É normal sentir como se estivesse com um nó na garganta tomando escitalopram?
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É normal sentir como se estivesse com um nó na garganta tomando escitalopram?
Boa tarde. Qual foi o diagnóstico de seu médico? A quanto tempo você vem fazendo tratamento com escitalopram? Queixas como "nó na garganta" lembra transtornos ansiosos. Se faz menos de 8 semanas que você iniciou o tratamento, sintomas somáticos ainda podem ocorrer. Entretanto, caso persista, agende um retorno com seu médico psiquiatra e relate a ocorrência. Fique tranquila, deixe as preocupações passarem longe de você.
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Olá! Essa sensação de “nó na garganta” pode acontecer em algumas pessoas que estão começando o tratamento com escitalopram, especialmente nas primeiras semanas. Pode estar relacionada à ansiedade (que o remédio ainda está começando a tratar), a efeitos gastrointestinais como refluxo, ou mesmo a efeitos colaterais iniciais do próprio medicamento.
Se a sensação for leve e estiver melhorando com o tempo, pode ser parte do período de adaptação. Mas se estiver muito incômoda ou persistente, o ideal é conversar com o médico que prescreveu — ele pode avaliar se é algo transitório ou se há necessidade de ajustar a medicação ou investigar outras causas.
Se a sensação for leve e estiver melhorando com o tempo, pode ser parte do período de adaptação. Mas se estiver muito incômoda ou persistente, o ideal é conversar com o médico que prescreveu — ele pode avaliar se é algo transitório ou se há necessidade de ajustar a medicação ou investigar outras causas.
A sensação de "nó na garganta", também chamada de globus faríngeo, pode ocorrer em alguns pacientes em uso de escitalopram, especialmente nas primeiras semanas de tratamento. Trata-se de um sintoma inespecífico que pode estar relacionado tanto a efeitos adversos iniciais da medicação (como aumento transitório da ansiedade, tensão muscular ou alterações gastrintestinais com refluxo), quanto à própria ansiedade subjacente que motivou o início do antidepressivo.
Em geral, esse sintoma tende a ser passageiro, mas deve ser monitorado. Caso persista ou se intensifique, é importante comunicar ao médico para avaliar a necessidade de ajustes na medicação ou investigar outras causas clínicas, como alterações gastroesofágicas ou otorrinolaringológicas.
Em geral, esse sintoma tende a ser passageiro, mas deve ser monitorado. Caso persista ou se intensifique, é importante comunicar ao médico para avaliar a necessidade de ajustes na medicação ou investigar outras causas clínicas, como alterações gastroesofágicas ou otorrinolaringológicas.
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