Conheci uma pessoa que tem HPV-68 e, ao pesquisar, vi que o uso de preservativo reduz o risco, mas n

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Conheci uma pessoa que tem HPV-68 e, ao pesquisar, vi que o uso de preservativo reduz o risco, mas não previne 100% a transmissão. Também ouvi opiniões bem diferentes: algumas pessoas dizem que “não vale a pena” se relacionar com alguém que tem essa cepa, enquanto outras dizem que evitar não faz muito sentido, porque o HPV é comum e muitas pessoas podem ter sem saber.

Gostaria de uma orientação médica sobre como avaliar essa situação de forma responsável. Em geral, faz sentido “evitar” relacionamentos com pessoas com HPV? Isso depende apenas de cepas específicas (como o HPV-68) ou essa ideia de “proibição” não é adequada?

Quais medidas práticas vocês recomendam para reduzir riscos (por exemplo: vacinação, uso de preservativo, exames/monitoramento e acompanhamento médico) e quais pontos devo considerar antes de tomar uma decisão?
Olá! Entendo sua preocupação — é um tema comum e importante. HPV é muito frequente e, na maioria das pessoas, o organismo controla com o tempo. O preservativo reduz o risco, mas não zera, porque o HPV pode estar em áreas não cobertas.

Sobre “evitar relacionamento”: de forma geral, não existe uma recomendação médica de “proibição” de se relacionar com alguém por ter HPV, porque:
• muitas pessoas têm HPV e não sabem;
• o risco pode ser reduzido com medidas práticas.

Medidas responsáveis para reduzir risco:
• Vacinação contra HPV (mesmo em adultos, pode trazer benefício; vale conversar com seu médico sobre indicação no seu caso).
• Uso de preservativo de forma consistente.
• Evitar relações se houver lesões visíveis (verrugas/feridas) até avaliação e tratamento.
• Se for um relacionamento estável, conversem sobre acompanhamento regular: para mulheres, manter rastreamento ginecológico (Papanicolau/HPV conforme orientação); para homens, em geral não há rastreio de rotina, mas vale avaliação se surgirem lesões.
• Se houver dúvida/ansiedade, uma consulta é útil para orientação individual e, se indicado, triagem de outras ISTs.

Se quiser, você pode agendar uma consulta para eu te orientar de forma personalizada (idade, histórico de vacina, exames prévios e contexto do relacionamento mudam bastante a recomendação).

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