Em casos de depressão atípica refratária, sem tristeza, com anedonia e baixa iniciação predominantes
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Em casos de depressão atípica refratária, sem tristeza, com anedonia e baixa iniciação predominantes, possivelmente associada ao TDAH, após falha de tratamentos de primeira, segunda e terceira linha, é plausível considerar estratégias dopaminérgicas "off-label", como amantadina, pramipexol ou IMAO?
Em casos de depressão resistente, especialmente quando predominam anedonia e falta de energia ou iniciativa, alguns psiquiatras podem considerar medicamentos que atuam mais na dopamina.
Entre eles estão pramipexol, amantadina ou os IMAO, que aparecem em estudos para depressão resistente após falha de tratamentos mais usuais.
A indicação precisa sempre ser individualizada e acompanhada de perto por um psiquiatra, devido a possíveis efeitos adversos e interações.
Entre eles estão pramipexol, amantadina ou os IMAO, que aparecem em estudos para depressão resistente após falha de tratamentos mais usuais.
A indicação precisa sempre ser individualizada e acompanhada de perto por um psiquiatra, devido a possíveis efeitos adversos e interações.
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Olá. Em casos de depressão refratária e ainda com características atípicas. O Uso de antidepressivos da classe IMAO está bem indicado, porém em monoterapia ou associado com Nortriptilina ou Amitriptilina. Quanto às outras estratégias vejo boas oportunidades com Pramipexol.
Em termos simples: sim, pode fazer sentido pensar nesses remédios, mas eles não costumam ser as primeiras escolhas.
No caso de uma depressão mais “atípica”, em que a pessoa não fica exatamente triste, mas apresenta principalmente falta de prazer, falta de vontade, pouca iniciativa e desânimo para começar as coisas, alguns médicos podem considerar medicamentos que atuam mais em dopamina, especialmente quando vários tratamentos comuns já falharam.
Entre os citados:
Pramipexol é o que parece ter mais lógica e mais respaldo nesse tipo de situação.
IMAO também pode ser uma opção importante, principalmente em quadros de depressão mais atípica e resistente.
Amantadina até pode ser pensada, mas é a opção com menos evidência e costuma ser vista como mais experimental.
Mas antes de dizer que é realmente uma “depressão refratária”, o ideal é revisar com cuidado se não existe outra coisa junto ou no lugar, como:
bipolaridade
uso de substâncias
dose inadequada
tempo insuficiente de tratamento
dificuldade de adesão ao tratamento
Isso porque, às vezes, a pessoa parece ter uma depressão resistente, mas na verdade o problema principal pode ser outro, ou pode haver mais de um quadro ao mesmo tempo.
Resumindo em uma frase:
é plausível considerar essas opções, principalmente pramipexol ou IMAO, mas isso deve ser feito com muita cautela e depois de rever bem o diagnóstico.
No caso de uma depressão mais “atípica”, em que a pessoa não fica exatamente triste, mas apresenta principalmente falta de prazer, falta de vontade, pouca iniciativa e desânimo para começar as coisas, alguns médicos podem considerar medicamentos que atuam mais em dopamina, especialmente quando vários tratamentos comuns já falharam.
Entre os citados:
Pramipexol é o que parece ter mais lógica e mais respaldo nesse tipo de situação.
IMAO também pode ser uma opção importante, principalmente em quadros de depressão mais atípica e resistente.
Amantadina até pode ser pensada, mas é a opção com menos evidência e costuma ser vista como mais experimental.
Mas antes de dizer que é realmente uma “depressão refratária”, o ideal é revisar com cuidado se não existe outra coisa junto ou no lugar, como:
bipolaridade
uso de substâncias
dose inadequada
tempo insuficiente de tratamento
dificuldade de adesão ao tratamento
Isso porque, às vezes, a pessoa parece ter uma depressão resistente, mas na verdade o problema principal pode ser outro, ou pode haver mais de um quadro ao mesmo tempo.
Resumindo em uma frase:
é plausível considerar essas opções, principalmente pramipexol ou IMAO, mas isso deve ser feito com muita cautela e depois de rever bem o diagnóstico.
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