É possível tratar TOC e fobia social sem medicação ou é indispensável?

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É possível tratar TOC e fobia social sem medicação ou é indispensável?
É possível tratar transtorno obsessivo-compulsivo sem medicação, existindo muitas pesquisas mostrando a eficácia da terapia cognitivo-comportamental (TCC).

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Dra. Rayra Alcure Silva
Médico de família, Médico clínico geral, Psiquiatra
Morretes
Ambas as situações podem ser muito melhoradas com a psicoterapia, mas principalmente para o TOC é comum a prescrição de antidepressivos em altas doses para melhor manejo.
Olá! É possível, através de terapia com seu psicólogo, todavia dependendo do grau de gravidade do seu TOC e da sua fobia, talvez seja necessário associar com medicação, visto isso, seu psicólogo indicará um tratamento conjunto - procure um psiquiatra - será um prazer atendê-lo. At. te.
Dr. Pablo Nunes
Endocrinologista
Parnaíba
Sim, é possível tratar transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e fobia social sem o uso de medicação, especialmente em casos leves a moderados. A psicoterapia, em particular a terapia cognitivo-comportamental (TCC), é altamente eficaz para ambos os transtornos e, em muitos casos, pode ser suficiente como tratamento principal. No TOC, a técnica chamada exposição com prevenção de resposta (EPR) é uma das abordagens mais eficazes, ajudando a pessoa a enfrentar gradualmente suas obsessões sem realizar os rituais compulsivos. Já na fobia social, a TCC trabalha com reestruturação de pensamentos automáticos negativos e exposição gradual a situações sociais temidas, promovendo maior confiança e redução da ansiedade.

No entanto, em casos mais graves ou resistentes, a combinação de psicoterapia com medicação costuma oferecer melhores resultados. Medicamentos como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), incluindo a sertralina, são amplamente usados nessas condições. A decisão de usar ou não medicamentos deve ser feita junto a um profissional, considerando a intensidade dos sintomas, o grau de prejuízo na vida diária e a resposta às abordagens terapêuticas não farmacológicas.

Por isso, é altamente recomendável que você converse com um(a) psiquiatra, que poderá avaliar o seu caso de forma individualizada e orientar o melhor caminho — com ou sem medicação.

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