Apesar de a risperidona e quetiapina bloquear o receptor de dopamina D2, esses medicamentos em algun
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Apesar de a risperidona e quetiapina bloquear o receptor de dopamina D2, esses medicamentos em alguns lugares do cérebro aumenta a dopamina?
Gostaria de uma explicação.
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Tanto a Risperidona e Quetiapina bloqueiam receptores D2, reduzindo dopamina em vias relacionadas a sintomas psicóticos. Ao mesmo tempo, podem indiretamente aumentar dopamina no córtex pré-frontal, o que ajuda em sintomas negativos e cognitivos.
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A Risperidona e Quetiapina são antagonistas de Dopamina. A Quetiapina tem alguma ação antidepressivo por ser agonista de um receptor serotoninérgico. A Risperidona, no entanto, também tem essa ação, porém, de forma bem mais modesta. Sendo assim, na prática clínica um melhor efeito depressivo é observado com a Quetiapina em detrimento da Risperidona.
Sim, isso pode acontecer. Apesar de risperidona e quetiapina bloquearem receptores dopaminérgicos D2, o efeito final no cérebro não é uniforme em todas as regiões.
Esses medicamentos também atuam em receptores serotoninérgicos (principalmente 5-HT2A). Ao bloquear esses receptores, eles podem desinibir a liberação de dopamina em algumas vias, como a via mesocortical, o que pode até ajudar em sintomas cognitivos e afetivos.
Ou seja, enquanto reduzem a dopamina em vias associadas a sintomas psicóticos (como a mesolímbica), podem indiretamente aumentar ou normalizar a dopamina em outras áreas.
Como esses efeitos são complexos e variam de pessoa para pessoa, uma avaliação psiquiátrica é fundamental para ajustar o tratamento de forma adequada e segura.
Esses medicamentos também atuam em receptores serotoninérgicos (principalmente 5-HT2A). Ao bloquear esses receptores, eles podem desinibir a liberação de dopamina em algumas vias, como a via mesocortical, o que pode até ajudar em sintomas cognitivos e afetivos.
Ou seja, enquanto reduzem a dopamina em vias associadas a sintomas psicóticos (como a mesolímbica), podem indiretamente aumentar ou normalizar a dopamina em outras áreas.
Como esses efeitos são complexos e variam de pessoa para pessoa, uma avaliação psiquiátrica é fundamental para ajustar o tratamento de forma adequada e segura.
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