Bom dia, atualmente possuo 20 anos, quase 21 e sinto que estou entrando em colapso aos poucos, na in
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Bom dia, atualmente possuo 20 anos, quase 21 e sinto que estou entrando em colapso aos poucos, na infância sempre fui considerada uma criança muito inteligente assim como na adolescência mas eu nunca levei isso pra frente. No meu primeiro emprego como caixa eu conseguia ter um movimento constante, mas minha mente se esgotava muito fácil e por isso depois de um afastamento eu fui desligada da empresa. Agora no meu atual emprego eu sou atendente de telemarketing, não preciso lidar com cliente cara a cara o que é bem mais fácil para mim. Alguns colegas notaram que eu tinha uma peculiaridade, eu passo o tempo todo do expediente me girando na cadeira, mexendo nos cabos, olhando para a luzes e para tudo ao redor, como entrego ótimos resultados fui promovida ao home office e tudo decaiu, meus resultados estão horríveis e eu me estresso com mais frequência, a única forma de aliviar esse estresse é chocando as minhas costas contra a cadeira o que faz muito barulho e me atrapalha nos atendimentos.
Já passei por 2 psiquiatras e os dois apontaram a probabilidade de uma neurodivergencia ou superdotação visto os sintomas e o histórico familiar (meu pai tem superdotação) tenho medo de procurar diagnóstico e tratamento mas ser muito tarde devido a minha idade e resistência a tratamentos médico conhecido como falta de tempo e falta de dinheiro, sou a única provedora da casa, logo não posso tirar tempo para me afastar do trabalho e cuidar da saúde, vale a pena correr atrás de um diagnóstico ou apenas mudança de alguns hábitos pode aliviar?
Já passei por 2 psiquiatras e os dois apontaram a probabilidade de uma neurodivergencia ou superdotação visto os sintomas e o histórico familiar (meu pai tem superdotação) tenho medo de procurar diagnóstico e tratamento mas ser muito tarde devido a minha idade e resistência a tratamentos médico conhecido como falta de tempo e falta de dinheiro, sou a única provedora da casa, logo não posso tirar tempo para me afastar do trabalho e cuidar da saúde, vale a pena correr atrás de um diagnóstico ou apenas mudança de alguns hábitos pode aliviar?
Bom dia!
O que você descreve é muito importante e mostra o quanto você já está atenta ao impacto que esses sintomas têm na sua rotina profissional e pessoal. Muitas vezes, características como hiperfoco, inquietação, comportamentos repetitivos e sobrecarga mental podem estar relacionadas a quadros de neurodivergência (como TDAH ou condições do espectro autista) ou até mesmo a uma alta capacidade intelectual que não encontrou ainda espaço de expressão saudável.
É fundamental reforçar: nunca é tarde para buscar diagnóstico e tratamento. A idade não é uma barreira, e um acompanhamento adequado pode trazer não apenas alívio dos sintomas, mas também estratégias específicas para potencializar seus pontos fortes no trabalho e reduzir o desgaste.
O diagnóstico correto não significa afastamento imediato do trabalho ou grandes mudanças radicais. Pelo contrário: ele permite que o tratamento seja individualizado, ajustado à sua realidade, conciliando responsabilidades com qualidade de vida.
Muitas vezes, apenas mudanças de hábito não são suficientes quando existe uma condição de base que precisa ser avaliada de forma criteriosa.
O acompanhamento psiquiátrico pode oferecer:
Ferramentas para melhorar foco e produtividade, especialmente em home office.
Estratégias de regulação emocional para lidar com estresse e irritabilidade.
Orientação sobre a necessidade (ou não) de tratamento medicamentoso.
Espaço seguro para compreender melhor sua forma única de funcionar.
Buscar esse cuidado é um investimento em si mesma, que pode refletir diretamente na sua carreira, na saúde e até na forma como você conduz os desafios de ser a principal provedora da família.
Se sentir que é o momento, agendar uma avaliação pode ser o primeiro passo para transformar essa sensação de colapso em um caminho de autoconhecimento, equilíbrio e potencialização das suas habilidades.
O que você descreve é muito importante e mostra o quanto você já está atenta ao impacto que esses sintomas têm na sua rotina profissional e pessoal. Muitas vezes, características como hiperfoco, inquietação, comportamentos repetitivos e sobrecarga mental podem estar relacionadas a quadros de neurodivergência (como TDAH ou condições do espectro autista) ou até mesmo a uma alta capacidade intelectual que não encontrou ainda espaço de expressão saudável.
É fundamental reforçar: nunca é tarde para buscar diagnóstico e tratamento. A idade não é uma barreira, e um acompanhamento adequado pode trazer não apenas alívio dos sintomas, mas também estratégias específicas para potencializar seus pontos fortes no trabalho e reduzir o desgaste.
O diagnóstico correto não significa afastamento imediato do trabalho ou grandes mudanças radicais. Pelo contrário: ele permite que o tratamento seja individualizado, ajustado à sua realidade, conciliando responsabilidades com qualidade de vida.
Muitas vezes, apenas mudanças de hábito não são suficientes quando existe uma condição de base que precisa ser avaliada de forma criteriosa.
O acompanhamento psiquiátrico pode oferecer:
Ferramentas para melhorar foco e produtividade, especialmente em home office.
Estratégias de regulação emocional para lidar com estresse e irritabilidade.
Orientação sobre a necessidade (ou não) de tratamento medicamentoso.
Espaço seguro para compreender melhor sua forma única de funcionar.
Buscar esse cuidado é um investimento em si mesma, que pode refletir diretamente na sua carreira, na saúde e até na forma como você conduz os desafios de ser a principal provedora da família.
Se sentir que é o momento, agendar uma avaliação pode ser o primeiro passo para transformar essa sensação de colapso em um caminho de autoconhecimento, equilíbrio e potencialização das suas habilidades.
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Nunca é tarde para diagnóstico de neurodivergência ou superdotação, mesmo na vida adulta (Milton, 2017). Diagnóstico orienta intervenções específicas, melhorando qualidade de vida e desempenho (Gross, 2019). Mudanças de hábitos ajudam, mas suporte profissional é essencial. Serviços públicos e telemedicina ampliam acesso.
Olá!
Pelos sintomas que você descreve, realmente pode haver relação com algum tipo de neurodivergência (como TDAH ou TEA) ou até características de superdotação. É comum que essas condições tragam dificuldades de atenção, adaptação e regulação emocional, mesmo em pessoas com alto potencial cognitivo.
Nunca é “tarde demais” para buscar diagnóstico. Ao contrário, ter clareza sobre o que está acontecendo pode ajudar bastante, pois abre caminho para tratamentos específicos (psicoterapia direcionada, estratégias de organização, eventualmente medicação) e também para adaptações simples na rotina, que podem aliviar bastante o estresse do dia a dia.
Você não precisa se afastar do trabalho para isso. O acompanhamento pode ser feito de forma gradual e adaptada à sua realidade. Minha sugestão é que converse com um psiquiatra ou neuropsicólogo de confiança, explique sua rotina e suas dificuldades, para que juntos definam o melhor plano.
Pelos sintomas que você descreve, realmente pode haver relação com algum tipo de neurodivergência (como TDAH ou TEA) ou até características de superdotação. É comum que essas condições tragam dificuldades de atenção, adaptação e regulação emocional, mesmo em pessoas com alto potencial cognitivo.
Nunca é “tarde demais” para buscar diagnóstico. Ao contrário, ter clareza sobre o que está acontecendo pode ajudar bastante, pois abre caminho para tratamentos específicos (psicoterapia direcionada, estratégias de organização, eventualmente medicação) e também para adaptações simples na rotina, que podem aliviar bastante o estresse do dia a dia.
Você não precisa se afastar do trabalho para isso. O acompanhamento pode ser feito de forma gradual e adaptada à sua realidade. Minha sugestão é que converse com um psiquiatra ou neuropsicólogo de confiança, explique sua rotina e suas dificuldades, para que juntos definam o melhor plano.
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