Bupropiona + Lisdexanfetamina + Pondera XR é viável? Tenho TDAH e já trato com os 2 primeiros
Bupropiona + Lisdexanfetamina + Pondera XR é viável? Tenho TDAH e já trato com os 2 primeiros
10 respostas
A combinação de bupropiona, lisdexanfetamina (Venvanse) e Pondera XR (paroxetina) pode ser viável em algumas pessoas, mas deve ser acompanhada pelo psiquiatra. Bupropiona e Venvanse podem somar efeitos como agitação, ansiedade, aumento da frequência cardíaca, pressão arterial e tremores, além de a bupropiona reduzir o limiar para convulsões. A bupropiona e a paroxetina também interferem na enzima CYP2D6, aumentando o potencial de interações medicamentosas. Se houver transtorno bipolar, é necessária atenção especial, pois antidepressivos e estimulantes podem favorecer desestabilização do humor ou mania, principalmente sem um estabilizador adequado. Portanto, não é uma combinação necessariamente proibida, mas a introdução da paroxetina deve ser feita com acompanhamento médico.
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A associação de bupropiona, lisdexanfetamina e paroxetina pode ser utilizada em situações específicas, mas exige acompanhamento psiquiátrico cuidadoso. As três medicações atuam sobre sistemas diferentes e podem aumentar efeitos como ansiedade, insônia, tremor, sudorese, aumento da frequência cardíaca ou pressão arterial. Além disso, bupropiona e paroxetina interferem no metabolismo de diversos medicamentos e podem alterar níveis de outras substâncias. Outro ponto importante é investigar histórico de transtorno bipolar, pois antidepressivos e estimulantes podem favorecer ativação ou virada de humor em pessoas predispostas. Se a combinação foi prescrita pelo seu psiquiatra, não significa que seja inadequada, mas merece acompanhamento individualizado.
Essa associação pode ser utilizada em situações específicas, mas requer avaliação psiquiátrica cuidadosa. Bupropiona, lisdexanfetamina e paroxetina atuam em sistemas diferentes e podem apresentar efeitos aditivos, incluindo ansiedade, insônia, tremores, aumento de frequência cardíaca e pressão arterial. Além disso, a combinação exige atenção a interações medicamentosas e ao histórico de transtornos do humor, especialmente porque estimulantes e antidepressivos podem exigir maior cautela em pessoas com predisposição à mania ou hipomania. Se o paciente apresenta boa resposta, o objetivo não é necessariamente retirar medicamentos, mas verificar se a combinação, as doses e o acompanhamento são adequados e seguros.
Pode ser uma combinação viável, mas precisa de bastante critério. Bupropiona + lisdexanfetamina já pode aumentar ansiedade, insônia, frequência cardíaca e pressão em algumas pessoas. O Pondera XR é paroxetina e pode ser associado em alguns casos quando há ansiedade ou depressão junto, mas também pode aumentar efeitos colaterais e interações. Como você já usa os dois primeiros, eu não acrescentaria por conta própria. Vale levar ao psiquiatra qual sintoma ainda está faltando tratar e discutir se a paroxetina é realmente a melhor opção.
Olá! Sim, é possível. Os três juntos costumam ser bem tolerados. É recomendado verificar qual a indicação do pondera XR no caso. Vale manter acompanhamento regular, se uso dos 3 em conjunto, já que eles se potencializam.
Essa associação pode ser utilizada em situações específicas, mas precisa ser cuidadosamente avaliada pelo psiquiatra. Bupropiona e lisdexanfetamina podem ser empregadas em determinados pacientes com TDAH, enquanto o Pondera XR (paroxetina de liberação controlada) é um antidepressivo utilizado principalmente para depressão e diferentes transtornos de ansiedade. A combinação não é automaticamente contraindicada, porém exige atenção porque bupropiona e lisdexanfetamina podem aumentar ativação, frequência cardíaca, pressão arterial, ansiedade ou insônia em algumas pessoas, além de existirem interações farmacológicas relevantes envolvendo a paroxetina e a bupropiona. Como você já utiliza as duas primeiras medicações, a decisão de acrescentar paroxetina deve considerar qual sintoma se pretende tratar, doses, outras doenças e medicamentos e seu histórico psiquiátrico. Não recomendo iniciar essa associação sem avaliação do médico que acompanha seu TDAH, pois o benefício e os riscos precisam ser analisados individualmente.
OLÁ, BOM DIA. BUPROPIONA É UM INIBIDOR SELETIVO DA RECAPTAÇÃO DE NORADRENALINA E DOPAMINA ( DUAL), PAROXETINA INIBIDOR SELETIVO DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA, PORÉM A PARTIR DO 3 MES DE USO ATUA EM NORADRENALINA TAMBÉM, PORÉM AS DUAS MEDICAÇÕES ANTERIORMENTE CITADAS ATUAM DE FORMA ENDOGÊNA. JÁ A LISDEXANFETAMINA É UMA DROGA MAIS POTENTE, POIS ATUA DE FORMA IRREVERSÍVEL AOS RECEPTORES NORADRENÉRGICOS, CAUSANDO DIVERSOS EFEITOS COLATERAIS, PRINCIPALMENTE EM PACIENTE DIAGNOSTICADOS ERRADAMENTE COM TDAH. É UMA ANFETAMINA, PSICOESTIMULANTE DIRETO, COM SÉRIOS RISCOS CARDIOVASCULARES, PODENDO LEVAR A ÓBITO QUANDO FEITO DE FORMA NÃO RECOMENDADA OU QUANDO NÃO É NECESSÁRIO O USO DA MESMA. JÁ "SOUBE DE DIVÉRSOS ÓBITOS PELO USO DA MESMA, ALGUNS ESPECIALISTAS CONSIDERAM COMO COCAINA", DE QUALQUER FORMA ORIENTO AUXILIO MÉDICO PARA VER A REAL NECESSIDADE DO USO DO VENVANSE, VISTO O RISCO DE DEPENDENCIA.
Essa associação pode ser utilizada em situações específicas, mas precisa de uma justificativa clara e de acompanhamento pelas interações. O Pondera XR é paroxetina e não trata os sintomas centrais do TDAH; sua entrada precisaria ter outro objetivo definido. Como você já usa bupropiona e lisdexanfetamina, interessa entender o que melhorou com elas e qual dificuldade motivou considerar o terceiro medicamento. A paroxetina e a bupropiona podem interferir na eliminação da substância ativa da lisdexanfetamina, aumentando o risco de efeitos indesejados; a associação com paroxetina também exige atenção ao excesso de serotonina. Por isso, não é uma combinação para iniciar por conta própria. Avaliar se ela faz sentido envolve tanto esclarecer esse novo objetivo quanto conferir as doses e a tolerância ao tratamento atual.
A combinação de Pondera (paroxetina), bupropiona e lisdexanfetamina é possível, mas exige acompanhamento médico rigoroso devido a interações farmacológicas importantes. A paroxetina inibe a metabolização da bupropiona (via enzima CYP2D6), o que pode elevar os níveis dos demais medicamentos no sangue e aumentar o risco de efeitos colaterais e de convulsões (pois a bupropiona reduz o limiar convulsivo). Além disso, a associação desses medicamentos com a lisdexanfetamina potencializa a ação adrenérgica e dopaminérgica, aumentando a chance de sintomas como taquicardia, elevação da pressão arterial, agitação, tremores, sudorese e insônia. Por esses motivos, quando essa combinação é indicada, o tratamento costuma ser iniciado com doses baixas e ajustado gradualmente, monitorando de perto a tolerância do paciente. Nunca inicie, altere a dosagem ou interrompa esses medicamentos sem orientação médica expressa. Um abraço!
Olá. É uma combinação possível e usada na prática, mas exige atenção a alguns pontos, e a decisão é do psiquiatra que acompanha você. Primeiro, para situar: o Pondera XR é cloridrato de paroxetina. Juntar um antidepressivo a bupropiona e lisdexanfetamina costuma acontecer quando existe ansiedade, depressão ou TOC junto do TDAH, situação comum. O cuidado principal é farmacológico: tanto a paroxetina quanto a bupropiona inibem a mesma enzima do fígado, a CYP2D6, o que pode elevar o nível de uma na presença da outra e aumentar efeitos colaterais. Por isso, quando se decide por essa associação, ela costuma ser feita com doses conservadoras e acompanhamento mais próximo no início. Vale observar também pressão arterial e batimentos, já que bupropiona e lisdexanfetamina podem elevá-los, e ficar atento a insônia, inquietação e falta de apetite. Outro ponto prático: entre os antidepressivos dessa classe, a paroxetina é a que mais se associa a ganho de peso, efeitos sexuais e sintomas de descontinuação ao parar, então vale perguntar ao seu médico por que ela foi a escolhida no seu caso e se há alternativa igualmente eficaz com perfil melhor para você. Leve essas perguntas à consulta e não inicie nada por conta própria. Esta resposta é informativa e não substitui uma avaliação médica individualizada.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

