Boa tarde irei iniciar o uso de Atentah 25 mg de 12 em 12 horas para tratar o TDAH e bebo moderadame
Boa tarde irei iniciar o uso de Atentah 25 mg de 12 em 12 horas para tratar o TDAH e bebo moderadamente. Gostaria de saber se poderia continuar bebendo moderadamente e qual seria a dose e melhor horário para não prejudicar o efeito do medicamento? Poderia conciliar minimizando os riscos?
9 respostas
Não é possível indicar uma dose segura ou melhor horário para beber. Como você vai iniciar a medicação, o mais prudente é evitar álcool nas primeiras semanas para observar sua tolerância e depois discutir com o seu médico se há margem para consumo eventual. Além do que, abordar o seu consumo de álcool na consulta será essencial para te auxiliar de forma global.
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Olá boa tarde. indica-se a menos ingestão possível de álcool junto com medicações psiquiátricas, doses pequenas em uso esporádico normalmente não afetam o tratamento, mas o uso em quantidades maiores podem alterar a eficácia ou causar mais efeitos colaterais com o uso combinado alcool e medicação.
O Atentah® (atomoxetina) não tem uma interação direta proibida com álcool, mas a combinação não é recomendada com frequência, mesmo em consumo “moderado”. O principal motivo é que ambos podem atuar no sistema nervoso e no fígado, podendo aumentar riscos como: tontura e sonolência ou, em algumas pessoas, agitação piora da atenção e do controle do TDAH sobrecarga hepática (raro, mas possível com uso contínuo e álcool regular) aumento de efeitos cardiovasculares como palpitação ou variação de pressão Sobre horário e dose de álcool, não existe um “esquema seguro” estabelecido para conciliar, porque a resposta varia muito entre pessoas. O que se sabe é que: beber próximo da tomada do Atentah pode intensificar efeitos colaterais o uso diário de álcool aumenta mais o risco do que o uso ocasional Em termos práticos e mais seguros: prefira evitar álcool nas primeiras 2 a 4 semanas de adaptação ao medicamento depois, se for manter, que seja ocasional e em pequena quantidade evite beber no mesmo período da dose (principalmente à noite se toma 12/12h) nunca use álcool para “compensar ansiedade ou insônia” Se o objetivo é controlar TDAH, é importante lembrar que o álcool pode reduzir o benefício do tratamento e piorar impulsividade e foco.
Primeiramente, você não esclarece qual o seu conceito de uso "moderado". Mas, pode-se dizer, que o uso de álcool pode prejudicar o efeito do Atentah* (atomoxetina), pois tem efeitos em grande parte opostos aos da atomoxetina (depressor x estimulante). Além disto, o álcool, pelo que se sabe hoje em dia, leva a morte neuronal, o que não é propício para nenhum quadro psiquiátrico. Finalmente, o álcool aumenta a metabolização/eliminação dos remédios, diminuindo seu efeito também por este mecanismo. Assim, o ideal é você não beber. Quanto a exceções, deve discuti-las com seu psiquiatra, que conhece os detalhes de seu caso.
Olá! O ideal é evitar o consumo de álcool, principalmente no início do tratamento com o Atentah (atomoxetina), até saber como seu organismo reage à medicação. Não existe uma quantidade ou horário considerados seguros para conciliar álcool e Atentah. O álcool pode aumentar efeitos como tontura, sonolência e prejudicar a concentração, além de dificultar a avaliação da resposta ao tratamento. Se optar por consumir bebida alcoólica futuramente, converse com o médico que acompanha seu tratamento para receber uma orientação individualizada.
Em geral, não é recomendado consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Atentah® (atomoxetina), especialmente no início do uso ou durante ajustes de dose. A atomoxetina é um medicamento indicado para o tratamento do TDAH e atua aumentando a disponibilidade de noradrenalina. O álcool pode potencializar efeitos como tontura, sonolência, redução da atenção e prejuízo da capacidade de julgamento, além de dificultar a avaliação da resposta ao tratamento. Algumas pessoas podem não perceber alterações importantes após pequenas quantidades de álcool, enquanto outras apresentam piora da concentração, da impulsividade ou dos efeitos adversos. Essa resposta é bastante individual, e não existe uma dose ou um horário que garantam segurança ou impeçam a interação. Na prática, se o objetivo é obter o máximo benefício do tratamento para o TDAH, evitar bebidas alcoólicas costuma ser a estratégia mais segura, principalmente nas primeiras semanas de uso da atomoxetina. Converse com o psiquiatra que acompanha seu tratamento antes de consumir bebidas alcoólicas de forma regular. Não altere a dose ou o horário da medicação para tentar compensar o consumo de álcool. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva
(Atentah®) é um medicamento utilizado no tratamento do TDAH em adultos e possui metabolismo principalmente hepático. O consumo de álcool merece atenção porque pode aumentar alguns riscos, como tontura, sonolência, alteração de julgamento, piora da ansiedade, oscilações de humor e, em algumas pessoas, maior sobrecarga para o fígado. Não existe uma dose de álcool considerada universalmente “segura” ou um horário específico que garanta que não haverá interação. A recomendação mais prudente é evitar ou reduzir o consumo, principalmente durante o início do tratamento, quando o organismo ainda está se adaptando à medicação e será possível observar efeitos como alteração de sono, apetite, ansiedade, pressão e frequência cardíaca. Caso o consumo seja mantido, é importante conversar com o psiquiatra sobre seu padrão de bebida, pois a orientação pode variar conforme histórico de saúde, função hepática, outras medicações e resposta ao Atentah. Evite ingerir álcool próximo aos horários da medicação e nunca utilize bebida alcoólica se perceber aumento de tontura, sonolência, palpitações ou alteração do comportamento. O ideal é acompanhar a adaptação nas primeiras semanas, pois o tratamento do TDAH em adultos busca melhorar atenção, organização e funcionamento diário sem comprometer sua segurança e qualidade de vida. Não ajuste a dose nem interrompa o medicamento sem orientação médica.
No tratamento do TDAH com Atentah (atomoxetina), a associação com álcool deve ser avaliada com cautela. Embora não exista uma interação direta considerada proibitiva em todos os casos, o consumo de bebidas alcoólicas pode aumentar alguns riscos, como piora de atenção, julgamento, impulsividade, alterações do sono e dificuldade para avaliar corretamente a resposta ao medicamento. Além disso, o álcool pode potencializar efeitos adversos que algumas pessoas apresentam com a atomoxetina, como tontura, mal-estar, alterações de humor e aumento da frequência cardíaca ou da pressão arterial. Em pessoas com TDAH, também é importante considerar que o álcool pode reduzir o controle dos sintomas e favorecer comportamentos impulsivos. Não existe uma “dose ou horário seguro” de álcool que garanta ausência de impacto no efeito do Atentah, pois a resposta varia conforme metabolismo, sensibilidade individual, outras medicações utilizadas, padrão de consumo e histórico clínico. O ideal é conversar com o psiquiatra que iniciou o tratamento, principalmente nas primeiras semanas, quando será avaliada a adaptação ao medicamento. Uma conduta geralmente mais segura é evitar álcool durante a fase inicial de adaptação e, caso o médico considere possível, discutir posteriormente um consumo eventual e moderado, sempre observando sinais como piora da ansiedade, irritabilidade, alteração do sono, impulsividade ou redução do benefício do tratamento. O acompanhamento psiquiátrico é importante para ajustar o tratamento do TDAH e avaliar sintomas associados, como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, transtornos de humor e burnout, quando presentes, garantindo maior segurança e eficácia terapêutica.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

