Adolescente de 17 anos, previamente sem histórico relevante de tontura ou cefaleias importantes, pas
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Adolescente de 17 anos, previamente sem histórico relevante de tontura ou cefaleias importantes, passou a apresentar episódios de tontura leve a moderada desencadeados principalmente por movimento, especialmente ao andar de carro, por vezes associados a dor de cabeça. Não há relato de perda auditiva, zumbido persistente, vertigem contínua ou déficits neurológicos.
A paciente fez uso de cloridrato de clomipramina por aproximadamente 1 ano e meio, inicialmente de 25mg e dose de 50 mg de janeiro a setembro de 2025, com redução para 25 mg em outubro de 2025 e suspensão completa em 18/12/2025, recomendação do psiquiatra.
Em 24 de novembro de 2025, ainda em uso da medicação (25 mg), apresentou pela primeira vez na vida um episódio de dor de cabeça forte, de característica pulsátil, sem tontura associada. Cerca de semanas depois, ainda após a redução de dose, surgiram os primeiros episódios de tontura, em geral no final da tarde e início da noite, sobretudo relacionadas ao movimento.
Foi levantada a hipótese de enxaqueca vestibular. Contudo, pela relação temporal clara com a redução e suspensão da clomipramina, pelo início sequencial dos sintomas (cefaleia antecedendo tontura), pela ausência de histórico prévio de enxaqueca e pelo predomínio de tontura induzida por movimento, considera-se como hipótese uma desregulação vestibular funcional relacionada ao uso prolongado e à retirada da clomipramina? Um quadro que pode cursar com tontura associada a cefaleia e mimetizar enxaqueca vestibular?
A paciente fez uso de cloridrato de clomipramina por aproximadamente 1 ano e meio, inicialmente de 25mg e dose de 50 mg de janeiro a setembro de 2025, com redução para 25 mg em outubro de 2025 e suspensão completa em 18/12/2025, recomendação do psiquiatra.
Em 24 de novembro de 2025, ainda em uso da medicação (25 mg), apresentou pela primeira vez na vida um episódio de dor de cabeça forte, de característica pulsátil, sem tontura associada. Cerca de semanas depois, ainda após a redução de dose, surgiram os primeiros episódios de tontura, em geral no final da tarde e início da noite, sobretudo relacionadas ao movimento.
Foi levantada a hipótese de enxaqueca vestibular. Contudo, pela relação temporal clara com a redução e suspensão da clomipramina, pelo início sequencial dos sintomas (cefaleia antecedendo tontura), pela ausência de histórico prévio de enxaqueca e pelo predomínio de tontura induzida por movimento, considera-se como hipótese uma desregulação vestibular funcional relacionada ao uso prolongado e à retirada da clomipramina? Um quadro que pode cursar com tontura associada a cefaleia e mimetizar enxaqueca vestibular?
tontura esta no capitulo dos diagnosticos dificeis. deve se avaliar, causas metabolicas, neurologicas, ouvido interno e psiquiatricas ou emocionais. procure um neurologisyta ou um otoneurologista
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