Como o terapeuta pode lidar com as rupturas de confiança durante o tratamento de Transtorno de Perso

Como o terapeuta pode lidar com as rupturas de confiança durante o tratamento de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

5 respostas


O foco clínico está em oferecer um ambiente relacional que permita ao paciente desenvolver um self mais integrado, condição necessária para confiar nos outros. Essa experiência, inicialmente vivida nas sessões, pode gradualmente se estender para os demais contextos da vida do paciente, favorecendo relações mais confiáveis e ampliando o espaço potencial onde a vida criativa e relacional acontece.

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Mantendo uma postura consistente, previsível e empática, validando o sofrimento do paciente sem reforçar comportamentos disfuncionais. É crucial nomear as rupturas (confrontação empática), reparar o vínculo ativamente e estabelecer limites claros, usando abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) para gerenciar a instabilidade.


A confiança e o vínculo são muito importantes em todo tratamento. No TPB não é diferente, o terapeuta deve estar atento para que o vínculo seja positivo, a confiança vem da escuta atenta às questões apresentadas.

Dr. Matheus Abade

Dr. Matheus Abade

Psicólogo

Belo Horizonte

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As rupturas de confiança durante o tratamento não significam fracasso, mas oportunidades importantes de trabalho. Quando são reconhecidas e cuidadas dentro da relação terapêutica, podem fortalecer ainda mais o vínculo e promover crescimento emocional.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Rupturas de confiança são parte natural do tratamento com TPB. O terapeuta deve reconhecê‑las rapidamente, validar a dor envolvida e explorar o que desencadeou a sensação de falha ou abandono. A postura deve ser aberta, curiosa e não defensiva. Reparar a ruptura é terapêutico: mostra ao paciente que relações podem sobreviver a conflitos. Transparência, consistência e reafirmação do compromisso com o processo ajudam a reconstruir o vínculo. O terapeuta deve evitar justificativas longas e focar na experiência emocional do paciente, fortalecendo a capacidade de tolerar frustrações. Atenciosamente, Fernando Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços

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