compreensível que, ao receber um resultado de exame com a presença de um metal como o alumínio, surja uma preocupação imediata. No entanto, para um adolescente de 13 anos, esse valor de **** geralmente não é considerado um nível de toxicidade aguda ou preocupante na prática clínica atual.
Cientificamente, o alumínio está presente de forma abundante no nosso ambiente (na água, em utensílios de cozinha, em alguns alimentos e até em medicamentos como antiácidos). O nosso corpo possui mecanismos eficientes, principalmente através dos rins, para filtrar e eliminar esse metal.
O valor de referência laboratorial mais comum para a população geral (não exposta ocupacionalmente) costuma ser de até ****. Portanto, o resultado de está praticamente dentro ou muito próximo do limite da normalidade para a maioria dos laboratórios. Um número isolado, ligeiramente próximo do limite, raramente indica uma doença, mas sim o contato cotidiano que todos temos com o metal.
As circunstâncias que o médico avaliará são:
* **Função Renal:** Como os rins eliminam o alumínio, é importante saber se eles estão funcionando bem.
* **Sintomas:** O excesso real de alumínio (em níveis muito mais altos) costuma causar sintomas específicos nos ossos ou no sistema nervoso, o que não parece ser o caso com esse valor.
* **Fontes de Exposição:** O uso frequente de certos medicamentos ou exposição ambiental específica.
---
### ** Quando buscar avaliação do Pediatra ou Hebiatra (especialista em adolescentes):**
Embora o valor não seja alarmante, você deve agendar uma consulta para que o médico analise o contexto completo se o adolescente apresentar:
1. **Dores ósseas persistentes:** Sem causa aparente por exercícios ou crescimento.
2. **Alterações neurológicas:** Como dificuldades extremas de concentração, lapsos de memória incomuns para a idade ou fraqueza muscular.
3. **Anemia persistente:** Que não melhora com o tratamento convencional de ferro.
**O próximo passo é levar o exame ao médico que o solicitou.** Ele poderá avaliar se há necessidade de repetir o teste ou se esse valor apenas reflete a exposição normal do dia a dia, sem risco à saúde do jovem. Caso o adolescente tenha alguma doença renal crônica conhecida, essa análise deve ser feita com ainda mais agilidade pelo nefrologista pediátrico.
Cientificamente, o alumínio está presente de forma abundante no nosso ambiente (na água, em utensílios de cozinha, em alguns alimentos e até em medicamentos como antiácidos). O nosso corpo possui mecanismos eficientes, principalmente através dos rins, para filtrar e eliminar esse metal.
O valor de referência laboratorial mais comum para a população geral (não exposta ocupacionalmente) costuma ser de até ****. Portanto, o resultado de está praticamente dentro ou muito próximo do limite da normalidade para a maioria dos laboratórios. Um número isolado, ligeiramente próximo do limite, raramente indica uma doença, mas sim o contato cotidiano que todos temos com o metal.
As circunstâncias que o médico avaliará são:
* **Função Renal:** Como os rins eliminam o alumínio, é importante saber se eles estão funcionando bem.
* **Sintomas:** O excesso real de alumínio (em níveis muito mais altos) costuma causar sintomas específicos nos ossos ou no sistema nervoso, o que não parece ser o caso com esse valor.
* **Fontes de Exposição:** O uso frequente de certos medicamentos ou exposição ambiental específica.
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### ** Quando buscar avaliação do Pediatra ou Hebiatra (especialista em adolescentes):**
Embora o valor não seja alarmante, você deve agendar uma consulta para que o médico analise o contexto completo se o adolescente apresentar:
1. **Dores ósseas persistentes:** Sem causa aparente por exercícios ou crescimento.
2. **Alterações neurológicas:** Como dificuldades extremas de concentração, lapsos de memória incomuns para a idade ou fraqueza muscular.
3. **Anemia persistente:** Que não melhora com o tratamento convencional de ferro.
**O próximo passo é levar o exame ao médico que o solicitou.** Ele poderá avaliar se há necessidade de repetir o teste ou se esse valor apenas reflete a exposição normal do dia a dia, sem risco à saúde do jovem. Caso o adolescente tenha alguma doença renal crônica conhecida, essa análise deve ser feita com ainda mais agilidade pelo nefrologista pediátrico.
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