Bom dia! Minha sobrinha tem 8 anos,há exatamente 15 dias ela não quer mais comer alimentos sólidos,s

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Bom dia! Minha sobrinha tem 8 anos,há exatamente 15 dias ela não quer mais comer alimentos sólidos,só que passar de coisas líquidas. Já levamos ao médico,já fez exame e não tem nada na garganta, somente a adenóide que está um pouco grandinha. Gostaria de uma opinião,será se isso é emocional? É possível a criança criar isso?
Não tem como saber, sem avaliá-la. Leve-a a um(a) psiquiatra com experiência com crianças, para tirar a dúvida.

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Dr. Victor  Esteves
Psiquiatra, Médico clínico geral
Itaquiraí
É possível e relativamente comum que a recusa tenha origem emocional ou sensorial, especialmente se a garganta está normal e a criança se alimentava bem antes. O ideal é uma avaliação integrada (fono + psicologia), priorizando segurança e acolhimento dela.
É possível, sim, que o emocional influencie o comportamento alimentar das crianças — especialmente quando exames físicos não mostram alterações significativas.

A recusa alimentar pode aparecer em momentos de mudanças, estresse, medo ou conflitos emocionais, mesmo que a criança não consiga expressar o que está sentindo em palavras.
Porém se ela apresentar um quadro mais global de alterações (por exemplo voltar a fazer xixi na cama ou precisar de ajuda para atividades que ela antes realizada) é importante buscar ajuda também de um psiquiatra.
Em casos como esse, é importante primeiro garantir uma avaliação clínica completa, já que alterações no comportamento alimentar podem ter causas orgânicas variadas: não apenas relacionadas à garganta. Se essa investigação já foi feita e não há achados físicos relevantes, então é possível, sim, que o quadro tenha origem emocional.
Algumas crianças podem desenvolver uma recusa alimentar após um episódio de engasgo, desconforto ao engolir, medo ou situação estressante. Mesmo que o corpo esteja bem, a criança pode associar o ato de comer a uma sensação de ansiedade ou perigo, passando a evitar alimentos sólidos.
Nesses casos, uma avaliação com psiquiatra ou psicólogo infantil pode ajudar a identificar possíveis fatores emocionais e orientar a família sobre como lidar de forma tranquila e acolhedora durante as refeições.

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