Boa noite! Eu fazia tratamento a 5 anos c o antidepressivo Venlafaxina 150mg cápsulas dura de liber
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Boa noite!
Eu fazia tratamento a 5 anos c o antidepressivo Venlafaxina 150mg cápsulas dura de liberação prolongada junto c imipramina 20 mg,tive uma recaída da depressão e o médico trocou a Venlafaxina da msm dose pela de liberação prolongada e no lugar da imipramina receitou paroxetina de 20 mg.Mais estou insegura de tomar as 2 juntas,pq li relatos na internet,de casos de pessoas q ficaram em coma,devido a estes dois antidepressivos juntos.Me ajudem,pfv!
Pq estou sem saber o que fazer,c receio de tomar a Paroxetina.Tomando só a Venlafaxina de liberação prolongada.
Eu fazia tratamento a 5 anos c o antidepressivo Venlafaxina 150mg cápsulas dura de liberação prolongada junto c imipramina 20 mg,tive uma recaída da depressão e o médico trocou a Venlafaxina da msm dose pela de liberação prolongada e no lugar da imipramina receitou paroxetina de 20 mg.Mais estou insegura de tomar as 2 juntas,pq li relatos na internet,de casos de pessoas q ficaram em coma,devido a estes dois antidepressivos juntos.Me ajudem,pfv!
Pq estou sem saber o que fazer,c receio de tomar a Paroxetina.Tomando só a Venlafaxina de liberação prolongada.
É compreensível ficar insegura ao mudar de medicação, ainda mais lendo relatos na internet. Mas, de forma geral, o uso de venlafaxina e paroxetina juntos não costuma levar a coma — esse tipo de complicação é extremamente raro. O que pode ocorrer, em algumas situações e dependendo da dose, é um aumento da serotonina, por isso a combinação exige acompanhamento médico.
Muitos profissionais fazem uma transição gradual entre antidepressivos, e por isso podem deixar as medicações juntas por um tempo curto, enquanto uma vai sendo retirada e a outra ajustada. O ideal é esclarecer com o médico se essa era a intenção no seu caso específico.
Se você está insegura, o melhor é entrar em contato com o profissional que fez a troca para confirmar o esquema de transição. Ele conhece seu histórico e pode ajustar a orientação de forma segura.
Muitos profissionais fazem uma transição gradual entre antidepressivos, e por isso podem deixar as medicações juntas por um tempo curto, enquanto uma vai sendo retirada e a outra ajustada. O ideal é esclarecer com o médico se essa era a intenção no seu caso específico.
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Boa noite. Entendo totalmente sua insegurança, ler relatos na internet assusta mesmo.
A combinação venlafaxina + paroxetina pode aumentar o risco de excesso de serotonina, mas não é uma combinação proibida. Em alguns casos específicos os médicos usam juntas por um período de transição ou ajuste.
Quando é feita com dose controlada e acompanhamento, o risco de algo grave, como coma, é extremamente baixo.
O que geralmente orientamos:
Iniciar a paroxetina na dose prescrita, observando sintomas como tremor, agitação intensa, sudorese excessiva, febre ou confusão (que são raros).
Manter contato com o médico nos primeiros dias, pois essa fase de troca exige supervisão.
Não interromper ou ajustar sozinha.
Se você está com medo de iniciar, o ideal é marcar uma consulta para avaliarmos o melhor jeito de fazer essa transição com segurança. Estou à disposição para te orientar e acompanhar de perto.
A combinação venlafaxina + paroxetina pode aumentar o risco de excesso de serotonina, mas não é uma combinação proibida. Em alguns casos específicos os médicos usam juntas por um período de transição ou ajuste.
Quando é feita com dose controlada e acompanhamento, o risco de algo grave, como coma, é extremamente baixo.
O que geralmente orientamos:
Iniciar a paroxetina na dose prescrita, observando sintomas como tremor, agitação intensa, sudorese excessiva, febre ou confusão (que são raros).
Manter contato com o médico nos primeiros dias, pois essa fase de troca exige supervisão.
Não interromper ou ajustar sozinha.
Se você está com medo de iniciar, o ideal é marcar uma consulta para avaliarmos o melhor jeito de fazer essa transição com segurança. Estou à disposição para te orientar e acompanhar de perto.
A combinação Venlafaxina 150 mg (liberação prolongada) + Paroxetina 20 mg não é automaticamente perigosa, mas exige monitoramento médico. A síndrome serotoninérgica é rara em doses terapêuticas, e o seu médico provavelmente avaliou que o benefício supera o risco. Comece somente com orientação e fique atenta aos sinais de alerta.
É totalmente compreensível ficar insegura ao ler relatos na internet, mas é importante separar risco real de histórias isoladas ou mal explicadas.
Do ponto de vista clínico e acadêmico:
A combinação de venlafaxina (um ISRSN) com paroxetina (um ISRS) pode, sim, aumentar o risco de efeitos serotoninérgicos — como agitação, tremores, suor excessivo, náuseas ou aumento de ansiedade. Porém, quando prescrita por um médico, essa associação costuma ser transitória, monitorada e feita em doses adequadas, geralmente como parte de uma transição entre medicamentos. Casos graves, como coma por “síndrome serotoninérgica”, são extremamente raros e quase sempre associados a doses muito altas, combinações não supervisionadas ou uso de outras substâncias.
Na prática:
– Muitos psiquiatras usam essa combinação por curto período quando estão realizando troca gradual (cross-taper) entre antidepressivos.
– Se o médico substituiu imipramina por paroxetina, é provável que tenha considerado seu histórico e tolerância.
– Se estiver apenas com medo, não interrompa nada por conta própria; isso pode piorar a recaída.
O melhor passo agora é comunicar sua insegurança ao seu psiquiatra. Ele pode confirmar o plano, ajustar doses ou optar por outra estratégia se necessário.
Se quiser, posso te ajudar a entender a troca de forma mais detalhada. Estou à disposição no chat.
Do ponto de vista clínico e acadêmico:
A combinação de venlafaxina (um ISRSN) com paroxetina (um ISRS) pode, sim, aumentar o risco de efeitos serotoninérgicos — como agitação, tremores, suor excessivo, náuseas ou aumento de ansiedade. Porém, quando prescrita por um médico, essa associação costuma ser transitória, monitorada e feita em doses adequadas, geralmente como parte de uma transição entre medicamentos. Casos graves, como coma por “síndrome serotoninérgica”, são extremamente raros e quase sempre associados a doses muito altas, combinações não supervisionadas ou uso de outras substâncias.
Na prática:
– Muitos psiquiatras usam essa combinação por curto período quando estão realizando troca gradual (cross-taper) entre antidepressivos.
– Se o médico substituiu imipramina por paroxetina, é provável que tenha considerado seu histórico e tolerância.
– Se estiver apenas com medo, não interrompa nada por conta própria; isso pode piorar a recaída.
O melhor passo agora é comunicar sua insegurança ao seu psiquiatra. Ele pode confirmar o plano, ajustar doses ou optar por outra estratégia se necessário.
Se quiser, posso te ajudar a entender a troca de forma mais detalhada. Estou à disposição no chat.
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