Bom dia, Sinto diferença no efeito dos medicamentos psiquiatricos generico e de referencia, Alguns a

Bom dia, Sinto diferença no efeito dos medicamentos psiquiatricos generico e de referencia, Alguns amigos também relatam isso, da farmacia municipal então nem faz efeito, por que será?

11 respostas


A molécula de referência, em geral, possui uma pureza maior e maior qualidade na síntese molecular, o que envolve excipientes mais caros e melhor maquinário, o que vai interferir em um preço maior em relação aos genéricos e similares. Ademais, boa parte dos psicotrópicos mais modernos de referência são produzidos fora do Brasil, sendo apenas embalado aqui. Contudo, buscando bons laboratórios na aquisição de genéricos ou similares, não indo apenas na indicação do balconista, pode-se obter uma boa relação de custo x benefício, com uma similaridade em efeitos terapêuticos e colaterais... Em relação às medicações fornecidas pelo poder público, vence a licitação quem oferece o menor preço e o processo é periódico para o reabastecimento. Logo, pode haver mudança de fornecedores e não é uma informação facilmente obtida quem está fornecendo, o que pode implicar em menor qualidade do produto por vir de um laboratório menos cuidadoso na síntese molecular. Por fim, os laboratórios da referência, em geral, fornecem programas de desconto. Entre em contato com o SAC para obter informações, pois em alguns casos os preços ficam muito parecidos com os similares. E, qualquer dúvida, sobre bons similares ou indicações de laboratórios que tenham lastro em fornecer moléculas com boa qualidade, pergunte ao seu médico.

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Olá, realmente existe diferença na qualidade dos produtos originais, genéricos e similares. O produto original foi oriundo de laboratório de pesquisa, que requer alto investimento para a descoberta de novos produtos. Após alguns anos de exclusividade na produção do medicamento, pela legislação a "receita/fórmula" fica disponível para cópias e produção em outros laboratórios que não fazem pesquisa e somente produzem. Não deveriam interferir na eficácia do tratamento, mas pode acontecer. Os genéricos são uma cópia com até 90% de compatibilidade com o original, porém o tempo de resposta não é o mesmo. Já os similares não há uma eficácia confiável, uma vez que o laboratório analisa os componentes do medicamento original e tenta chegar o mais próximo, porém com a compatibilidade bem inferior e muitas vezes não eficiente. Na dúvida quanto ao melhor laboratório para adquirir o seu medicamento consulte o seu médico.


Boa noite! Sugiro que consulte o seu médico e relate a ela os efeitos os quais tem apresentado ou não, após o uso do fármaco, um abraço! Karla

Karla Lopes

Karla Lopes

Psicólogo

Salvador

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Na minha prática cada organismo s adapta melhor com um certo tipo de medicação. Pode ser genérico ou a medicação referência. Não tenhais forte e mais fraco. O importante é não ficar trocando e avisar seu médico qual está em uso.a marca e se é genérico ou não.


Nos medicamentos para saúde mental, de fato existem relatos de pacientes que sentem diferença. Algumas empresas de fármacos usam matéria prima mais barata para diminuir custos. E os efeitos ficam inferior ao original.

José Machado

José Machado

Psicanalista

Blumenau

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Olá... Converse com o seu médico psiquiatra sobre a diferença que sente, ele vai ajudar muito nesta sua dúvida e vai orientar melhor presencialmente. Abraços!


boa tarde. Segundo diversos relatos dos meus pacientes que utilizam medicamentos, existe sim diferença entre o genérico e o medicamento de referência. Mas é sempre importante conversa com o médico que te receitou.

Isabel Vieira

Isabel Vieira

Psicólogo

Porto Alegre

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Boa noite nestes casos é sempre bom conversar com o medico que prescreveu o medicamento e ele irá avaliar se é necessário mudar do genérico para o original, os médicos a cima já deram alguma explicação sobre a diferença entre um genérico e um original, agora resta conversar com seu medico e esclarecer tudo.


Medicamentos genéricos aprovados precisam demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência dentro dos critérios regulatórios, portanto não é correto afirmar que medicamentos fornecidos pela rede pública “não fazem efeito”. Entretanto, alguns pacientes relatam diferenças percebidas quando mudam de fabricante. Isso pode ocorrer por variações permitidas na formulação, excipientes, características de liberação de determinadas apresentações e também por fatores relacionados à expectativa e à própria oscilação do transtorno. Em medicamentos com formulações de liberação modificada, a comparação merece atenção ainda maior. Se você percebe repetidamente piora após uma determinada troca e melhora ao retornar à apresentação anterior, registre fabricante, dose, datas e sintomas e leve essas informações ao psiquiatra. Uma observação sistemática é muito mais útil para avaliar uma possível diferença clínica do que alternar marcas sucessivamente por conta própria.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Os medicamentos genéricos aprovados pela Anvisa devem demonstrar equivalência farmacêutica e, quando aplicável, bioequivalência em relação ao medicamento de referência, garantindo padrões regulatórios de qualidade, segurança e eficácia. Entretanto, algumas pessoas relatam diferenças percebidas após a substituição entre fabricantes, especialmente em tratamentos psiquiátricos. Essas percepções podem envolver variações individuais, mudanças de excipientes, adesão ao tratamento, expectativas e oscilações naturais dos sintomas. Pequenas diferenças farmacocinéticas dentro dos limites regulatórios também podem ser relevantes em situações específicas, embora não signifiquem inferioridade sistemática dos genéricos. Medicamentos distribuídos pela rede pública seguem exigências sanitárias e não devem ser considerados ineficazes apenas por sua origem. Recomendo registrar o nome do fabricante, a dose, o período de utilização e as alterações percebidas, evitando mudanças frequentes sem orientação. Uma avaliação psiquiátrica permite investigar a resposta clínica e verificar se existe necessidade de manter uma apresentação específica.


Os medicamentos genéricos aprovados pela Anvisa devem demonstrar equivalência farmacêutica e, quando aplicável, bioequivalência em relação ao medicamento de referência, permitindo esperar eficácia e segurança comparáveis. Entretanto, alguns pacientes relatam diferenças subjetivas após mudanças de fabricante, que podem estar relacionadas a variações individuais de absorção, excipientes, adesão ao tratamento, expectativas ou oscilações naturais dos sintomas. Isso não significa que medicamentos fornecidos pela rede pública sejam inferiores ou ineficazes. Em determinadas formulações, especialmente de liberação prolongada, é importante verificar se a apresentação e a dose permanecem equivalentes. Recomendo registrar os sintomas, horários e fabricantes utilizados, discutindo essas observações com o psiquiatra antes de realizar qualquer substituição. Uma avaliação individualizada permite diferenciar possíveis problemas de tolerabilidade de mudanças na evolução clínica, garantindo continuidade e segurança terapêutica.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.